GM irá adiar planos no Brasil por conta da perda de competitividade
Enviado: 18 Jul 2011, 18:05
http://www.<<removido>>/g ... itividade/
Compensa a leitura pessoal
Ronaldo Znidarsis, diretor de vendas da GM no Brasil e também na América Latina, admitiu em uma entrevista para o Jornal do Comércio que vários planos da marca por aqui poderão ser adiados por causa da situação delicada em que se encontram as fabricantes estabelecidas por aqui.
Ele comentou que a demanda continuará de certa maneira aquecida, mas de maneira relativa, já que medidas de desaceleração da economia, colocadas em prática no começo do ano, afetam bastante as vendas. Diminuição de horas extras e do ritmo de produção já aparecem.
Daqui pra frente, haverá acomodação de produção e margens, segundo ele. Já existem montadoras dando férias coletivas. A situação em 2011 é preocupante, pois as vendas aumentam mas as margens diminuem. Não se aumenta o preço efetivo da produção há três anos, mas os custos de commodities e mão de obra sobem a dois dígitos, por isso “a conta não fecha”.
As montadoras, segundo Znidarsis, esperam que o governo não tome medidas adicionais para desacelerar o setor, como mais restrição a crédito. As ações devem garantir que as empresas “sigam fortes”.
E essa situação atual pode sem dúvida adiar planos para o Brasil, como novas instalações fabris. Questionado sobre o Projeto Ônix, ele comenta o seguinte:
“O Celta, que é o produto com maior custo-benefício do mercado brasileiro, vai continuar. O Ágile desponta como melhor opção na faixa de R$ 40 mil. Classic é campeão nas famílias de médio porte. Existe mitificação que GM está trocando todo o portfólio. Estamos completando. Já temos um time legal; estamos trazendo mais jogadores para ficarmos com um plantel superlegal.”
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Ronaldo Znidarsis, diretor de vendas da GM no Brasil e também na América Latina, admitiu em uma entrevista para o Jornal do Comércio que vários planos da marca por aqui poderão ser adiados por causa da situação delicada em que se encontram as fabricantes estabelecidas por aqui.
Ele comentou que a demanda continuará de certa maneira aquecida, mas de maneira relativa, já que medidas de desaceleração da economia, colocadas em prática no começo do ano, afetam bastante as vendas. Diminuição de horas extras e do ritmo de produção já aparecem.
Daqui pra frente, haverá acomodação de produção e margens, segundo ele. Já existem montadoras dando férias coletivas. A situação em 2011 é preocupante, pois as vendas aumentam mas as margens diminuem. Não se aumenta o preço efetivo da produção há três anos, mas os custos de commodities e mão de obra sobem a dois dígitos, por isso “a conta não fecha”.
As montadoras, segundo Znidarsis, esperam que o governo não tome medidas adicionais para desacelerar o setor, como mais restrição a crédito. As ações devem garantir que as empresas “sigam fortes”.
E essa situação atual pode sem dúvida adiar planos para o Brasil, como novas instalações fabris. Questionado sobre o Projeto Ônix, ele comenta o seguinte:
“O Celta, que é o produto com maior custo-benefício do mercado brasileiro, vai continuar. O Ágile desponta como melhor opção na faixa de R$ 40 mil. Classic é campeão nas famílias de médio porte. Existe mitificação que GM está trocando todo o portfólio. Estamos completando. Já temos um time legal; estamos trazendo mais jogadores para ficarmos com um plantel superlegal.”

