Novo Toyota SW4 chega ao Brasil a partir de R$ 205 mil

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Robô Troll
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17 Fev 2016, 20:30

Novo Toyota SW4 chega ao Brasil a partir de R$ 205 mil
Do Auto Esporte


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Toyota SW4 2016 (Foto: Divulgação)

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As concessionárias Toyota do país começam a vender a partir desta sexta-feira (19) a nova geração do SW4. O modelo produzido na cidade argentina de Zárate desembarca aqui com preços obviamente maiores que os de seu antecessor, líder de vendas entre os SUVs médios com motor diesel no Brasil desde 2012.


A tabela de R$ 204.800 e R$ 210.050 da versão diesel saltou para R$ 220 mil (configuração de cinco lugares) e R$ 225 mil (sete). Abaixo dessas, há uma outra versão de sete lugares, com motor 4.0 V6 a gasolina, por R$ 205 mil. A variante flex, segundo a marca, será lançada no segundo semestre.


O SW4 diesel utiliza o mesmo 2.8 turbo com injeção direta de combustível da picape Hilux, capaz de render 177 cv e 45,9 kgfm. O câmbio é sempre automático de seis marchas, com opção de trocas sequenciais pela alavanca de câmbio ou aletas no volante multifuncional.

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Toyota SW4 2016 (Foto: Divulgação)

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Exceto pelo propulsor, tração 4x4 (com seletor eletrônico no painel) e quantidade de assentos, todos os SW4 se assemelham no pacote recheado de itens de série, sem qualquer opcional e com muitos equipamentos inexistentes na antiga geração, como leds de iluminação diurna, porta-malas com abertura e fechamento elétricos, chave presencial, botão de partida, rodas de 18", bloqueador do diferencial traseiro e airbag de joelho para o motorista. Por isso, também levam o mesmo nome de versão: SRX.


Em relação à geração atual, o novo SW4 é 9 cm maior, 1,5 cm mais largo e 1,5 cm mais baixo. A distância entre-eixos diminuiu 0,5 cm, passando para 2,745 metros. O espaço interno é bastante generoso.

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Toyota SW4 2016 (Foto: Divulgação)


Não sou Hilux


A Toyota afirma que o novo design do SW4 foi pensado para dar identidade própria ao SUV e desvinculá-lo da picape Hilux. As linhas de sua carroceria transmitem muito mais requinte que as da picape e o mesmo se nota em relação ao acabamento da cabine - o desenho do quadro de instrumentos, por exemplo, é diferente do de sua "irmã". De fato, o modelo está com um quê de Lexus - divisão de luxo do fabricante japonês.


O novo chassis teve aumento de 20% na rigidez e as suspensões, redesenhadas, também foram reforçadas. Outro destaque do lançamento são os freios a disco traseiros que, assim como os dianteiros, agora são ventilados. O pacote de segurança ainda inclui controles de tração e estabilidade, além de assistentes de partida em rampa e declive.

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Toyota SW4 2016 (Foto: Divulgação)


Mix de vendas


De acordo com a marca, a versão topo de linha deve responder por 75% dos emplacamentos do novo SW4. A configuração diesel de cinco lugares promete abocanhar 20% do montante e a V6 a gasolina, 5%. Em 2015, o SUV da Toyota totalizou 8.693 vendas no país, segundo dados da Fenabrave, a associação dos concessionários.


Preços e versões


Toyota SW4 4X4 SRX V6 6 A/T 7A: R$ 205.000

Toyota SW4 4X4 SRX 2.8 TDI 6 A/T 5A: R$ 220.000

Toyota SW4 4X4 SRX 2.8 TDI 6 A/T 7A: R$ 225.000


Lista de itens de série do novo SW4


- Farol dianteiro bi led

- led de iluminação diurna

- farol traseiro de led

- rodas de liga leve de 18”

- chave presencial

- botão de partida

- porta-malas com acionamento elétrico

- painel com tela TFT de 4,2” colorida

- botão seletor eletrônico de tração

- bloqueador do diferencial traseiro

- aletas para trocas de marcha no volante

- modos de pilotagem ECO e Power

- sete airbags

- freios a disco nas quarto rodas

- assistente de rampa e declive

- assistente de reboque

- central multimídia de 7”

- câmera de ré

- ajuste de altura e profundidade da coluna de direção


Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... 5-mil.html

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Léo.Daltoé
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17 Fev 2016, 21:28

:pokergusta:

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Kicksilver
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17 Fev 2016, 23:29

Preço bizarro.

Se for levar a 5 lugares, Discovery Sport HSE custa uns 20k a menos... A menos que realmente haja necessidade do motor diesel, ou more em lugar muito remoto.

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Vittel
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18 Fev 2016, 00:32

Que sonho :pokergusta:

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LPRF
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18 Fev 2016, 12:31

Preço de disco Sport diesel slc


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18 Fev 2016, 13:01

LPRF escreveu:Preço de disco Sport diesel slc


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:wat:

Esse custava 242k no lançamento.

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rlaranjo
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18 Fev 2016, 13:08

Puta carro de cowboy viado...

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Pablo
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18 Fev 2016, 13:10

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P.A.
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18 Fev 2016, 13:12

Disco Sport é de categoria inferior, deveria custar menos.

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18 Fev 2016, 14:09

P.A. escreveu:Disco Sport é de categoria inferior, deveria custar menos.
Luxo, requinte. :keep:

Mesmo caso do Evoque vs X3

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RockMaan
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18 Fev 2016, 16:33

Kicksilver escreveu:
LPRF escreveu:Preço de disco Sport diesel slc

:wat:

Esse custava 242k no lançamento.
Disco Sport Diesel parte de 218k.

242k é a versão intermediária.

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18 Fev 2016, 18:36

RockMaan escreveu:
Kicksilver escreveu:
LPRF escreveu:Preço de disco Sport diesel slc

:wat:

Esse custava 242k no lançamento.
Disco Sport Diesel parte de 218k.

242k é a versão intermediária.
Pode crer, na noticia que li era a versão HSE.

Porra, por 218k é uma ótima opção.

Único argumento contra seria a falta de css, e talvez o custo de manutenção.

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18 Fev 2016, 23:51

Essa jabiraca custa mais que carros melhores, mas tem otário para tudo nesse país. :flametroll:

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Buzz
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20 Fev 2016, 13:41

Levar isso?

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Ou esse botão de fogão?

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20 Fev 2016, 14:39

Manutenção cara.

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Buzz
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22 Fev 2016, 20:54

Kicksilver escreveu:Manutenção cara.

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Se paga mais de 200k num carro e preocupa com isso, é porque não tem condição de ter carro desse preço. :mj:

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Robô Troll
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22 Fev 2016, 22:32

Volta Rápida: Toyota SW4 se reinventa para encarar concorrência premium
Do CarPlace | Publicado em Mon, 22 Feb 2016 18:30:38 +0000

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Para muitos, ter um utilitário esportivo é questão de status. Quando a Hilux SW4 estreou, em 1998, a concorrência era limitada e bastou ser uma versão “fechada” da picape para se dar bem. Em 2005 veio a segunda geração, já com alguns diferenciais em relação à Hilux, quando o segmento já se sofisticava. Foi o suficiente para, nos últimos quatro anos, manter-se na liderança do segmento. Mas agora, na estreia da SW4 2017, ela não terá de enfrentar apenas seus pares como a Chevrolet TrailBlazer, mas também vai se embolar com modelos mais refinados e de marcas premium, como o Land Rover Discovery Sport. E é justamente para encarar este mundo novo que a Toyota muda completamente o seu SUV.

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O que é?

Basta olhar para a SW4 para perceber que a Toyota trabalhou bastante no visual desta nova geração. Com o claro objetivo de descolar o modelo da Hilux, a marca tirou o primeiro nome, pegou emprestado uma pitada de design da Lexus, sua divisão de luxo, e deixou o SUV com estilo próprio. Para começar, a dianteira é mais sofisticada e traz faróis bi-LED com projetor e luzes de circulação diurna (DRL) de LED. O para-choque é dividido em dois níveis, com a parte superior bicuda e destacada por duas barras cromadas horizontais. A parte inferior é mais retraída, mas também traz cromados espessos na moldura dos faróis de neblina. Tudo bem diferente da picape. A lateral também é completamente nova, com destaque para o desenho da linha de cintura, que se eleva a partir do meio da porta traseira. Este detalhe é ressaltado pela coluna “C” bastante inclinada, com acabamento em preto brilhante, e pelos frisos cromados na base dos vidros.

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A traseira também lembra mais Lexus do que Toyota, com suas lanternas finas e bem horizontais, acabando com o efeito “tuning” das lanternas transparentes da geração anterior. O desenho da tampa traseira mantém linhas comportadas, assim como o para-choque, mas ainda é possível ver o estepe posicionado debaixo do carro.

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O interior também muda muito. Em relação à SW4 anterior, o salto é gigante. O objetivo aqui, além da diferenciação com a picape, era deixar o carro com aspecto mais sofisticado, e assim, fazer frente aos modelos com mais pedigree. Prova disso é o acabamento em couro marrom, os apliques que imitam madeira e metal no console central e o painel central dividido por duas barras horizontais, com detalhe macio em couro. Em três “andares” ficam a central multimídia, os comandos do ar-condicionado e os botões da tração 4×4 e agregados. Ainda assim, o parentesco com a Hilux é notado pelo uso do mesmo volante, alavanca de câmbio, botões e parte do painel de instrumentos.

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O interior ainda revela algumas surpresas. O ar-condicionado é digital automático e possui saídas para três fileiras de bancos, o que inclui ajuste da intensidade de ventilação (não possível alterar a temperatura) para os bancos traseiros. Por falar neles, a segunda fila de assentos vem com apoio de braço, inclinação do encosto com ajuste longitudinal e um novo sistema de rebatimento one touch, para facilitar a entrada dos ocupantes da terceira fila. Assim como na geração anterior, o rebatimento deixa os bancos traseiros em posição vertical, o que rouba espaço lateral do porta-malas, mas não interfere na profundidade. Em comparação com a geração anterior, a Toyota realmente conseguiu dar uma identidade mais caprichada ao modelo, tirando aquele aspecto de acabamento “puro e duro” de carro de fazenda.

O nível de equipamentos também evoluiu, embora estejamos falando da versão de topo SRX, que por enquanto é a única disponível para a nova geração. Ela traz sete airbags (frontais e laterais para motorista e acompanhante, de joelho para o motorista e cortinas laterais), cintos de três pontos para todos os ocupantes, abertura das portas por aproximação, ignição do motor por botão, abertura e fechamento elétrico do porta-malas, tomada de 220V (100W), volante multifuncional, tela colorida de 4,2″ no painel de instrumentos para o computador de bordo, sistema multimídia com tela touchscreen de 7”, navegador por GPS, TV digital, DVD, MP3, Bluetooth e seis alto-falantes.

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Como anda?

A Toyota começa a vender a SW4 2017 equipada com o mesmo novo motor  da Hilux: 1GD (Global Diesel) de 2.8 litros, quatro cilindros em linha com 16 válvulas, duplo comando com acionamento por corrente, turbocompressor de geometria variável (TGV), intercooler e sistema de injeção eletrônica direta common rail. A potência é 177 cv a 3.400 rpm, enquanto o torque fica em 45,9 kgfm disponíveis entre 1.600 e 2.400 rpm. Apesar de ser um propulsor menor, oferece mais potência e torque que o antigo 3.0, além de ser até 11% mais econômico, segundo a Toyota. A outra opção é 4,0 litros V6 VVT-i a gasolina com 24 válvulas, que gera 238 cv de potência a 5.200 rpm e 38,3 kgfm de torque, a 3.800 rpm. Em qualquer caso, o câmbio é automático de seis marchas com tração 4×4.

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Para o test-drive, a única opção disponível era a diesel, a qual a Toyota estima responder por 95% das vendas. Ao entrar na cabine, a evolução é nítida. Um painel atual e condizente com a proposta do carro, comandos integrados bem desenhados, excelente leitura do painel de instrumentos, ajuste elétrico do banco, botão para partida do motor e, enfim, volante com ajustes de altura e profundidade!

A primeira parte do teste foi num percurso off-road com estrada de terra bem deteriorada e um parque de obstáculos. Já no início do teste, lembrando que estamos no modelo a diesel, chama a atenção o bom isolamento acústico. A Toyota disse que o conforto foi um dos pilares de desenvolvimento do SW4, e por isso aplicou mantas isolantes mais generosas na região do cofre do motor e do assoalho. A suspensão, também retrabalhada, enfrenta bem os sulcos e irregularidades, o que é importante para quem vai usar o SUV em fazendas ou enfrentar estradas mais complicadas. Único inconveniente é que os ocupantes da segunda e terceira fileiras saltitam um pouco, com chances de bater a cabeça no teto. Isso apesar de a suspensão traseira não usar eixo rígido com feixe de molas, como na Hilux, e sim um sistema 4-link com molas helicoidais.

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Por um botão, é possível ligar ou desligar o sistema de bloqueio de diferencial traseiro. Este é um recurso útil para quando o condutor identifica a necessidade das rodas traseiras girarem exatamente na mesma velocidade, o que facilita, por exemplo, manter a mobilidade nos obstáculos em que uma das rodas fica no ar – como a torção da foto abaixo, por exemplo, já que a força do motor não se dissipa toda na roda sem contato com o solo.

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Até aqui, nada muito desafiador. Grandes valetas, erosões e lamas são vencidas com sucesso. A suspensão trabalhou de forma eficiente. Por falar nela, a suspensão traseira teve o braço de controle inferior colocado 20 mm mais para baixo, junto com os amortecedores, para melhorar a estabilidade e controle em velocidade. Destaque também para o interruptor eletrônico para seleção da tração 4×4, que assim elimina a segunda alavanca no console. Uma evolução que melhora o uso fora-de-estrada é novo chassi cerca de 20% mais rígido, reflexo do uso de aço de alta resistência e novos 66 pontos de solda.

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No circuito de terra criado para testar as funções de off-road, acionei o assistente de subida (HAC) ao parar no meio de aclives e o assistente de descida (DAC) em ladeira íngremes, o qual é ativado por um botão no console e dá “cutucadas” nos freios para ajudar a controlar o carro em descidas mais bruscas, mesmo usando a tração 4×4 reduzida. Tudo muito fácil. No entanto, no trecho que simulou um pêndulo, os pneus de uso misto patinaram bastante. Mesmo com o controle de tração ativo (A-TRC), que funciona quando o 4×4 é acionado, foi um pouco mais complicado tirar o utilitário dali. Não tem jeito: os pneus certos são fundamentais para trechos de muita lama.

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Depois do percurso off-road, foi a vez de colocar a SW4 na estrada. O trecho escolhido pela Toyota foi 100% rodoviário, de excelente pavimento e com curvas somente nos retornos. Em pouco mais de 50 quilômetros, foi possível constatar novamente que a SW4 ficou mais silenciosa. Pisei fundo e a sensação que tive foi a de “carro na mão”, com estabilidade adequada para o porte do SUV. Nas poucas chances de fazer curva, aproveitei para forçar um pouco e sentir que a inclinação da carroceria está dentro da esperado para este tipo de utilitário.

O câmbio automático de seis marchas oferece trocas suaves e podem ser feitas tanto na alavanca quanto nas borboletas no volante. No lugar de uma opção Sport, a Toyota colocou um botão “Power” para deixar o motor com mais disposição. No trajeto que fizemos, notamos alteração mínima na faixa de giro do motor, mas nada que o deixasse mais arisco. Da mesma forma, o botão “Eco” promete mais economia com mapeamento mais suave do motor. Pela limitação do trajeto, não conseguimos apurar ganho de economia.

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Os freios também receberam atenção da Toyota, e agora possuem discos ventilados nas quatro rodas. No curto roteiro, pareceram cumprir bem a função de segurar as mais de duas toneladas da SW4. A sopa de letrinhas dos sistemas de segurança também aumentou: agora contempla BA (assistente de frenagens emergenciais), EBS (luzes de frenagem de emergência), A-TRC (controle de tração ativo), VSC (controle de estabilidade) e TSC (assistente de reboque), além dos já citados HAC e DAC.

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A conclusão é de que a SW4 evoluiu bastante. É o tipo do SUV que você não fica com dó de usar em estradas de terras ruins, esburacadas ou cheias de lama. O jipão da Toyota mantém a construção sobre chassi, que está se tornando rara no segmento, e os recursos off-road oferecem mais confiança ao condutor. A elevada distância do solo ainda exige atenção na condução no asfalto (principalmente se comparado aos crossovers com base de carro de passeio), mas é o preço a se pagar pela robustez do modelo.
Quanto custa?

Sabe aquela conversa de encarar concorrentes premium? Então, basta olhar os preços para perceber que a Toyota mirou para o Discovery Sport, modelo da Land Rover que em breve será montado em Itatiaia (RJ), para definir sua tabela. A versão mais barata da Toyota SW4 é a SRX 4×4 V6, por R$ 205 mil, praticamente o mesmo preço do Discovery Sport 2.0 Turbo SE (240 cv), de R$ 206.300. Partindo para as versões a diesel, a SW4 SRX 4×4 2.8 TDI (177 cv) custa R$ 220 mil com cinco lugares e R$ 225 mil com sete, ao passo que o rival britânico na versão 2.2 SD4 Turbo Diesel (190 cv) custa R$ 223.500.

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Isso mostra que a Toyota está olhando para cima, e não para os lados, pois a Chevrolet Trailblazer, que receberá mudanças em breve, tem preço mais convidativo neste momento. Tudo que bem que falte aquela “aura” de confiabilidade que a Toyota conseguiu dar aos seus modelos no Brasil, mas o SUV da Chevrolet entrega mais potência, espaço semelhante, porte e proposta partindo de R$ 163.790 na versão 3.8 V6 gasolina de 277 cv e R$ 192.090 na 2.8 Turbodiesel de 200 cv. Correndo por fora, temos ainda o Jeep Grand Cherokee e o Mitsubishi Pajero Full na briga com com a SW4.

No fim, vemos que a Toyota aposta novamente na força da marca, na confiança do pós-venda e na qualidade para atrair consumidores. A nova SW4 realmente ficou mais bonita, com estilo próprio, interior adequado para a proposta, bom nível de equipamentos e capacidade de off-road. No entanto, a ausência de uma versão com preço mais acessível pode fazer a clientela ser seduzida pelos rivais de marcas mais nobres e de maior status.

Por Fábio Trindade, de Itatiba (SP)

Fotos: Divulgação
Ficha técnica: Toyota SW4 2.8 Turbodiesel SRX

Motor: dianteiro, longitudinal, quatro cilindros, 16 válvulas, turbo de geometria variável e intercooler, 2.755 cm3, diesel; Potência: 177 cv a 3.400 rpm; Torque: 45,9 kgfm de 1.600 a 2.400 rpm; Transmissão: automática de seis marchas, tração 4×2 (traseira), 4×4 e 4×4 com reduzida; Direção: hidráulica; Suspensão: independente com braços duplos triangulares, barra estabilizadora e molas helicoidais na dianteira e 4-link (quatro pontos de fixação) com molas helicoidais na traseira; Freios: discos ventilados na dianteira e traseira, ABS e BAS; Rodas: liga-leve aro 18″ com pneus de uso misto 265/60 R18; Peso: 2.130 kg; Capacidades: porta-malas N/D, capacidade de carga 590 kg, tanque 80 litros; Dimensões: comprimento 4.795 mm; largura 1.855 mm; altura 1.835 mm; entre-eixos 2.745 mm; ângulo de entrada 29º, ângulo de saída 25º, altura livre do solo 279 mm; Preço: R$ 220.000 – 5L/225.000 7L (janeiro 2016)
Fotos: Toyota SW4 SRX 2016



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Ver a notícia Volta Rápida: Toyota SW4 se reinventa para encarar concorrência premium diretamente no site CARPLACE.


Fonte: http://carplace.uol.com.br/volta-rapida ... a-premium/

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22 Fev 2016, 22:43

Pois é, 200k vai morrer por 1k/ano.
Ex: 1996 Corsa B 1.0 MPFI 60cv MT5 Cinza
Ex: 2007 Fox 1.6 8V 101cv MT5 Prata Reflex
Ex: 2012 Bravo mk2 Essence 1.8 16V 130cv MT5 Preto Vesúvio
Atual: 2010 Focus mk2 GLX 1.6 16V 110cv MT5 Preto Gales
Futuro: Golf mk7 Highline 1.4 TSI 140cv DSG7 Azul Pacífico

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22 Fev 2016, 23:22

Haddad passará por esse tópico colhendo material para construção de mais alguns quilômetros de ciclofaixa.

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22 Fev 2016, 23:45

:lol:

Pior que ficou muito bom o design.

Interior parece ter ficado bacana também.

Só pecou mesmo no desempenho. Fosse uns 9s alto já tava de bom tamanho.

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