Infelizmente o mercado europeu está contraído, a Fiat investe onde vê retorno. Ásia/América do Norte continuam firmes pois são as regiões que geram lucros para o grupo.LPRF escreveu:Fiat tem uma má vontade com carros a partir do seg C de dar nojo, aqui e na Europa.levirc escreveu:Eu gostei! Faltava ver melhor a traseira, e achei bem leqal.
Na minha opinião, aqui no Brasil deveria ficar assim: Viria tanto o hatch, como o sedan, os dois com a frente do Viaggio, e virariam aqui Bravo hatch e Bravo sedan. Simples.
Jogar o carro para desenvolvimento na China dá na cara que eles estão se lixando para fazer sucesso na Europa.
Eu acho que no fim das contas vão vender no máximo no leste europeu.
O Bravo veio atrasado, além disso me lança sem ABS, sem diferencial de equipamento e caro.
E já sabia que o mercado ia rejeitar um carro sem AT conversor.
Claro que miou. Única vantagem é que 1 ano depois de lançado a marca já vendia com descontos perto de 10%.
O meu mesmo dos 54k da tabela foi a 49k, Kunze também pegou o dualogic dele bem abaixo da tabela.
Uma pena, é um excelente carro mas que o mercado nem dá bola.
Fiat tá uma merda na Europa, Punto tem 9 anos nas costas. A marca só vende bem o Panda e o 500.
A gama é reduzida e vende pouco.
Por mim a Fiat não trazia nenhum deles. Vão ser mais 2 carros vendendo 500/mês.
Fosse ela adiantava o 500L no lugar da Idea/Palio Weekend que já estão passadas.
E aguardava o suposto crossover seg C (Qashqai-like), para daí montar ele imediatamente aqui.
Isso se ainda estiver de pé.
Na minha opinião o único erro na Europa foi não renovar o Grande Punto. Panda, 500 e Grande Punto são os únicos modelos com os quais a Europa se importa.
-- Adicionado em 21 Nov 2013 23:20 --
Convenhamos, estes modelos que mudam de nome, já tem valor de revenda destruído muito antes de saírem de linha.Johnnie Walker escreveu:Eu só espero que eles mantenham o nome Bravo, porque essa mania da Fiat de ficar trocando de nome toda hora, destrói o valor de revenda do modelo anterior.











). Aí cogitou-se Tempra porque foi o único Fiat médio que vendeu bem e não pegou fogo.



