Avaliação: Fiat Toro 2.0 diesel Volcano

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Robô Troll
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17 Fev 2016, 20:30

Avaliação: Fiat Toro 2.0 diesel Volcano
Do Auto Esporte


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Fiat Toro Volcano (Foto: Marcos Camargo)

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A picape Fiat Toro quer ser um veículo essencialmente urbano, mas promete também não fazer feio em trechos offroad. A opção que tem mais atributos para ir bem nesses dois cenários é a topo de linha Volcano, que elegemos para ser a primeira a passar pela nossa avaliação. Tabelada em salgados R$ 116.500, ela conta com motor 2.0 turbodiesel de 170 cv a 3.750 rpm e 35,7 kgfm a 1.750 rpm. Mas a Toro tem outras versões a diesel mais em conta, incluindo uma com caixa manual de seis marchas e tração 4X4. Na top, o câmbio é automático de nove velocidades e a tração é integral. Confira como ela se saiu na nossa avaliação na estrada e na areia.


Impressões ao volante


Dirigimos a Toro em trechos de estrada entre Natal (RN) e a praia da Pipa (que serviu de cenário para as fotos desta página), e também em trechos de offroad leve nesse mesmo destino turístico. O que confirmamos por lá é que ela é uma picape com diribilidade de SUV, superior à das rivais. Isso porque, o novo modelo da Fiat tem por baixo do visual de veículo de carga, uma estrutura de utilitário esportivo, mais especificamente a do Jeep Renegade.


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Fotos: Fiat Toro


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Isso faz com que a dirigibilidade seja a mesma com a caçamba vazia ou cheia. Nas outras picapes, especialmente as maiores e com cabines simples, a caçamba vazia prejudica a estabilidade, ainda mais em altas velocidades. Quem já dirigiu as picapes menores e maiores contra as quais a Fiat quer brigar, vai se sentir bem mais confortável a bordo da Toro. A posição de dirigir é alta, mas seu porte não faz com que a tarefa dirigir no trânsito das grandes cidades seja um sufoco. Na prática, a nova picape é do tamanho de um utilitário mais parrudo.


No asfalto, o conjunto de suspensão filtra muito bem as irregularidades e mantém a Toro estável em curvas. Na terra, os trancos são suavizados pela suspensão multilink na traseira, uma opção mais reforçada do que o esquema McPherson adotado pelo Renegade no mesmo eixo. Por sua vez, a tração integral (com opção de 4x4 reduzida) dá conta do recado para ultrapassar terrenos rochosos e dunas de areia, como os das falésias da região que visitamos. Adaptativo, o sistema é menos pesado do que os convencionais usados pelas picapes médias.

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Cabine da Fiat Toro Volcano (Foto: Marcos Camargo)

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O motor turbodiesel tem ótimo fôlego para carregar os 1.672 kg da picape graças ao torque máximo entregue desde baixas rotações. Assim, contribui para que a Toro não sofra ao rodar, a não ser em saídas, quando poderia ser mais ágil. O câmbio faz trocas bastante suaves, mas não espere ânimo nas retomadas de velocidade. Segundo a Fiat, esta versão chega a 100 km/h em 10 segundos e tem velocidade máxima de 188 km/h, números que Autoesporte ainda vai aferir e publicar em breve.


Outro ponto positivo é que a distância entre-eixos de bons 2,99 metros garante espaço suficiente para dois passageiros viajarem sem aperto no banco de trás. A direção elétrica guarda o principal ponto negativo do modelo, já que é leve para manobrar, mas deveria ser mais direta em altas velocidades. A área envidraçada agrada, mas a coluna B é larga e dificulta a visão do motorista. A visibilidade traseira também é boa e não é prejudicada pela caçamba.

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Fiat Toro Volcano (Foto: Marcos Camargo)


 


 

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Fiat Toro Volcano (Foto: Marcos Camargo)


Custo-benefício


Ao contrário da versão de entrada Freedom, que é básica demais, a topo de linha Volcano que avaliamos tem recheio para justificar o preço. De série, oferece ar-condicionado digital de duas zonas, vidros, retrovisores e travas elétricas, volante multifuncional, computador de bordo, farol de neblina e sensor de ré. A tela multimídia de 5,5 polegadas com GPS também vem de fábrica, mas decepciona por ser pequena demais e ter funções simples para um carro desta faixa de preço.


O pacote de itens de segurança também é elogiável: há os obrigatórios freios ABS, airbag duplo, assistente de partida em rampa, controle de tração e estabilidade e Isofix. A picape promete alcançar nota máxima à proteção de ocupantes graças aos sete airbags que, infelizmente, são vendidos como opcionais mesmo na versão topo de linha. O kit sai por R$ 4.140 e inclui regulagem elétrica do banco do motorista e sensor de pressão dos pneus. Além disso, bem que os bancos revestidos de couro poderiam ser de série nesta versão topo de linha. A Fiat oferece esse opcional por R$ 2.070.


Vale a compra?


Sim. A Toro Volcano promete ser a melhor alternativa para quem quer ter uma picape na garagem, mas não encontrava espaço suficiente para quatro pessoas nos modelos menores ou vaga de garagem que comportasse as picapes maiores. Barata ela não é, mas entrega bons itens de série e desempenho, tanto no asfalto quanto no fora de estrada. De quebra, seu porte pode ser o suficiente mesmo para os compradores interessados em médias convencionais. Pelo diesel e câmbio automático, as rivais de porte maior cobram muito mais caro - e perdem em conforto, dirigibilidade e estilo.

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Dimensões da picape Fiat Toro (Foto: Autoesporte)


Ficha técnica


Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, comando duplo, turbo, injeção direta de diesel


Cilindrada: 1.956 cm³


Potência: 170 cv a 3.750 rpm


Torque: 35,7 kgfm a 1.750 rpm


Câmbio: Automático de nove velocidades, tração integral


Direção: Elétrica


Suspensão: Independente McPherson na dianteira e multilink na traseira


Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira


Pneus: 255/65 R17


Comprimento: 4,91 m


Largura: 1,84 m


Altura: 1,74 m


Entre-eixos: 2,99 m


Tanque: 60 l


Caçamba: 1.000 kg de carga e 820 litros de volume (fabricante)


Peso: 1.672 kg


Números de teste (montadora)


0 a 100 km/h: 10 s


Velocidade máxima: 188 km/h


Consumo urbano: 9,4 km/l


Consumo rodoviário: 12,9 km/l

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Fiat Toro Volcano (Foto: Marcos Camargo)


Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Ana ... lcano.html

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Kicksilver
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17 Fev 2016, 23:26

:notbad:

Bicha nessa versão, e nessa cor, tá bem bonita mesmo.

10s... Car and Driver mediu 11,7 :hateogw:

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Danilo Souza
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18 Fev 2016, 02:35

Kicksilver escreveu::notbad:

Bicha nessa versão, e nessa cor, tá bem bonita mesmo.

10s... Car and Driver mediu 11,7 :hateogw:
Dados da montadora né, sempre vai ser melhor. :trollbanguela:
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duds
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18 Fev 2016, 13:10

:pokergusta:

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Robô Troll
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18 Fev 2016, 15:26

“Outros países estão querendo comprar a Toro”, diz chefão da FCA
Do CarPlace | Publicado em Thu, 18 Feb 2016 10:45:23 +0000


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O sucesso almejado pela FCA com o lançamento da Fiat Toro não deve ficar restrito às fronteiras brasileiras. Durante a cerimônia de estreia da picape nesta semana em São Paulo, o chefão do grupo euro-americano na América Latina adiantou que vários outros países demonstraram interesse em ter a camionete pernambucana em seus mercados. “Hoje estamos sendo assediados por outros países que querem comprar a Toro. Isso é muito bom”, disse Stefan Ketter ao portal Automotive Business.

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A declaração do executivo deixa clara a intenção da FCA em exportar o modelo. E especulações já adiantam que as entregas irão além dos países da América Latina. Mercados da África, como a África do Sul, são fortes candidatos, além de regiões da Ásia e Oceania. Não custa lembrar, a Toro teve todo seu desenvolvimento concentrado no Brasil (incluindo design, engenharia, marketing e outros), obedecendo aos padrões internacionais da empresa – o que credencia o modelo para pretensões de exportação.

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Leia também: Fiat Toro parte de R$ 76.500: veja versões, conteúdos e preços oficiais


 

Ver a notícia “Outros países estão querendo comprar a Toro”, diz chefão da FCA diretamente no site CARPLACE.


Fonte: http://carplace.uol.com.br/outros-paise ... ao-da-fca/

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Ramiel
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18 Fev 2016, 15:35

Todo mundoq uer a Toro :ogy:

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Kicksilver
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18 Fev 2016, 18:28

Hugo Gloss aprovou. :clo:

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RockMaan
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18 Fev 2016, 19:52

Na moral, curti essa Toro :lol: :notbad:

Review bacana, resumido.

Deu impressão de ser um ótimo carro mesmo, e que vai cumprir muito bem a proposta. Mas por 116k realmente poderia ter couro e AB6 de série.

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Robô Troll
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18 Fev 2016, 22:28

Avaliação: Fiat Toro deve mexer com o mercado – e não só o de picapes
Do CarPlace | Publicado em Thu, 18 Feb 2016 20:26:19 +0000



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Uma nova espécie de Fiat está nas ruas. Nunca a marca italiana teve no Brasil um carro tão sofisticado, parrudo, equipado e, por que não dizer, ousado em termos mercadológicos. Sabe aquela história que a Fiat não sabe fazer carro grande? Que a Fiat não consegue vender carro caro? Pois a Toro vem como resposta não somente a quem deseja uma picape de tamanho intermediário entre uma Strada e uma S10, mas também a todos que procuram um novo tipo de automóvel. Pelo que vimos após dirigir todas as versões da novidade, não foi só a Renault Oroch que ganhou uma séria concorrente. A Toro vem colocar um enorme ponto de interrogação na cabeça de quem dispõe de R$ 76.500 (versão Freedom 1.8 Flex básica) a R$ 129.430 (versão Volcano 2.0 TD com todos os opcionais) para comprar um carro, seja ele picape, SUV, sedã, hatch médio…

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Exagero? Talvez em outros mercados, mas no Brasil sabemos que as pessoas pagam (e caro!) por “fator novidade”, design e porte imponente – elementos que a Toro reúne muito bem. Embora o conceito de picape monobloco com plataforma de SUV seja semelhante ao da Oroch, o modelo da Fiat vai além em tamanho, espaço, caçamba, refinamento técnico, acabamento, itens de segurança e principalmente na oferta de versões e equipamentos. Tanto que a marca italiana prevê que o maior volume de vendas da Toro seja dos modelos com motor 2.0 a diesel, representando 60% das 50 mil unidades anuais estimadas. Ou seja, uma configuração que a rival sequer dispõe.

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Uma das bases para apostar tanto no motor à óleo está no fato de que a Toro Freedom 4×2 com câmbio manual de seis marchas é o “carro” a diesel mais barato do mercado, com preço a partir de R$ 93.900 – valor que sobe para R$ 101.900 no caso da versão 4×4. No topo da gama está a versão Volcano, também a diesel, mas com transmissão automática de nove marchas e tração 4×4, tabelada a R$ 116.500. Na base da oferta, a Toro Freedom 4×2 1.8 flex sai por R$ 76.500, tendo a série especial Opening Edition com um pacote mais recheado de itens por R$ 84.400. Veja aqui os itens de série e opcionais de cada versão.

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Apostar numa estrutura monobloco para uma picape deste porte e com capacidade para até 1 tonelada nas versões a diesel (650 kg na Flex) demandou dedicação total da engenharia, não só na plataforma como também na suspensão. Até a coluna B, a Toro é basicamente um Renegade nas partes onde não se vê, mas daí para trás é tudo inédito. Para atender às demandas de uso de uma picape, que inclui carga e muitas vezes caminhos mais complicados, a Toro usa carroceria com 70% de aços de alta e ultra resistência (estes formados a quente). Segundo a Fiat, a resistência à torção do modelo é 2,5 vezes mais alta que a de um sedã, por exemplo. Na suspensão, a dianteira é a tradicional McPhseron, mas a traseira adotou um sistema multilink no lugar do McPherson (Chapman Strut) do Renegade, principalmente por conta das torres de suspensão mais elevadas, que roubariam espaço na caçamba, além de não lidar tão bem com peso. Repare ainda na sarada bucha (peça laranja) da foto abaixo. Ela serve como apoio para a bandeja superior da suspensão quando o carro está carregado, ajudando a manter a mesma dinâmica e conforto de quando a caçamba está vazia.

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A elevada resistência da estrutura também rende frutos na segurança. De acordo com a engenharia da Fiat, a picape foi projetada para receber as mesmas cinco estrelas do Renegade no crash-test do Latin NCAP (que deverá ser realizado em breve). Já na parte de segurança ativa (aquela que evita acidentes), a Toro vem com controles de estabilidade/tração e assistente de partida em rampa desde a versão de entrada. Só não entendemos a presença de freios a tambor no eixo traseiro, que a Fiat diz ter adotado para facilitar (e baratear) a manutenção.

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Como na Oroch, a Toro se propõe a levar cinco pessoas com conforto de SUV. Promessa não cumprida perfeitamente por nenhuma das duas: ainda que o espaço seja OK para passageiros de até 1,80 m no banco traseiro, as pernas esbarram no banco da frente e um terceiro ocupante fica apertado. É um pouco melhor que a picape da Renault na inclinação do encosto traseiro, mas ainda assim você fica com as costas mais na vertical do que no Renegade, por exemplo. De todo modo, é um mundo bem mais confortável do que os pseudos-bancos traseiros de picapes pequenas como Strada e Saveiro cabine dupla.

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Na caçamba a vantagem em cima da Oroch é mais evidente: 820 contra 685 litros, e ainda com a genial sacada da tampa traseira em duas folhas, com abertura lateral e maçaneta com trava elétrica, bastando o toque de um botão. Além de ser bastante leve, facilitando o manuseio, esse tipo de abertura ajuda no acesso ao fundo caçamba, uma vez que não é preciso se apoiar sobre a tampa para alcançar algum objeto. Como acessórios, a Fiat oferece uma série de itens interessantes para aproveitar o espaço disponível: divisor de caçamba, uma bolsa de lona de 407 litros (que serve para acomodar diversas malas), um rack acima da caçamba e ainda um extensor que amplia a capacidade para 1.225 litros. O sistema é composto por duas bases de aço que ficam presas às tampas laterais (uma em cada), formando o piso quando abertas – com direito à placa e lanternas extras, conforme a legislação. Com o extensor, dá para levar até duas motos de pequeno porte ou uma de porte maior.

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A atmosfera da cabine é conhecida: as linhas do painel e console são muito semelhantes às do Renegade, do qual a Toro também aproveita o volante, os comandos do ar-condicionado, a alavanca de câmbio e outros componentes menores. A central multimídia é a conhecida UConnect de 5 polegadas com tela táctil, que funciona bem, mas é um tanto pequena para o preço da Toro, especialmente na versão Volcano. Já o acabamento e a montagem são corretos, mas, novamente, não apresentam o mesmo refinamento do Jeep. O painel usa plástico rígido em sua composição e o freio de estacionamento é por alavanca, enquanto o Renegade usa painel de espuma injetada e tem freio de estacionamento eletrônico, por botão – a Fiat diz que mesmo picapes mais caras têm painel de plástico rígido. No entanto, há detalhes que mostram a preocupação com a qualidade percebida, tais como o puxador de porta revestido de material emborrachado (macio ao toque) e os “pqps” com retorno suave, além do revestimento de teto em tom mais escuro (para não sujar no uso constante em ambientes sem pavimentação).

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É rodando, porém, que a Toro confirma ser uma nova era para a Fiat. Ela lembra muito mais o Renegade do que qualquer outro modelo da casa, com uma tocada surpreendentemente ágil, estável, silenciosa e até divertida. A começar pela posição de dirigir, que ficou muito boa com o volante de pegada grossa que ajusta em altura e profundidade, além do banco confortável e com bom suporte lateral. Como as versões são bastante diferentes, vamos com uma de cada vez:

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4×4 TD automática – O elogiado conjunto mecânico do Renegade a diesel, com motor 2.0 de 170 cv e 35,7 kgfm aproveitado por todas as nove marchas do câmbio automático da ZF, também funciona muito bem na picape. Há torque de sobra nas saídas e ultrapassagens, lembrando que a primeira marcha é reduzida (relação de 4,7:1), somente para condição off-road – pode-se acioná-la manualmente ou ligando a tração no modo 4×4 Low. Normalmente, a Toro sai de segunda marcha, como no Jeep com este conjunto. Para compensar o peso extra da picape (1.871 kg nesta versão Volcano), a Fiat encurtou um pouco a relação de diferencial, de modo que quase não sentimos diferença nas respostas em relação ao Renegade – tanto que a FCA divulga mesmo desempenho para os dois, com 0 a 100 km/h em 10 segundos e máxima de 188 km/h. Na estrada, ela viaja com apenas 1.750 rpm em nona marcha. Pênalti desta versão fica por conta da vibração do motor, mais sentida nos pedais e volante do que na Toro a diesel com câmbio manual.

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4×2 TD manual – A mais divertida da gama permite explorar o motorzão a diesel ao máximo, sendo forte nas arrancadas e decidida nas manobras de estrada. No modelo 4×2, mais leve (1.709 kg), a aceleração de 0 a 100 km/h divulgada é de 9,5 segundos – tempo conseguido por nós com o Punto T-Jet. Bacana aqui também é o câmbio de seis marchas, cuja caixa herdada do Bravo T-Jet (obviamente modificada) tem engates precisos e macios, ainda mais em se tratando de uma picape. Também gostamos do peso e sensibilidade dos pedais, macios na medida para uso urbano. Ponto negativo fica por conta de um ligeiro “buraco” do motor nas saídas, que exige uma pisadinha a mais no acelerador para não morrer. Na cidade você se acostuma, mas isso pode complicar a vida no off-road (caso da versão 4×4), sendo a versão automática mais indicada nesta caso por ter uma primeira marcha curta.

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4×2 Flex automática – A grande dúvida era se as melhorias no motor 1.8 E-TorQ fariam a Toro se comportar melhor que o Renegade, considerando a versão automática de seis marchas – faltou uma Toro 1.8 manual de entrada, que deve chegar posteriormente. Bem, a mudança principal do propulsor foi a adoção do coletor de admissão variável, que possui um longo caminho do ar abaixo de 4 mil rpm (para entregar torque) e, acima disso, abre flaps para encurtar o coletor (potência). O resultado, na teoria, foi um ganho de 7 cv e 0,2 kgfm de torque (total de 139 cv e 19,3 kgfm com etanol). Na prática, as saídas com acelerador a meio curso não se mostram tão sonolentas como no Jeep, com um pouco mais de força em giros inciais – algo necessário por conta dos 1.619 kg da picape. No entanto, achamos que os 12,2 s informados de 0 a 100 km/h eram muito otimistas e fizemos uma simulação no cronômetro, chegando a 14,5 s – lembrando que não se trata do nosso teste oficial, somente uma simulação. Ou seja, no campo das sensações a Toro 1.8 ficou melhor que o Renegade, mas, pisando fundo, o Jeep ainda é mais rápido por conta de seu menor peso. E na estrada a picape exibe fôlego limitado, perdendo o pique nas subidas e exigindo que o câmbio reduza uma ou até duas marchas para manter a velocidade.

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Em comum, todas as versões desfrutam da melhor dirigibilidade que já experimentamos numa picape desse tamanho. Já havíamos gostado da Oroch neste aspecto, mas a Toro tem uma direção bem mais rápida e precisa (com assistência elétrica), além de mais leve nas manobras. E a suspensão ficou excelente, com muito controle nas curvas e a absorção de impactos que se espera de um modelo com pretensões off-road. Novamente comparando com o Renegade, achei a Toro um “tiquinho” mais firme ao atropelar valetas e buracos, mas ainda assim bastante confortável – nada de pancadas para dentro da cabine. Já no comportamento dinâmico, bem, jogamos a Toro em alças de estrada de diversos raios diferentes, incluindo grandes desníveis no asfalto, e a atuação foi sempre previsível e muito segura – um abismo em relação às picapes de chassi e eixo rígido. Claro que a altura elevada da Toro se reverte em alguma rolagem de carroceria nas curvas e que, no limite, a dianteira alonga a trajetória. Mas, caramba, estamos numa picape de 4,91 metros e no mínimo 1,6 tonelada de peso!

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Este comportamento mais próximo de um automóvel, aliado à versatilidade de ter uma caçamba, e mais algumas soluções inteligentes da Toro já seriam suficientes para colocá-la como opção de compra de muita gente. Mas aí vem outro argumento forte da nova picape, o design. Ela é mais bonita ao vivo do que em fotos, com sua frente futurista causando torcicolos no trânsito e muitas perguntas nas paradas de semáforo. Numa delas, um senhor a bordo de uma VW Jetta Variant não resistiu: “Eu trocaria na hora!”. Mais uma prova de que a Toro vem mexer com o mercado, e não só o de picapes…

Por Daniel Messeder, de Campinas (SP)
Ficha Técnica: Fiat Toro 2.0 Multijet Volcano

Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros, 16 válvulas, 1.956 cm3, turbo e intercooler, diesel; Potência: 170 cv cv a 3.750 rpm; Torque: 35,7 kgfm a 1.750 rpm; Transmissão: automática de nove marchas, sendo a primeira reduzida, tração 4×4 automática; Suspensão: independente McPherson na dianteira e multilink na traseira; Freios: discos ventilados na dianteira e tambores na traseira, com ABS e EBD, Rodas: alumínio aro 17″ com pneus 225/65 R17; Peso em ordem de marcha: 1.871 kg; Capacidades: caçamba 820 litros, carga útil 1.000 kg, tanque 60 litros; Dimensões: comprimento 4.915 mm, largura 1.844 mm, altura 1.743 mm, entre-eixos 2.990 mm
Galeria de fotos: Fiat Toro 

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Ver a notícia Avaliação: Fiat Toro deve mexer com o mercado – e não só o de picapes diretamente no site CARPLACE.


Fonte: http://carplace.uol.com.br/avaliacao-fi ... e-picapes/

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18 Fev 2016, 22:47

Porta só tem 1 barra de proteção?

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19 Fev 2016, 19:23

OLHA ESSE VERDE :ohno3:

:money2:

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19 Fev 2016, 20:07

Kicksilver escreveu:Porta só tem 1 barra de proteção?

5 series f10
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19 Fev 2016, 22:24

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:ogy:

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20 Fev 2016, 00:48

Realmente, a série 5 é uma bosta :hateogwbaby:

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20 Fev 2016, 02:40

Ramiel escreveu:Realmente, a série 5 é uma bosta :hateogwbaby:
Pelo contrário, 5*. Muito bom.

http://www.euroncap.com/en/results/bmw/5-series/11004

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20 Fev 2016, 12:14

A vermelha e a Preta são as mais bonitas. :trollbanguela:

Estava fuçando por aí e achei isso num site de downloads.

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Auto Esporte - Brasil - Edição 609 - Fevereiro de 2016
Português | Páginas: 108 | True PDF | 33.7 mb

* Domanos a Toro. Avaliação completa da inovadora picape
da Fiat em 12 páginas em março, a partir de R$ 72 mil.


Download:

Código: Selecionar todos

http://www.filefactory.com/file/59m1cd1vw591/AE609-BR-2016-02.pdf
http://www.brupload.net/jz80yusjgowf/AE609-BR-2016-02.pdf.html
https://userscloud.com/r5dk5gbfkc9n/AE609-BR-2016-02.pdf

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20 Fev 2016, 13:04

Kicksilver escreveu:
Ramiel escreveu:Realmente, a série 5 é uma bosta :hateogwbaby:
Pelo contrário, 5*. Muito bom.

http://www.euroncap.com/en/results/bmw/5-series/11004
:orly:

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20 Fev 2016, 13:18

:wat:

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20 Fev 2016, 14:28

Minhas impressões:

- Acabamento é todo de plástico duro mesmo, mas tá acima da média do acabamento das picapes médias.
- Só a trava das portas e o acabamento atrás do volante, onde fica o botão de partida, que achei as peças bem porcas.
- Espaço interno é bom. A largura da cabine deixa bastante espaço pra motorista e passageiro.
- Atrás é bem maior do que eu esperava. Bem melhor que naquelas picapes média velhas em que os joelhos ficam mais altos que o quadril.
- Caçamba me pareceu bem pequena. Priorizaram mesmo o espaço interno.
- A construção da Toro é muito boa, você percebe que é um carro global e não um low cost de terceiro mundo.
- A 1.8 é realmente bem manca, mas não acho que vá decepcionar quem compra picape.
- O câmbio AT6 funciona suavemente, mantendo o giro o mais baixo possível. Não tem um kick down muito bom, é preciso reduzir nas aletas pra mais força, porque não existe modo Sport.


Acho que a versão de entrada é muito interessante.
Não vale a pena encher de opcional ou pagar a diferença pra Diesel.

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20 Fev 2016, 14:48

Avaliação do teu carro ficou em quanto?

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Robô Troll
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20 Fev 2016, 16:33

Fiat Toro: como funcionam a tampa e o extensor de caçamba?
Do Auto Esporte


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Fiat Toro Volcano (Foto: Marcos Camargo)


A tampa da caçamba é uma das principais inovações da picape Fiat Toro. Diferente das outras vendidas no nosso mercado, ela tem duas folhas, que se abrem para os lados. O comum é que as caçambas tenham uma tampa, que se abre para baixo. Autoesporte aproveitou os contatos que teve com o carro para conferir se, afinal, o sistema é realmente importante ou se não faz diferença no dia a dia.

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Ela funciona assim: depois de pressionar o botão do acionamento elétrico que fica escondido sob o grande logo da Fiat, basta abrir a tampa da esquerda; para destravar a outra tampa, é preciso acionar uma pequena alavanca de plástico. Dê o play no vídeo ao lado para conferir.


A sacada é boa e promete ajudar na funcionalidade. A Toro é um veículo essencialmente urbano, então sua caçamba deve receber principalmente sacolas leves ou malas e mochilas para viagens. Mas, se algum passageiro precisar transportar alguma carga mais pesada ou comprida, o novo sistema de abertura é uma facilidade a mais. Isso porque depois de aberta a tampa não fica em uma posição entre a caçamba e a pessoa. Assim, podemos chegar mais perto do espaço de carga sem ter que dobrar o corpo e sobrecarregar nossa coluna.


Além disso, fica mais fácil abrir o compartimento porque a tampa fica mais leve. Tanto as picapes maiores quanto as menores têm tampas muito pesadas que, no geral, exigem que a pessoa faça força para segurá-las até que estejam completamente apoiadas em 90 graus.

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Gif explica como funciona o extensor de caçamba da Fiat Toro (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte)


Extensor


A montadora garante que a caçamba tem 820 litros de volume e que capacidade de carga da picape é de 1.000 kg. Quem precisar transportar objetos maiores precisará recorrer ao extensor de caçamba, que será vendido como opcional. A Fiat explica que a peça amplia o total da caçamba para 1.225 litros de volume. No entanto, o extensor só começará a ser vendido em abril e seu preço ainda não foi definido.


Autoesporte também testou o funcionamento desta peça, que é engenhosa e simples. O extensor foi patenteado pela Fiat e é acoplado à tampa da caçamba. Para usá-lo, é preciso desdobrar para baixo a parte interna das tampas, que se torna a base do extensor. A próxima etapa é desdobrar lanternas e refletores adicionais, que são exigidos por lei e garantem que os carros que viajam atrás vejam a traseira da Toro. Por fim, basta prender os ganchos de uma rede bastante simples nas duas tampas, fechando o compartimento de carga.

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Fiat Toro Volcano (Foto: Marcos Camargo)


Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... camba.html

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Pablo
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20 Fev 2016, 17:58

Claro que vale, e o orgulho de dizer pros outros que a sua é a top fica aonde? Weedly :charles: :trollbanguela:

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Robô Troll
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22 Fev 2016, 15:07

Avaliação: Fiat Toro Freedom 1.8 flex
Do Auto Esporte


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Fiat Toro Freedom (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte)


A Toro Freedom 1.8 flex, fabricada em Goiana (PE), é a versão de entrada da nova picape  da Fiat, que se posiciona entre os modelos pequenos e médios do mercado. Com preço de partida de R$ 76.500, a versão básica da Toro é destinada em 80% para uso urbano, segundo a montadora.

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A montadora afirma que o modelo não vem apenas para brigar com a outra intermediária lançada há pouco, a Renault Duster Oroch, mas também para fisgar clientes de sedãs, SUV’s e outras picapes com interesse em trocar de segmento. Se depender do acerto dinâmico do veículo, a marca já pode começar a acelerar a sua produção na linha de montagem. O utilitário feito no Brasil a partir da estrutura do Jeep Renegade inova em design, proposta, tamanho e chega às concessionárias no final deste mês. Mais uma vez, o termômetro que vai definir melhor o futuro desse lançamento é o mercado.

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Fiat Toro Freedom 1.8 Flex (Foto: Divulgação)


 


Impressões ao volante


A Fiat Toro Freedom vem equipada com um motor bem competente para empurrar os 1.619 kg da picape - são 179 kg a mais do que o Jeep Renegade, com quem compartilha platadorma. O 1.8 flex Etorq VIS (sistema de admissão variável)  desenvolve 139 cavalos de potência a 5.750 rpm e 19,2 kgfm de torque a 3.750 giros. O câmbio sempre é automático de seis marchas. São 7 cv e 2 kgfm a mais do que o mesmo motor que equipa o Renegade flex. O modelo recebeu nota A no Programa Brasileiro de Etiquetagem do Inmetro, mas a Fiat ainda não liberou o carro para que fizéssemos nossas aferições de consumo.

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Fiat Toro Freedom (Foto: Marcos Camargo)


 


Na prática, a Toro anda bem desde as primeiras rotações e o câmbio faz trocas rápidas e suaves. Para ganhar em agilidade, nada de recursos como reescalonamento de marchas. Ao invés disso, os engenheiros adotaram uma relação de diferencial mais curta. Com pouca rolagem de carroceria, a sensação que se tem ao volante é a de estar dirigindo um sedã ou outro modelo que não uma picape – que quica demais.


A direção é direta, previsível e aponta fácil o carro nas curvas. O mérito do equilíbrio dinâmico também vai para a acertada suspensão constituída por um sistema Mc Pherson na dianteira, mesma estrutura do Renegade, e um exclusivo sistema multilink traseiro que absorve bem os impactos e imperfeições do solo e preserva a capacidade de carga.


Com seus 4,91 metros de comprimento e 2,99 metros de entre-eixos, a Toro é maior do que a Fiat Strada e menor do que a Chevrolet S10. É gostosa de dirigir, com boa visibilidade pela área envidraçada, feito para carregar 650 kg de carga (incluindo os passageiros) e que transmite segurança ao rodar por fazer o condutor esquecer que está a bordo de um utilitário. “É um carro no chão” e mais prático de dirigir em grandes centros devido ao seu tamanho intermediário.

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Fiat Toro Freedom 1.8 Flex (Foto: Divulgação)


Custo benefício


O acabamento da Toro segue bem de perto o interior do Renegade. Os bancos são macios e confortáveis (tanto os de tecido como os opcionais de couro), a forração das portas dianteiras tem plástico e couro, as portas traseiras apenas plástico rígido e em volta do rádio há uma moldura em preto brilhante. O espaço atrás é bom para todos os ocupantes, o túnel não é muito elevado e há cintos de três pontos e encosto de cabeça para todo mundo.


A Toro flex vem de fábrica equipada com ar-condicionado, direção elétrica, vidros e travas elétricos, banco do motorista com regulagem de altura, volante com regulagem de altura e profundidade, lanterna traseira de LED, controles eletrônicos de tração e de estabilidade, Isofix, Hill holder (dispositivo que ajuda o motorista em aclives e declives evitando derrapagens), piloto automático, entrada USB e auxiliar, tampa traseira com abertura elétrica, sensor de estacionamento e rodas de aço aro 16. A Fiat vai oferecer pacotes de revisões pré-pagas e sob medida da Toro, mas até o momento o que se sabe é que o valor de duas revisões fica em R$ 989 e de quatro revisões R$ 2.299. Quem quiser garantia estendida de um ano deverá pagar o valor de R$ 1.262, 88 e para quem quiser estender a garantia por dois anos terá que arcar com R$ 2.210, 63 de custo adicional.


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Fotos: Fiat Toro



 


Como opcionais, o carro tem à disposição teto solar elétrico (R$ 3.630), bancos revestidos parcialmente em couro (R$ 2.070), “Kit Safety” - airbag de joelho para o motorista, side bags dianteiros, sensor de pressão dos pneus e window bags por (R$ 3.520), “Kit Pleasure 1” – com faróis de neblina, retrovisores externos elétricos e capota marítima por (R$ 1.970), “Kit Pleasure 2” – com 2ª entrada USB, 2ª tomada 12V, alarme antifurto, apoio braço traseiro e central dianteiro, brake light, iluminação de caçamba, grade frontal com cromado, maçanetas e retrovisores externos pintados, sensor de chuva, sensor crepuscular, retrovisor interno eletrocrômico, parasol iluminado e porta-objetos passageiro por (R$ 1.660), rodas de liga leve de 16’’ com pneus 215/66 R16 por (R$ 1.560), “Kit Techno 1” – com 6 alto-falantes, áudio streaming, câmera de ré, comandos de voz Bluetooth, entrada aux, MP3, navegação GPS, porta USB, Rádio AM FM, tapetes em carpete, central multimídia com tela de 5’’ touchscreen e reconhecimento de voz por (R$ 4.660) e barras longitudinais no teto por (R$ 415).

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Fiat Toro Freedom (Foto: Marcos Camargo)


Vale a compra?


Sim. Apesar de não contar com itens como ar-condicionado bizona, central multimídia de 5 polegadas e rodas de liga leve, entre outros, a Fiat Toro Freedom 1.8 flex é uma ótima opção para quem quer uma picape maior do que os utilitários pequenos e mais prático do que os modelos médios para o dia a dia no trânsito. Seu conjunto mecânico dá conta de empurrar sem sufoco seus 1.619 kg, enquanto a suspensão, muito bem acertada, faz o motorista esquecer que segue a bordo de um veículo daquele segmento. Não se trata de um carro barato, mas pode ser uma boa opção para quem quer trocar de picape ou até mesmo mudar de segmento.

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Fiat Toro Freedom (Foto: Marcos Camargo)


Ficha técnica


Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, comando simples, flex

Cilindrada: 1.747 cm³

Potência: 135/139 cv a 3.750 rpm

Torque: 18,8/19,3 kgfm a 3.750 rpm

Câmbio: Automático de seis velocidades, tração dianteira

Direção: Elétrica

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e multilink na traseira

Freios: Discos ventilados na dianteira e tambores na traseira

Pneus: 215/65 R16

Comprimento: 4,91 metros

Largura: 1,84 metro

Altura: 1,74 metro

Entre-eixos: 2,99 metros

Tanque: 60 litros

Caçamba: 650 kg de carga e 820 litros de volume (fabricante)

Peso: 1.619 kg


Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Ana ... -flex.html

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RockMaan
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22 Fev 2016, 15:20

Seu conjunto mecânico dá conta de empurrar sem sufoco seus 1.619 kg
Tá bom. :hahalol:

Troço tem nem 140cv e 20kgfm e vai puxar 1600kg de boa sim.

Mas admito que mesmo assim é uma boa opção por 76k, pra quem precisa de um carro desse.

Mais refinada e equipada que a Oroch, e bem melhor que Strada e Saveiro que passam de 70k completas

Interessante que, pra uma picape, ela está sendo muito elogiada pela pela dirigibilidade, praticidade, suspensão e conforto ao rodar :notbad:

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Kicksilver
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22 Fev 2016, 15:59

Essa flex, cruz credo. :argh:

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