Chevrolet Agile chega redesenhado e versão única à linha 2014
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Teste: Chevrolet Agile 2014 - Ajuste fino
17/10/2013 14:00 - Fotos: Igor Macário/Carta Z Notícias

Chevrolet atualiza visual e reorganiza gama do Agile para encarar concorrência em segmento agitado
por Igor Macário
Auto Press
Quando a Chevrolet lançou o Agile em 2009, a intenção era entrar no segmento dos “high roof”, hatches compactos com teto elevado,de maior espaço interno, onde estava Volkswagen Fox e Renault Sandero. Funcionou: o modelo conseguiu um bom patamar de 6 mil vendas mensais – praticamente toda a produção da fábrica de Rosário, na Argentina. O tempo passou, o Agile perdeu o frescor e a Chevrolet tem em seu estande o atraente Onix. Para sacudir o modelo, hoje estacionado em cerca de 3.500 carros por mês, a Chevrolet promove sua primeira reestilização. A proposta não foi reinventar o Agile, mas apenas dar um novo argumento para manter o atual desempenho no mercado. Nesse sentido, sai de cena a versão mais básica LT e todo o esforço foi concentrado na topo LTZ, recheada de equipamentos. Além disso, criou a Effect, uma série especial com proposta esportiva e visual mais jovem. Tudo para deixar o Agile com um ar mais premium e sobreviver ao “fogo amigo”.
As mudanças visuais integram melhor o Agile à identidade da marca. Ele perdeu os exagerados faróis a grade dianteira ficou mais proporcional, com o emblema da gravata maior. As luzes de neblina estão maiores e há uma faixa preta – como um “borrachão” – atravéssando o parachoque. A função é justamente proteger contra impactos e arranhões leves. O perfil continua o mesmo, com o controverso prolongamento da janela lateral traseira em preto brilhante na última coluna. As rodas maiores, de 16 polegadas, e desenho bonito, dão vigor ao ar comportado do hatch. Atrás, apenas um parachoque mais envolvente completa o pacote. No Agile Effect, o teto vem pintado em preto e a carroceria apenas em dois tons, branco ou vermelho. Nas laterais e capô, faixas decorativas e adesivos identificam a versão, que também tem as rodas pintadas de preto. Os adornos acabam adicionando R$ 1.950 ao preço.

Na parte mecânica, o câmbio do Agile foi revisto, com novos sincronizadores para melhorar os engates – isso tanto para a versão manual, quanto para a automatizada Easytronic. Também reescalonou as marchas e adotou uma relação final mais longa, para compensar o conjunto de rodas maior. O sistema também foi atualizado, para uma adaptação mais rápida às demandas do motorista e passou a contar com bem-vindas espátulas atrás do volante para as trocas manuais.
Por dentro, as mudanças se restringem ao volante. Além de um novo desenho – parecido com o do Onix –, ele passa a ser multifuncional, com comandos de som e controlador de velocidade de cruzeiro. Os instrumentos ganharam uma grafia nova, mas seguem com os ponteiros que se movimentam em direções opostas. Nas alterações, ficou fora o MyLink. Segundo a GM, seria necessário não apenas uma reformulação no painel, mas refazer a arquitetura eletrônica do carro para suportar o equipamento – o que teria invibializado economicamente a mudança. Por outro lado, itens como ar-condicionado, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos e rádio CD/MP3/USB/Bluetooth são de série.
A GM espera que as novidades sejam capazes de, no mínimo, manter o atual patamar de vendas. Ao preço de R$ 42.990 para o LTZ manual e R$ 45.490 para o Easytronic, ele está bem no miolo dos compactos, quando equipados à altura. O problema é que se aproxima do valor pedido por um Onix LTZ com câmbio automático tradicional – mais caro que o sistema automatizado – que sai a R$ 47.690. Na balança, uma diferença de pouco mais de R$ 2 mil contra o projeto mais moderno do Onix. Em relação aos rivais, um Volkswagen Fox 1.6 I-Motion equivalente sai por cerca de R$ 46 mil, enquanto um Renault Sandero Automatique encosta nos R$ 47 mil, quando equipado com o sistema de navegação com GPS e tela sensível ao toque. Estão todos no bolo.

Primeiras impressões
Novidades em marcha
Indaiatuba/SP – As mudanças no visual fizeram bem ao Agile. Os faróis mais estreitos compõem melhor a frente, que também ostenta uma grade ligeiramente menor. As luzes de neblina na parte baixa do parachoque cresceram e ajudam a equilibrar um pouco as proporções. Atrás, a não ser pelo parachoque mais bojudo com pequenos refletores, tudo igual. O perfil continua o mesmo, comportado, ainda que para 2014 o Agile tenha ganho novas rodas de liga-leve em 16 polegadas, que dão um tom mais elegante à versão LTZ.
O interior também continua o mesmo, mas as aletas para mudanças manuais no câmbio automatizado e o novo volante tem comandos do som ajudam bastante a convivência com o carro. O primeiro compensa a alavanca muito pequena e o volante multifuncional minimiza a má localização dos comando do rádio, muito baixos. Além disso, tem boa pegada e descomplica o uso do controlador de velocidade de cruzeiro, agora com botões específicos.

A nova caixa de câmbio deu ao hatch saídas mais “espertas”, com um escalonamento mais aberto. A primeira marcha ficou mais curta, enquanto as últimas estão mais longas, para rotações menores em velocidade de cruzeiro. Os engates estão ligeiramente mais firmes e secos, mas a alavanca merecia um trambulador mais justo – há uma “folga” excessiva que diminui a precisão e dificulta uma tocada mais entusiasmada. No entanto, em ritmos mais amenos, o modelo entrega relativa suavidade de funcionamento e ruído interno controlado até a casa dos 100 km/h. A suspensão dá conta do recado e, mesmo com as rodas maiores, filtra bem as imperfeições do asfalto – como as da pista de durabilidade do Campo de Provas da GM de Cruz Alta. Mas cobra seu preço ao deixar a carroceria rolar um pouco demais em curvas mais fechadas.
O motor 1.4 não faz milagres e dá ao Agile um desempenho apenas compatível com a proposta. O propulsor entrega bom torque em rotações mais baixas, mas é áspero e pouco brilhante quando exigido ao máximo. Pelo menos, é bem casado com a transmissão. O também modernizado câmbio automatizado Easytronic funciona bem no Agile. É claro que as trocas são bastante perceptíveis – inerentes ao sistema com embreagem única –, mas entende rápido os chamados do pé direito, tanto para trocas ascendentes, quanto para descendentes. E faz o trabalho com relativa competência.

Ficha técnica
Chevrolet Agile LTZ
Motor: Etanol e gasolina, dianteiro, transversal, 1.389 cm³, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples de válvulas no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio manual de cinco velocidades à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 97 cv com gasolina e 102 cv com etanol a 6 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 10,9 s.
Velocidade máxima: 177 km/h.
Torque máximo: 13,2 kgfm com gasolina e 13,5 kgfm com etanol a 3.200 rpm.
Diâmetro e curso: 77,6 mm x 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,4:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços triangulares transversais, molas helicoidais, amortecedores telescópicos hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira interdependente, com braços longitudinais, molas helicoidais e amortecedores telescópicos hidráulicos. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/50 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e tambor atrás.
Carroceria: Hatch compacto em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,06 metros de comprimento, 1,68 m de largura, 1,54 m de altura e 2,54 m de entre-eixos. Oferece airbag duplo de série.
Peso: 1.076 kg.
Capacidade do porta-malas: 327 litros.
Tanque de combustível: 54 litros.
Produção: Rosário, Argentina
Lançamento no Brasil: 2011. Reestilização: 2013.
Itens de série:
Versão LTZ: Airbag duplo, desembaçador traseiro, ABS, BAS, EBD, sensor de luminosidade, faróis de neblina, trio elétrico, computador de bordo, ar-condicionado com visor digital, coluna de direção com regulagem em altura, direção hidráulica, rádio/CD/MP3/USB/Aux/Bluetooth e bancos do motorista com regulagem de altura, volante multifuncional. Preço: R$ 42.990.
Versão LTZ Easytronic adiciona: Câmbio automatizado Easytronic. Preço: R$ 45.490.
Versões Effect adicionam: Saias laterais, teto pintado em preto, spoilers dianteiro e traseiro e adesivos decorativos por mais R$ 1.950.



Fonte: http://motordream.uol.com.br/noticias/v ... juste-fino
17/10/2013 14:00 - Fotos: Igor Macário/Carta Z Notícias
Chevrolet atualiza visual e reorganiza gama do Agile para encarar concorrência em segmento agitado
por Igor Macário
Auto Press
Quando a Chevrolet lançou o Agile em 2009, a intenção era entrar no segmento dos “high roof”, hatches compactos com teto elevado,de maior espaço interno, onde estava Volkswagen Fox e Renault Sandero. Funcionou: o modelo conseguiu um bom patamar de 6 mil vendas mensais – praticamente toda a produção da fábrica de Rosário, na Argentina. O tempo passou, o Agile perdeu o frescor e a Chevrolet tem em seu estande o atraente Onix. Para sacudir o modelo, hoje estacionado em cerca de 3.500 carros por mês, a Chevrolet promove sua primeira reestilização. A proposta não foi reinventar o Agile, mas apenas dar um novo argumento para manter o atual desempenho no mercado. Nesse sentido, sai de cena a versão mais básica LT e todo o esforço foi concentrado na topo LTZ, recheada de equipamentos. Além disso, criou a Effect, uma série especial com proposta esportiva e visual mais jovem. Tudo para deixar o Agile com um ar mais premium e sobreviver ao “fogo amigo”.
As mudanças visuais integram melhor o Agile à identidade da marca. Ele perdeu os exagerados faróis a grade dianteira ficou mais proporcional, com o emblema da gravata maior. As luzes de neblina estão maiores e há uma faixa preta – como um “borrachão” – atravéssando o parachoque. A função é justamente proteger contra impactos e arranhões leves. O perfil continua o mesmo, com o controverso prolongamento da janela lateral traseira em preto brilhante na última coluna. As rodas maiores, de 16 polegadas, e desenho bonito, dão vigor ao ar comportado do hatch. Atrás, apenas um parachoque mais envolvente completa o pacote. No Agile Effect, o teto vem pintado em preto e a carroceria apenas em dois tons, branco ou vermelho. Nas laterais e capô, faixas decorativas e adesivos identificam a versão, que também tem as rodas pintadas de preto. Os adornos acabam adicionando R$ 1.950 ao preço.
Na parte mecânica, o câmbio do Agile foi revisto, com novos sincronizadores para melhorar os engates – isso tanto para a versão manual, quanto para a automatizada Easytronic. Também reescalonou as marchas e adotou uma relação final mais longa, para compensar o conjunto de rodas maior. O sistema também foi atualizado, para uma adaptação mais rápida às demandas do motorista e passou a contar com bem-vindas espátulas atrás do volante para as trocas manuais.
Por dentro, as mudanças se restringem ao volante. Além de um novo desenho – parecido com o do Onix –, ele passa a ser multifuncional, com comandos de som e controlador de velocidade de cruzeiro. Os instrumentos ganharam uma grafia nova, mas seguem com os ponteiros que se movimentam em direções opostas. Nas alterações, ficou fora o MyLink. Segundo a GM, seria necessário não apenas uma reformulação no painel, mas refazer a arquitetura eletrônica do carro para suportar o equipamento – o que teria invibializado economicamente a mudança. Por outro lado, itens como ar-condicionado, direção hidráulica, vidros, travas e retrovisores elétricos e rádio CD/MP3/USB/Bluetooth são de série.
A GM espera que as novidades sejam capazes de, no mínimo, manter o atual patamar de vendas. Ao preço de R$ 42.990 para o LTZ manual e R$ 45.490 para o Easytronic, ele está bem no miolo dos compactos, quando equipados à altura. O problema é que se aproxima do valor pedido por um Onix LTZ com câmbio automático tradicional – mais caro que o sistema automatizado – que sai a R$ 47.690. Na balança, uma diferença de pouco mais de R$ 2 mil contra o projeto mais moderno do Onix. Em relação aos rivais, um Volkswagen Fox 1.6 I-Motion equivalente sai por cerca de R$ 46 mil, enquanto um Renault Sandero Automatique encosta nos R$ 47 mil, quando equipado com o sistema de navegação com GPS e tela sensível ao toque. Estão todos no bolo.
Primeiras impressões
Novidades em marcha
Indaiatuba/SP – As mudanças no visual fizeram bem ao Agile. Os faróis mais estreitos compõem melhor a frente, que também ostenta uma grade ligeiramente menor. As luzes de neblina na parte baixa do parachoque cresceram e ajudam a equilibrar um pouco as proporções. Atrás, a não ser pelo parachoque mais bojudo com pequenos refletores, tudo igual. O perfil continua o mesmo, comportado, ainda que para 2014 o Agile tenha ganho novas rodas de liga-leve em 16 polegadas, que dão um tom mais elegante à versão LTZ.
O interior também continua o mesmo, mas as aletas para mudanças manuais no câmbio automatizado e o novo volante tem comandos do som ajudam bastante a convivência com o carro. O primeiro compensa a alavanca muito pequena e o volante multifuncional minimiza a má localização dos comando do rádio, muito baixos. Além disso, tem boa pegada e descomplica o uso do controlador de velocidade de cruzeiro, agora com botões específicos.
A nova caixa de câmbio deu ao hatch saídas mais “espertas”, com um escalonamento mais aberto. A primeira marcha ficou mais curta, enquanto as últimas estão mais longas, para rotações menores em velocidade de cruzeiro. Os engates estão ligeiramente mais firmes e secos, mas a alavanca merecia um trambulador mais justo – há uma “folga” excessiva que diminui a precisão e dificulta uma tocada mais entusiasmada. No entanto, em ritmos mais amenos, o modelo entrega relativa suavidade de funcionamento e ruído interno controlado até a casa dos 100 km/h. A suspensão dá conta do recado e, mesmo com as rodas maiores, filtra bem as imperfeições do asfalto – como as da pista de durabilidade do Campo de Provas da GM de Cruz Alta. Mas cobra seu preço ao deixar a carroceria rolar um pouco demais em curvas mais fechadas.
O motor 1.4 não faz milagres e dá ao Agile um desempenho apenas compatível com a proposta. O propulsor entrega bom torque em rotações mais baixas, mas é áspero e pouco brilhante quando exigido ao máximo. Pelo menos, é bem casado com a transmissão. O também modernizado câmbio automatizado Easytronic funciona bem no Agile. É claro que as trocas são bastante perceptíveis – inerentes ao sistema com embreagem única –, mas entende rápido os chamados do pé direito, tanto para trocas ascendentes, quanto para descendentes. E faz o trabalho com relativa competência.
Ficha técnica
Chevrolet Agile LTZ
Motor: Etanol e gasolina, dianteiro, transversal, 1.389 cm³, quatro cilindros em linha, duas válvulas por cilindro e comando simples de válvulas no cabeçote. Injeção eletrônica multiponto sequencial e acelerador eletrônico.
Transmissão: Câmbio manual de cinco velocidades à frente e uma a ré. Tração dianteira. Não oferece controle eletrônico de tração.
Potência máxima: 97 cv com gasolina e 102 cv com etanol a 6 mil rpm.
Aceleração 0-100 km/h: 10,9 s.
Velocidade máxima: 177 km/h.
Torque máximo: 13,2 kgfm com gasolina e 13,5 kgfm com etanol a 3.200 rpm.
Diâmetro e curso: 77,6 mm x 73,4 mm. Taxa de compressão: 12,4:1.
Suspensão: Dianteira independente do tipo McPherson, com braços triangulares transversais, molas helicoidais, amortecedores telescópicos hidráulicos e barra estabilizadora. Traseira interdependente, com braços longitudinais, molas helicoidais e amortecedores telescópicos hidráulicos. Não oferece controle eletrônico de estabilidade.
Pneus: 195/50 R16.
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Carroceria: Hatch compacto em monobloco, com quatro portas e cinco lugares. Com 4,06 metros de comprimento, 1,68 m de largura, 1,54 m de altura e 2,54 m de entre-eixos. Oferece airbag duplo de série.
Peso: 1.076 kg.
Capacidade do porta-malas: 327 litros.
Tanque de combustível: 54 litros.
Produção: Rosário, Argentina
Lançamento no Brasil: 2011. Reestilização: 2013.
Itens de série:
Versão LTZ: Airbag duplo, desembaçador traseiro, ABS, BAS, EBD, sensor de luminosidade, faróis de neblina, trio elétrico, computador de bordo, ar-condicionado com visor digital, coluna de direção com regulagem em altura, direção hidráulica, rádio/CD/MP3/USB/Aux/Bluetooth e bancos do motorista com regulagem de altura, volante multifuncional. Preço: R$ 42.990.
Versão LTZ Easytronic adiciona: Câmbio automatizado Easytronic. Preço: R$ 45.490.
Versões Effect adicionam: Saias laterais, teto pintado em preto, spoilers dianteiro e traseiro e adesivos decorativos por mais R$ 1.950.
Fonte: http://motordream.uol.com.br/noticias/v ... juste-fino
- Clands
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Melhorou demais cara.
Metas até 2020:
Fazer faculdade (feito)
- Fazer intercâmbio : Andertrip Feito, mas acessem o site.
- Ter um bom emprego na área (feito)
- Ter uma casa (feito)
- Comprar um bom carro
- Conhecer 30 países. (23/30).
- Conhecer 30 países. (23/30).
- AlvoErrado2
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Só o visual, esse aí só uma outra plataforma (moderna dessa vez) salva. 

- Elvis
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Se melhorou demais e continua bosta, como é que estava antes?
:phlsrptr:
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- K.D.R
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olha a altura disso!
- EHIDEKI
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falar que continua a mesma tosqueira é chover no molhado.
- AlvoErrado2
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O conjunto da obra é uma merda e tu se preocupa com a altura??K.D.R escreveu:
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olha a altura disso!

- K.D.R
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isso todo mundo sabe, mas olhando as fotos, isso me chamou a atençao.AlvoErrado2 escreveu:O conjunto da obra é uma merda e tu se preocupa com a altura??K.D.R escreveu:
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olha a altura disso!
ontem quando li seu comentario fui procurar fotos. e realmente, é muito estranho.Johnnie Walker escreveu:Uma coisa que eu reparei no tragile é que as rodas traseiras ficam perdidas dentro das caixas de rodas, devido a plataforma ser mais estreita do que a carroceria.
É muito bizarro. Coisa digna de carro chinês.

- luiz jorge
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Clands escreveu:Melhorou demais cara.
Corrigiu à frente polêmica, nova cor azul clara show, volante multifunção show (deu muito mais conforto e praticidade p/ mexer com o som e o cruise-control), aposentou as velhas alavancas de setas por novas, câmbio automatizado revisto (GII) atrelado à direção ( paddle shifts), apenas versão recheada (LTZ), etc. Em suma, falta apenas a GM voltar a dar um bônus de uns R$3 mil, o que deve ocorrer em breve, p/ ficar um carrinho completinho e barato.
E ainda, a grande altura em relação ao solo do Agile é muito boa p/ 100% dos consumidores, pois rodamos em ruas e estradas esburacadas.
Opinião de hater vale tanto quanto o cocô do cavalo do zorro
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luiz jorge escreveu: Corrigiu à frente polêmica, nova cor azul clara show, volante multifunção show (deu muito mais conforto e praticidade p/ mexer com o som e o cruise-control), aposentou as velhas alavancas de setas por novas, câmbio automatizado revisto (GII) atrelado à direção ( paddle shifts), apenas versão recheada (LTZ), etc. Em suma, falta apenas a GM voltar a dar um bônus de uns R$3 mil, o que deve ocorrer em breve, p/ ficar um carrinho completinho e barato.
E ainda, a grande altura em relação ao solo do Agile é muito boa p/ 100% dos consumidores, pois rodamos em ruas e estradas esburacadas.

- Vittel
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Caralho, nunca vi alguém falar tanta merda como esse troll. 


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:cntmems:Danilo Souza escreveu:Caralho, nunca vi alguém falar tanta merda como esse troll.
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Volante de base reta num carro 1.4.... Nice!
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pode ser por 2 motivos:HateSeeker escreveu:Volante de base reta num carro 1.4.... Nice!
1. carro com pretensão esportiva
2. a ergonomia é uma bosta e a perna roça no volante, daí terem achatado
e aí? qual seria o motivo?
- Trunks
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Vou aguardar a resposta do LJ 

- Léo.Daltoé
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Volante do Agile (o antigo) parece aqueles de navio de tão grande. :ohgodk:
- Kicksilver
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ThisEHIDEKI escreveu:2. a ergonomia é uma bosta e a perna roça no volante, daí terem achatado![]()
e aí? qual seria o motivo?
- luiz jorge
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Nenhum das alternativas (a não ser que o cara seja um completo sem noçãoEHIDEKI escreveu:pode ser por 2 motivos:HateSeeker escreveu:Volante de base reta num carro 1.4.... Nice!
1. carro com pretensão esportiva
2. a ergonomia é uma bosta e a perna roça no volante, daí terem achatado![]()
e aí? qual seria o motivo?
)É apenas impressão, Léo. Todos os volantes têm o mesmo diâmetro, pois isso no Brasil é regulamentado por Lei.Léo.Daltoé escreveu:Volante do Agile (o antigo) parece aqueles de navio de tão grande. :ohgodk:
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- Léo.Daltoé
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Dúvido.

Vai dizer que o volante do New Civic tem o mesmo diâmetro do Agile?!
- Vittel
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Volante todos de mesmo diâmetro?
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