Avaliação: Honda Civic 2012
Enviado: 07 Jan 2012, 17:27
Avaliação: Honda Civic 2012
Sex, 06 de Janeiro de 2012 13:44
Escrito por José Antonio Leme
A Honda ficou assistindo as vendas do New Civic caírem mês atrás do outro enquanto seu principal rival, o Corolla, já havia passado inclusive por um facelift no começo do ano para se recuperar também. E aos 45 do segundo tempo de 2011 o Civic 2012 - sim, agora sem o New – chega para se colocar novamente na briga dos sedãs médios que junto do segmento de compactos foi o mais aquecido neste ano e com grandes novidades. Os preços iniciam em R$ 69.700 na versão LXS manual, mas podem chegar até R$ 85.900 na versão EXS, oferecida apenas com câmbio automático. Se o visual do Civic não foi nada de revolucionário como quando o New Civic foi lançado, em compensação a Honda caprichou no recheio e mexeu em um ponto crucial para o sedã após a chegada do City: o tamanho do porta-malas, uma vez que o City, mesmo sendo menor tinha maior espaço de carga. O visual do carro continua semelhante ao anterior, uma vez que foram mantidas as linhas principais, mas realizadas mudanças pontuais, além de outras exclusivas para o mercado brasileiro. No quesito dimensões, o Civic manteve a largura e a altura inalteradas, enquanto diminuiu 3 cm no entre-eixos e aumentou 1,6 cm no comprimento, graças ao desenho dos para-choques.
Seus faróis estão mais estreitos e as setas agora são transparentes. Na tampa do porta-malas, as lanternas foram modificadas e passaram do formato horizontal, para uma forma mais compacta e vertical. Na versão destinada ao mercado brasileiro, refletores foram aplicados na tampa do porta-malas como uma extensão das lanternas. Novos para-choques também fazem parte do conjunto. Outras alterações exclusivas para o mercado nacional foram o aumento do tanque de combustível de 50 l para 57 l para permitir a utilização de etanol e a melhoria no isolamento acústico com a instalação de manta têxtil sobre as caixas de roda, além de um defletor junto a roda traseira, também com o intuito de deixar o veículo mais silencioso. Para todos os mercados onde ele é vendido, há um novo quadro de instrumentos, dividido em dois níveis como era na geração anterior, ficando no local tradicional o conta-giros e as luzes espias, enquanto o velocímetro e o computador de bordo, o i-MID - que é de série para todas as versões - fica na parte superior.
Ainda falando do interior podemos contar que os bancos ganharam novo formato, o ar-condicionado digital é de série em todas as versões, assim como airbag duplo dianteiro. Já o airbag lateral e o teto solar estarão disponíveis apenas na versão EXS. Quem compra um sedã médio, geralmente tem família e usa o carro para viajar. Se não o maior, um dos grandes Calcanhares de Aquiles do Civic na geração anterior eram os parcos 340 litros de capacidade, que agora passaram para os 449 litros de espaço para bagagens. Para que isso acontecesse, a Honda baixou o assoalho do carro e diminuiu o tamanho do estepe. Outros itens de série disponíveis em todas as versões são a câmera de ré, o rádio e o volante multifuncional, com controles de áudio e do piloto automático.
Sob o capô a Honda fez pequenas alterações no motor 1.8 que continua a entregar os 140 cv e 139 cv com etanol e gasolina e 17,7 kgfm e 17,5 kgfm de torque, com o combustível vegetal e o fóssil, respectivamente. De acordo com Alfredo Guedes, engenheiro da Honda, os consumidores
estavam satisfeitos com os números entregues pelo motor, mas a marca entendia que podia melhorá-los.
Para isso, houve redução do atrito das partes internas do motor com aplicação de molibdênio aos pistões, alteração na geometria de admissão de ar e mudanças no i-VTEC do motor. Seus ressaltos foram modificados e os comandos tiveram sua espessura reduzida.
O Civic ganhou ainda o botão ECON, um botão verde que fica a esquerda do painel e serve para melhorar o consumo ao alterar parâmetros de funcionamento do ar-condicionado, resposta do acelerador, piloto automático e injeção eletrônica.
As opções de transmissão continuam as mesmas, automática ou manual de cinco velocidades. No caso da automática a Honda anuncia que ela proporciona 2,2% a mais de economia, após mudanças nos solenóides utilizados no conversor de torque, tornando-a mais rápida nas respostas. Já o câmbio manual teve a relação reduzida na 1ª e 2ª marchas, permitindo assim mais força e vigor nas arrancadas e saídas. Com o objetivo de melhorar a visibilidade, a Honda diminuiu a espessura das colunas A sem comprometer a estrutura, aplicando naquela região aço de maior tensão. Ou seja, mesmo mais fina e prejudicando menos a visão do motorista, a segurança dos ocupantes não foi comprometida.
Bem completo, ao Civic sobraram poucos itens que ficaram como opcionais: O acendimento automático dos faróis e os repetidores de seta no espelho retrovisor ficaram reservados às versões LXL e EXS. Já o GPS com tela de 6,5 pol., o Bluetooth para conexão com o celular e os airbags laterais dianteiros são exclusividades da versão topo da gama, a EXS. Os faróis de neblina no para-choque dianteiro e o sistema MA-EPS, que é o refinamento da assistência da direção elétrica, e o controle de estabilidade desconectável (VSA) estão disponíveis apenas na versão topo de linha.
Renovado, o Civic finalmente se coloca novamente na briga do segmento de sedãs médios contra o líder Toyota Corolla e seus outros também renovados concorrentes, Renault Fluence, Chevrolet Cruze, Peugeot 408, o também japonês Mitsubishi Lancer GT e outros ainda por fazerem uma renovação como Ford Focus e Citroën C4 Pallas.
FICHA TÉCNICA
PREÇO: R$ 85.900 (EXS)
MOTOR: 4 cil., 1.799 cm3, 140 cv @ 6.500 rpm, 17,7 kgfm @ 4.500
TRANSMISSÃO: Cinco velocidades, automática
COMP./ALT./LARG.: 4.525 mm / 1.755 mm / 1.450 mm
DESEMPENHO: N/D
Fotos de Luca Bassani
Fonte: Car Magazine Brasil
Sex, 06 de Janeiro de 2012 13:44
Escrito por José Antonio Leme
A Honda ficou assistindo as vendas do New Civic caírem mês atrás do outro enquanto seu principal rival, o Corolla, já havia passado inclusive por um facelift no começo do ano para se recuperar também. E aos 45 do segundo tempo de 2011 o Civic 2012 - sim, agora sem o New – chega para se colocar novamente na briga dos sedãs médios que junto do segmento de compactos foi o mais aquecido neste ano e com grandes novidades. Os preços iniciam em R$ 69.700 na versão LXS manual, mas podem chegar até R$ 85.900 na versão EXS, oferecida apenas com câmbio automático. Se o visual do Civic não foi nada de revolucionário como quando o New Civic foi lançado, em compensação a Honda caprichou no recheio e mexeu em um ponto crucial para o sedã após a chegada do City: o tamanho do porta-malas, uma vez que o City, mesmo sendo menor tinha maior espaço de carga. O visual do carro continua semelhante ao anterior, uma vez que foram mantidas as linhas principais, mas realizadas mudanças pontuais, além de outras exclusivas para o mercado brasileiro. No quesito dimensões, o Civic manteve a largura e a altura inalteradas, enquanto diminuiu 3 cm no entre-eixos e aumentou 1,6 cm no comprimento, graças ao desenho dos para-choques.
Seus faróis estão mais estreitos e as setas agora são transparentes. Na tampa do porta-malas, as lanternas foram modificadas e passaram do formato horizontal, para uma forma mais compacta e vertical. Na versão destinada ao mercado brasileiro, refletores foram aplicados na tampa do porta-malas como uma extensão das lanternas. Novos para-choques também fazem parte do conjunto. Outras alterações exclusivas para o mercado nacional foram o aumento do tanque de combustível de 50 l para 57 l para permitir a utilização de etanol e a melhoria no isolamento acústico com a instalação de manta têxtil sobre as caixas de roda, além de um defletor junto a roda traseira, também com o intuito de deixar o veículo mais silencioso. Para todos os mercados onde ele é vendido, há um novo quadro de instrumentos, dividido em dois níveis como era na geração anterior, ficando no local tradicional o conta-giros e as luzes espias, enquanto o velocímetro e o computador de bordo, o i-MID - que é de série para todas as versões - fica na parte superior.
Ainda falando do interior podemos contar que os bancos ganharam novo formato, o ar-condicionado digital é de série em todas as versões, assim como airbag duplo dianteiro. Já o airbag lateral e o teto solar estarão disponíveis apenas na versão EXS. Quem compra um sedã médio, geralmente tem família e usa o carro para viajar. Se não o maior, um dos grandes Calcanhares de Aquiles do Civic na geração anterior eram os parcos 340 litros de capacidade, que agora passaram para os 449 litros de espaço para bagagens. Para que isso acontecesse, a Honda baixou o assoalho do carro e diminuiu o tamanho do estepe. Outros itens de série disponíveis em todas as versões são a câmera de ré, o rádio e o volante multifuncional, com controles de áudio e do piloto automático.Sob o capô a Honda fez pequenas alterações no motor 1.8 que continua a entregar os 140 cv e 139 cv com etanol e gasolina e 17,7 kgfm e 17,5 kgfm de torque, com o combustível vegetal e o fóssil, respectivamente. De acordo com Alfredo Guedes, engenheiro da Honda, os consumidores
estavam satisfeitos com os números entregues pelo motor, mas a marca entendia que podia melhorá-los.
Para isso, houve redução do atrito das partes internas do motor com aplicação de molibdênio aos pistões, alteração na geometria de admissão de ar e mudanças no i-VTEC do motor. Seus ressaltos foram modificados e os comandos tiveram sua espessura reduzida. O Civic ganhou ainda o botão ECON, um botão verde que fica a esquerda do painel e serve para melhorar o consumo ao alterar parâmetros de funcionamento do ar-condicionado, resposta do acelerador, piloto automático e injeção eletrônica.
As opções de transmissão continuam as mesmas, automática ou manual de cinco velocidades. No caso da automática a Honda anuncia que ela proporciona 2,2% a mais de economia, após mudanças nos solenóides utilizados no conversor de torque, tornando-a mais rápida nas respostas. Já o câmbio manual teve a relação reduzida na 1ª e 2ª marchas, permitindo assim mais força e vigor nas arrancadas e saídas. Com o objetivo de melhorar a visibilidade, a Honda diminuiu a espessura das colunas A sem comprometer a estrutura, aplicando naquela região aço de maior tensão. Ou seja, mesmo mais fina e prejudicando menos a visão do motorista, a segurança dos ocupantes não foi comprometida.
Bem completo, ao Civic sobraram poucos itens que ficaram como opcionais: O acendimento automático dos faróis e os repetidores de seta no espelho retrovisor ficaram reservados às versões LXL e EXS. Já o GPS com tela de 6,5 pol., o Bluetooth para conexão com o celular e os airbags laterais dianteiros são exclusividades da versão topo da gama, a EXS. Os faróis de neblina no para-choque dianteiro e o sistema MA-EPS, que é o refinamento da assistência da direção elétrica, e o controle de estabilidade desconectável (VSA) estão disponíveis apenas na versão topo de linha.Renovado, o Civic finalmente se coloca novamente na briga do segmento de sedãs médios contra o líder Toyota Corolla e seus outros também renovados concorrentes, Renault Fluence, Chevrolet Cruze, Peugeot 408, o também japonês Mitsubishi Lancer GT e outros ainda por fazerem uma renovação como Ford Focus e Citroën C4 Pallas.
FICHA TÉCNICA
PREÇO: R$ 85.900 (EXS)
MOTOR: 4 cil., 1.799 cm3, 140 cv @ 6.500 rpm, 17,7 kgfm @ 4.500
TRANSMISSÃO: Cinco velocidades, automática
COMP./ALT./LARG.: 4.525 mm / 1.755 mm / 1.450 mm
DESEMPENHO: N/D
Fotos de Luca Bassani
Fonte: Car Magazine Brasil


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