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Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 13:35
por AlvoErrado2
Uma questão de proporções

Fonte: Best Cars Website

Obs: Usei html para dividir em duas colunas, então se não consegue visualizar azar seu!! Imagem

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[font=Verdana]Embora partindo de uma carroceria com méritos de desenho, a GM chegou a um conjunto muito discutível com o novo sedã Cobalt[/font]

[font=Verdana]Texto: Edilson Luiz Vicente - Fotos: divulgação[/font]
Imagem 1) A grade principal, que marca a identidade visual, é a que deveria chamar a atenção a nosso olhar. Como essa abertura é um tanto grande, concorre com ela. Pode-se notar que no Cruze e no Captiva ela é pequena.

2) Solução estética interessante, contornando os faróis de neblina e ao mesmo tempo sendo o detalhe da lateral sua continuidade. Está esculpida de forma bem marcada, ficando com aparência um tanto tradicional.

3) A moldura da caixa de roda bem marcada dá, em geral, um toque de bom acabamento e é atual. Poderia até ser levemente maior.

4) A famosa superfície "pegadora de luz", presente em quase tudo quanto é modelo, é complementada pela fina superfície acima, que forma uma sombra para ser a continuidade descrita no item 2. Adicionar uma moldura de proteção às portas vai poluir o visual.
Imagem 1) Um tanto antiquada essa solução de fazer a curva para cima. E ainda parece estar amassado, em vez de parecer um detalhe estético.

2) Esse vinco é diferente do usual, sem chamar a atenção para isso. Dá certa personalidade à lateral do carro sem exagerar na dose.

3) Esteticamente, o ziguezague dessa linha de corte não é conveniente: chama a atenção de forma negativa quando não deveria sequer ser percebido.

4) O detalhe começar na dianteira e ter continuidade na lateral é normal; já continuar também na traseira, nem tanto. Até que deu um efeito interessante.

Chegou a vez de colocar o recém-lançado Chevrolet Cobalt em nossa Análise de Estilo. Antes dela, porém, julgamos oportuno fazer duas considerações a respeito de estilo, na tentativa de entendermos por que algumas coisas causam tanta controvérsia.

O estilo de um produto trafega em um mundo de subjetividade, que é o que se passa em nosso íntimo: como vemos, sentimos e pensamos sobre algo, sempre influenciados pela cultura, educação, religião e as experiências adquiridas. Tal subjetividade faz o desenho de um produto ser efêmero, pois os fatores de influência estão em constante mudança. Assim, de tempos em tempos surgem novas tendências e exigências de estilo.

O segundo ponto a se considerar é, na opinião do autor, um aspecto-chave na aceitação ou rejeição do estilo de qualquer produto: são as proporções, sempre comentadas em nossas análises. Para entender o que significa proporção, um pouco de história.

Assim como muitas invenções do homem foram inspiradas na natureza, desde a antiguidade se observou que na indiscutível beleza das criações divinas quase tudo seguia um padrão geométrico. Os gregos até chegaram a um cálculo matemático para determiná-la e assim fazer seu uso, o que ficou conhecido como proporção áurea — esse é o nome para quem quiser pesquisar e se aprofundar no assunto.

A proporção áurea é a mais harmônica à percepção visual humana, tão presente na natureza que se fez uso na arquitetura, na arte e no estilo — de uma concha ao corpo humano, das pirâmides do Egito à catedral de Notre Dame, das esculturas de Michelangelo às pinturas de Leonardo Da Vinci, do espremedor de laranjas de Philippe Starck ao Ipod.

Dessas considerações concluímos que o estilo de qualquer produto — incluindo, claro, um automóvel — pode ser concebido seguindo esse padrão geométrico. Graças à subjetividade que envolve esse ramo da indústria, muitos profissionais podem desconhecer o assunto, mas buscá-lo de maneira intuitiva. A proporção áurea não é obrigatória. Contudo, é comum que, sendo ela ignorada, por intenção ou não, surjam polêmicas a respeito do produto. No caso de um automóvel, o estilo não é o único fator na decisão de compra de um modelo, mas é um item sobre o qual as pessoas se dispõem a acaloradas discussões.

Esclarecido um pouco sobre estilo e proporções, vamos à análise do Cobalt. O novo modelo da General Motors tem qualidades, mas algumas soluções de estilo, de forma negativa, estão se destacando mais do que tais atributos. De modo geral, seu desenho tem sofrido fortes críticas, a ponto de parecer que o carro todo tem problemas de estilo.

1) Ao lado: boa largura e bela inclinação da coluna e das janelas, com uma transição simples e suave para o porta-malas curto. Ficou bom.

2) O corte da porta traseira ficou moderno e interessante.

3) O perfil da janela é bem baixo, solução atual em desenho e muito usada para transmitir a impressão de robustez.

4) A linha de cintura é bastante alta, detalhe atual e interessante, mas nesse caso a relação de proporção entre chapa e vidros está um pouco desequilibrada. E não é usual hoje que essas linhas sejam tão retas, o que pode explicar o aspecto pouco atraente.

5) Apesar da linha de cintura alta e do porte avantajado do Cobalt para sua categoria, as rodas não parecem tão pequenas como acontece com alguns modelos, o que é bom.
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1) Esse vinco que desce das colunas, em vez de terminar nos faróis ou na grade, como de costume, contorna a frente. É uma solução diferente, mas que deixa a dianteira visualmente ainda mais alta e sem a fluidez das linhas da solução tradicional.

2) Embora essa curva embaixo do farol esteja saindo de moda, se o contorno terminasse por ali o visual ficaria melhor. Está sem propósito essa parte embutida embaixo do farol, resultando em uma estética infeliz.

3) Interessante o trabalho que dá uma forma tridimensional à tela de proteção. Seria bom se houvesse uma tela também na abertura do para-choque.

4) Se pararmos para olhar somente essa região, podemos contar que cada farol de neblina tem três molduras. Não faz sentido e é desnecessário.

5) Mesmo que a intenção da pequena barra seja uma conexão visual com a barra horizontal da abertura do para-choque, o resultado estético não foi alcançado. Além de desnecessária, está perdida aí.
Imagem 1) O que esse detalhe faz aí? Não há o menor sentido estético, além de poluir o visual.

2) Mais um detalhe que não se faz necessário, por destoar do estilo do carro e ser mais um item de poluição visual para a traseira.

3) A faixa ficou um pouco larga, sensação aumentada por estar inclinada, pegando bastante luz. Chama a atenção para esse pequeno desequilíbrio de proporção.

4) Esse vinco está desalinhado em relação ao corte das lanternas, para que se forme essa superfície que "pega" luz na mesma proporção que a superfície superior do para-choque. É uma solução estética um tanto discutível.

5) As lanternas têm contornos simples e combinam com o estilo do carro. As dimensões estão adequadas e o trabalho interno ficou com boa riqueza de aparência.
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Em termos conceituais, a GM brasileira — esse não é um projeto trazido de fora — optou por fazer um desenho simples, sem arriscar qualquer revolução, o que pode ser considerado normal: histórica e culturalmente, essa não é uma empresa que se arrisque muito no estilo de seus modelos.

Se deixarmos de lado os detalhes que compõem o desenho do carro e analisarmos a carroceria como um todo, é possível notar o que ele tem de positivo: as boas relações de proporção entre o comprimento total, a altura e a largura, assim como a frente e a traseira curtas, a linha de cintura alta e o perfil baixo das janelas, características estas bem atuais. O Cobalt ainda possui colunas dianteiras (A) e traseiras (C) com boas inclinações e que, por serem largas, conferem aparência de robustez.

Entre os pontos que explicam a avalanche de críticas, dois sobressaem. O primeiro é a aparência de carro "quadrado", causada não só pelo desenho retilíneo do modelo, mas também pelas quinas mais pontiagudas e pela pouca curvatura existente nas laterais, da região inferior até o teto. Isso pode ser notado quando o olhamos de frente ou de traseira, mas infelizmente não havia fotos oficiais da fábrica nesses ângulos para apontar tal efeito (seria uma omissão intencional?).

O outro ponto é justamente a alta linha de cintura: embora seja uma tendência atual, parece ter havido desproporção de dimensões entre chapa e vidros. Se não representa problema em desenhos mais curvilíneos — vejam-se os casos de carros muito apreciados pelo estilo, como Mercedes-Benz CLS, Volkswagen Passat CC e os Audis em geral —, no "quadrado" Cobalt isso incomoda ao olhar.

Passando aos detalhes, a dianteira tem no desenho da grade e da abertura do para-choque as atuais características da identidade Chevrolet. Alguns elementos que comprometem a estética são as "aberturas" abaixo dos faróis e o corte do capô acima da grade.

Os faróis, em si, não são largos no sentido horizontal e, como ficam posicionados nas extremidades, alargam visualmente o carro — um efeito bem-vindo em um carro de seu porte. Já as "aberturas" abaixo dos faróis fazem com que as áreas destes últimos sejam muito grandes no sentido vertical e que o para-choque pareça baixo. Dessa forma, a proporção do para-choque em relação à dianteira fica em desequilíbrio. A frente como um todo está alta demais.

Na traseira, as quinas agudas e as lanternas verticais e posicionadas bem nas extremidades também fazem o Cobalt parecer mais largo. Como a traseira é alta e a abertura da tampa do porta-malas avançou até embaixo, a sensação visual é de uma tampa bem grande, chamando muito a atenção para isso. Por consequência, o para-choque traseiro ficou baixo e a intenção de alinhar o rebaixo da placa de licença com a abertura da tampa o tornou exagerado. Dessa forma, o desenho do para-choque não sugere a mesma robustez que o visual da carroceria.

A identidade visual atualmente usada pela Chevrolet é interessante e tem muito a oferecer em termos de estilo — basta olhar para o Cruze e ver como tem sido boa a aceitação de seu estilo por parte do público. A questão é como o trabalho das proporções e a atenção aos detalhes fazem a diferença.


Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 13:36
por HateSeeker
tô vendo perfeitamente.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 16:11
por A_Gaspar
Dá para ler, mas está tudo fora de ordem.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 16:19
por Diego
AlvoErrado2 escreveu: Obs: Usei html para dividir em duas colunas, então se não consegue visualizar azar seu!! Imagem
Não consigo ver Imagem

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 16:56
por Vittel
Diego escreveu:
AlvoErrado2 escreveu: Obs: Usei html para dividir em duas colunas, então se não consegue visualizar azar seu!! Imagem
Não consigo ver Imagem
Cara, é análise de estilo do Cobalt. :fuckthat:

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 17:01
por Doutor Givago
O estilo do Cobalt, assim como o do Agile, é o Dadaismo Imagem

Explicação:

O movimento Dadá (Dada) ou Dadaísmo foi um movimento artístico da chamada vanguarda artística moderna iniciado em Zurique, em 1915 durante a Primeira Guerra Mundial, no chamado Cabaret Voltaire. Formado por um grupo de escritores, poetas e artistas plásticos, dois deles desertores do serviço militar alemão, liderados por Tristan Tzara, Hugo Ball e Hans Arp.

Embora a palavra dada em francês signifique cavalo de madeira, sua utilização marca o non-sense ou falta de sentido que pode ter a linguagem (como na fala de um bebê). Para reforçar esta ideia foi estabelecido o mito de que o nome foi escolhido aleatoriamente, desta forma, abrindo-se uma página de um dicionário e inserindo-se um estilete sobre ela. Isso foi feito para simbolizar o caráter anti-racional do movimento, claramente contrário à Primeira Guerra Mundial e aos padrões da arte estabelecida na época. Em poucos anos o movimento alcançou, além de Zurique, as cidades de Barcelona, Berlim, Colônia, Hanôver, Nova York e Paris. Muitos de seus seguidores deram início posteriormente ao surrealismo e seus parâmetros influenciam a arte até hoje.

Oposição a qualquer tipo de equilíbrio, combinação de pessimismo irônico e ingenuidade radical, ceticismo absoluto e improvisação. Enfatizou o ilógico e o absurdo. Entretanto, apesar da aparente falta de sentido, o movimento protestava contra a loucura da guerra. Assim, sua principal estratégia era mesmo denunciar e escandalizar.

A princípio, o movimento não envolveu uma estética específica, mas talvez as formas principais da expressão dadá tenham sido o poema aleatório e o ready made. Sua tendência extravagante e baseada no acaso serviu de base para o surgimento de inúmeros outros movimentos artísticos do século XX, entre eles o Surrealismo, a Arte Conceitual, a Pop Art e o Expressionismo Abstrato.

A sua proposta é que a arte ficasse solta das amarras racionalistas e fosse apenas o resultado do automatismo psíquico, selecionando e combinando elementos por acaso. Sendo a negação total da cultura, o Dadaísmo defende o absurdo, a incoerência, a desordem, o caos. Politicamente , firma-se como um protesto contra uma civilização que não conseguiria evitar a guerra.

Ready-Made significa confeccionado, pronto. Expressão criada em 1913 pelo artista francês Marcel Duchamp para designar qualquer objeto manufaturado de consumo popular, tratado como objeto de arte por opção do artista.

O fim do Dada como atividade de grupo ocorreu por volta de 1921



Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 17:18
por Léo.Daltoé
Diego escreveu:Não consigo ver Imagem
Vá no seu perfil, preferências e marque visualizar HTML. :betterthanexpe

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 17:26
por HateSeeker
Realmente, o Agile e o cocôbalt são dadaísmo puro.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 18:50
por AlvoErrado2
Quem não consegue vê direito é só ir no perfil e ativar o html, aí seus problemas terminarão. Imagem

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 03 Fev 2012, 19:36
por Kastor
O Cobalt tem desenho feio, mas tem proporção, parece um carro, agora o Agile puta que pariu, nem com macumba tem jeito de salvar.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 04 Fev 2012, 02:06
por Bernardo Gaetani
O Cobalt basta alterar a frente... agora o Agile têm de refazer o carro todo...

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 04 Fev 2012, 10:59
por luiz jorge
Embora sejam modelos de baixo custo, os desenhos do Cobalt, Agile e nova Montana têm personalidade de sobra, são modelos que chamam muito a atenção, e isso ajuda muito no fato deles venderem tanto.

E ao contrário do que eu observo nos fóruns, na vida real eu observo muitas pessoas elogiarem o design do Agile.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 04 Fev 2012, 11:02
por Léo.Daltoé
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Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 04 Fev 2012, 11:16
por Trunks
luiz jorge escreveu:Embora sejam modelos de baixo custo, os desenhos do Cobalt, Agile e nova Montana têm personalidade de sobra, são modelos que chamam muito a atenção, e isso ajuda muito no fato deles venderem tanto.

E ao contrário do que eu observo nos fóruns, na vida real eu observo muitas pessoas elogiarem o design do Agile.

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Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 04 Fev 2012, 12:08
por Brum
Estilo? :fuckthat:

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:04
por Marciel Leite
trunks escreveu:
luiz jorge escreveu:Embora sejam modelos de baixo custo, os desenhos do Cobalt, Agile e nova Montana têm personalidade de sobra, são modelos que chamam muito a atenção, e isso ajuda muito no fato deles venderem tanto.

E ao contrário do que eu observo nos fóruns, na vida real eu observo muitas pessoas elogiarem o design do Agile.

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É verdade... Essa resistência ao design do Agile que se vê na internet, não se nota nas ruas...

Como não sou nenhum poser, eu já elogio mesmo pq acho lindo mesmo.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:06
por Marciel Leite
LéoDaltoé escreveu:
Diego escreveu:Não consigo ver Imagem
Vá no seu perfil, preferências e marque visualizar HTML. :betterthanexpe
Eu fiz isso e continua zoneado. Sai mais lucro ler no BCWS mesmo :fuckthat:

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:19
por HateSeeker
Marciel Leite escreveu:
trunks escreveu:
luiz jorge escreveu:Embora sejam modelos de baixo custo, os desenhos do Cobalt, Agile e nova Montana têm personalidade de sobra, são modelos que chamam muito a atenção, e isso ajuda muito no fato deles venderem tanto.

E ao contrário do que eu observo nos fóruns, na vida real eu observo muitas pessoas elogiarem o design do Agile.

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É verdade... Essa resistência ao design do Agile que se vê na internet, não se nota nas ruas...

Como não sou nenhum poser, eu já elogio mesmo pq acho lindo mesmo.
Claro, quantos entendidos de carro você vê pela rua e quantos você vê na net. ainda mais por onde a gente frequenta...
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Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:24
por Marciel Leite
HateSeeker escreveu:
Marciel Leite escreveu:
trunks escreveu:
luiz jorge escreveu:Embora sejam modelos de baixo custo, os desenhos do Cobalt, Agile e nova Montana têm personalidade de sobra, são modelos que chamam muito a atenção, e isso ajuda muito no fato deles venderem tanto.

E ao contrário do que eu observo nos fóruns, na vida real eu observo muitas pessoas elogiarem o design do Agile.

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É verdade... Essa resistência ao design do Agile que se vê na internet, não se nota nas ruas...

Como não sou nenhum poser, eu já elogio mesmo pq acho lindo mesmo.
Claro, quantos entendidos de carro você vê pela rua e quantos você vê na net. ainda mais por onde a gente frequenta...
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Porra, que saco...

Pra saber do design do carro, não precisa ser entendido do assunto... É pra analisar o design, não se o carro presta Imagem

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:27
por HateSeeker
claro que precisa. tem gente que vê um audi e uma bmw e não sabe diferir.
Nego curte o camaro porque? porque apareceu no transformers. simples.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:32
por Marciel Leite
HateSeeker escreveu:claro que precisa. tem gente que vê um audi e uma bmw e não sabe diferir.
Nego curte o camaro porque? porque apareceu no transformers. simples.
Quem não sabe a diferença duma BMW pra um Audi é pq não tem interesse em saber e portanto não é necessário pra tal pessoa. E o fato das pessoas curtirem camaro por causa do transformers não tem nada ver...

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:34
por HateSeeker
é meio psicologia, o que a pessoa associa o que ao que.
todo mundo sabe o que é um fusca ou kombi.
o que a pessoa associa a esse objeto define as outras coisas.
Se alguem associa beleza ao Agile, sabendo que ele não vale porra nenhuma, e sendo realmente feio...

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:42
por K.D.R
Marciel Leite escreveu:
HateSeeker escreveu:claro que precisa. tem gente que vê um audi e uma bmw e não sabe diferir.
Nego curte o camaro porque? porque apareceu no transformers. simples.
Quem não sabe a diferença duma BMW pra um Audi é pq não tem interesse em saber e portanto não é necessário pra tal pessoa. E o fato das pessoas curtirem camaro por causa do transformers não tem nada ver...
tem sim, minha mae adora o camaro, ai se vc perguntar pra ela do pq o que vc acha que ela vai responder?? pq estava no transformer, e eh isso com td mundo, os manolos viram o camaro no filme e comecaram a botar camaro em td quanto eh funk, e virou modinha.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:42
por Marciel Leite
HateSeeker escreveu:[...]Se alguem associa beleza ao Agile, sabendo que ele não vale porra nenhuma, e sendo realmente feio...
Mas uma vez eu reitero, estamos falando do Design, da "casca" do carro... Se o carro presta ou se vale uma coisa, isso fica de fora da discussão do momento.

Re: Análise de estilo: Chevrolet Cobalt

Enviado: 05 Fev 2012, 00:50
por HateSeeker
Marciel Leite escreveu:
HateSeeker escreveu:[...]Se alguem associa beleza ao Agile, sabendo que ele não vale porra nenhuma, e sendo realmente feio...
Mas uma vez eu reitero, estamos falando do Design, da "casca" do carro... Se o carro presta ou se vale uma coisa, isso fica de fora da discussão do momento.
então caralho.
Alguem vê aquela frente monstra e acha aquilo bonito é foda. Imagem