Pensando como seria uma lista dos 10 modelos mais interessantes de dirigir, por tudo o que já foi dito sobre eles, elaborei uma lista dos que representam cada segmento por terem algo inédito para a época em que começaram a ser produzidos, ou alguma característica que os tornam diferentes dos concorrentes. Vamos aos escolhidos:
Ferrari 288 GTO: supercarro que teve apenas 272 unidades fabricadas entre 1984 e 1985. Deu origem ao mítico modelo F40. Vem com motor V8 biturbo de 400 cavalos, potência para acelerar de 0 a 100 km/h em 4 segundos e atingir 306 km/h. Simboliza a essência do que é um superesportivo de verdade, sem controle de tração, estabilidade, entre outras “babás eletrônicas”.
Ford T: considerado o primeiro produzido em série e eleito o carro do século XX. É preciso reaprender a dirigir ao assumir o volante desse pioneiro. O acelerador é no volante e os comandos dos pedais não têm as mesmas funções dos modelos atuais.
VW Kombi: perua derivada do Fusca, vai voltar a ser oferecida na Europa na versão Camping. Marcou época e mantém características do projeto original até hoje, como o volante na horizontal e os pedais ancorados no assoalho.
Mazda RX8: Esportivo japonês equipado com motor Wankel, que usa rotorescom formato de triângulo no lugar dos pistões convencionais. Temfuncionamento mais suave, com menos vibração e silêncio. Esse tipo de motor acabou sendo vitorioso nas 24 Horas de Le Mans, em 1991, com o protótipo 787B. Por tudo isso,torna-se um cupê único, com 1.3 litro de cilindrada, 232 cavalos a 8.500rpm e 22,4 kgfm de torque a altíssimos 7.500 rpm.
Citroën 2CV: síntese do que é um carro simples, no sentido mais amplo da palavra. Foi uma das primeiras iniciativas de produzir um automóvel acessível ao maior número de pessoas possível. Feito entre 1948 e 1990, também está entre os modelos que ficaram ais tempo em linha, o que comprova seu sucesso.
Lotus 7: ícone entre os roadsters, pequenosconversíveis leves e ágeis. Teve vários concorrentes, principalmente no Reino Unido, entre os quais modelos da MG, Morgan e Tryumph. Depois vieram os alemães e sofisticaram o conceito desses esportivos, seja com motores muito potentes, ou com parafernália eletrônica.
Plymouth Road Runner Superbird: Eis o rei entre os chamados “muscle cars”, com seu imenso aerofólio traseiro, com quase um metro de altura. Como não poderia deixar de ser, vinha com motor V8, que rendia até 425 cavalos brutos. Foi concebido para correr nas 24 Horas de Daytona.
Land Rover Defender: quase sinônimo de modelo 4x4 para andar na terra, já está com substituto anunciado. Mas ficará sempre marcado pela valentia em trilhas e trechos difíceis de serem enfrentados. Não foi à toa que foi escolhido para participar de expedições de longa duração e de extrema dificuldade, como o Camel Throphy, realizada entre os anos 80 e 2000. Nunca será esquecido pela sua legião de fãs.
Mini E: protótipo que serviu de base para o desenvolvimento da nova linha de elétricos da BMW. Prova que um modelo movido a eletricidade pode ser divertido de dirigir. Além de ser capaz de alcançar 160 km/h, chega a dispensar o pedal do freio na maior parte do tempo, por causa do sistema que recarrega as baterias quando o carro não está acelerando.
Honda Fit CVT: Um dos melhores exemplos de carro compacto equipado com câmbio CVT, com relações continuamente variáveis. Não há tranco entre as mudanças de marchas, apenas virtuais. Esse tipo de transmissão funciona melhor em motores pequenos, como é o caso do modelo da marca japonesa.Com tanque de combustível no centro do carro e assoalho plano também se destaca por ser um compacto que consegue ter boa estabilidade e espaço interno incomum em modelos do gênero.
Fonte:
CarSale|Blog












