5 coisas que mudam no Volkswagen T-Cross nacional em relação ao europeu

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05 Out 2018, 13:06

5 coisas que mudam no Volkswagen T-Cross nacional em relação ao europeu
Do Auto Esporte


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O T-Cross nacional estampa seu nome no detalhe metálico do para-choque (Foto: João Kleber Amaral/Autoesporte)


 


O Volkswagen T-Cross será apresentado oficialmente ainda em outubro e tem vendas previstas para o início de 2019. Mas o fabricante já promoveu um primeiro contato da imprensa com o SUV compacto nacional. Mesmo que seja um protótipo disfarçado, o modelo já deixa antever algumas diferenças em relação ao mesmo carro feito na Europa. Saiba o que muda no T-Cross produzido em São José dos Pinhais (PR) e sua metade europeia.

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1) O T-Cross brasileiro é bem maior



O T-Cross europeu tem 4,10 metros, comprimento pouco maior que o do Ford EcoSport sem o estepe. E os 2,56 metros de entre-eixos representam a mesma medida do Polo, com o qual compartilha a plataforma MQB A0.

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Volkswagen T-Cross nacional é bem mais espichado (Foto: Divulgação)


 


Na Europa, o crossover compacto tem a companhia do T-Roc, feito sobre a base MQB A1 do Golf. Essa dobradinha não acontecerá no Brasil. Isso permitiu que o T-Cross nacional crescesse e aparecesse: são 4,19 metros de comprimento, diferença creditada ao entre-eixos de 2,65 metros, 8,6 cm maior que o europeu (o mesmo do Virtus). A suspensão também é mais alta no carro brasileiro (1,1 cm) a mais. 


Além do espaço interno, o espichamento permitiu que o T-Cross nacional tenha desenho mais equilibrado que a sua contraparte do velho continente, que parece muito curto para a altura que tem. 

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Volkswagen T-Cross europeu é mais curtinho (Foto: Divulgação)


 


2) Nós temos motor 1.4 turbo, mas eles tem o novo 1.5 turbo



No primeiro contato na Europa, o T-Cross estava equipado com o motor 1.0 TSI de 95 cv. No Brasil, o mesmo propulsor tem aperfeiçoamentos para gerar até 128 cv e 20,4 kgfm de torque. Além disso, o modelo nacional também terá o 1.4 TSI de 150 cv e 25,5 kgfm. Mas isso não significa que a versão produzida aqui será mais forte: o T-Cross vendido por lá conta com o novo 1.5 turbo do Golf 7 com os mesmos números de potência e torque do 1.4 TSI nacional.


3) O VW brasileiro tem mudanças de estilo



Embora tenha toques requintados como os faróis inteiramente de leds, o T-Cross nacional tem algumas diferenças. A parte frontal tem apliques com o nome do modelo e a traseira ostenta lanternas próprias. Elas são ligadas por um elemento de plástico, mas sem iluminação naquela parte. O para-choque traseiro também terá elementos cromados diferentes, imitando saídas de escape. Por dentro, ambos T-Cross são mais próximos do Polo em visual e acabamento do que do Golf.

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O T-Cross brasileiro tem um elemento plástico ligando as lanternas, mas sem iluminação própria (Foto: João Kleber Amaral/Autoesporte)


 


4) Ele tem alguns itens de conforto exclusivos



Como será vendido em um patamar superior ao do T-Cross europeu, o VW nacional conta com alguns itens exclusivos de conforto. São exemplos o teto-solar panorâmico e as saídas de ventilação para a fileira de trás.


5) Mas fica devendo em alguns itens de segurança ativa



O T-Cross brasileiro será bem equipado em termos de itens de segurança e trará de série controle de estabilidade e de tração e seis airbags (frontais, laterais dianteiros e do tipo cortina), algo indisponível no Polo e Virtus, que contam com quatro bolsas infláveis. 

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Volkswagen T-Cross nacional em testes finais (Foto: Divulgação)


 


Mas alguns auxílios ao motorista não estão presentes, caso do controle de cruzeiro adaptativo. De acordo com o primeiro contato da imprensa com o modelo, o T-Cross europeu trará a maior parte destes equipamentos e inclui ainda detector de ponto cego, reconhecimento de pedestres, frenagem automática, entre outros.


Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/No ... ropeu.html