Volta Rápida: Lexus RX350 aposta no estilo e confiabilidade contra X5 e GLE
Enviado: 12 Jul 2016, 12:44
Volta Rápida: Lexus RX350 aposta no estilo e confiabilidade contra X5 e GLE
Do CarPlace | Publicado em Mon, 11 Jul 2016 23:00:38 +0000

“Em busca da perfeição” é o novo slogan da Lexus no Brasil. Ainda nova no país, onde chegou em 2012, a marca japonesa aposta na atualização de sua gama, alta qualidade de construção e relacionamento mais estreito com os clientes como diferenciais para conquistar os clientes locais. Tanto é que os executivos citam o nome da marca o tempo todo, mais até que o do próprio lançamento: a nova geração do RX350. CARPLACE esteve no evento de apresentação do crossover e traz as primeiras impressões ao dirigir.

O que é?
Lançado em 1998, o RX chega à sua quarta geração tendo como principal destaque a nova assinatura de design da Lexus. Semelhante ao do compacto NX200t, o estilo tem como característica uma aparência musculosa e cheia de recortes. Na dianteira, a imensa grade trapezoidal marca presença, bem como os novos faróis com tecnologia Full-LED. Os LEDs também estão presentes nos piscas dianteiros e traseiros (como assinatura noturna), além dos faróis de neblina e lanternas.

Goste-se ou não, o RX não se confunde com nenhum rival e chama bastante a atenção, sendo bem mais bonito ao vivo do que em fotos. Maior e mais espaçoso que a geração anterior, o crossover agora possui 4,89o metros de comprimento (120 mm a mais), 1,895 m de largura (10 mm a menos) e 2,790 m de distância entre-eixos (50 mm extras). Com bom espaço para cinco ocupantes, ainda tem como vantagem o assoalho plano na parte traseira. O porta-malas também cresceu e agora acomoda 521 litros (61 litros extras).

Moderno e com excelente percepção de qualidade, o interior renovado se destaca pelo painel com console central completamente redesenhado, novo cluster e um telão de 12,3 polegadas para o sistema de entretenimento. O recurso tem funções de navegação, som, Bluetooth, DVD, HD Rádio, TV digital, comandos de voz e monitoramento de consumo (na versão F-Sport). Um dos diferenciais é o Remote Touch Interface, que lembra um mouse e serve para acessar todas as funções do sistema.

Entre os equipamentos de série estão botão de partida, ar digital dual zone, retrovisores elétricos com aquecimento e função tilt down, e acionamento elétrico da tampa do porta-malas – seja pelo botão no painel ou na própria tampa. Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos e 10 posições de memórias, bem como a função Return & Away, na qual o banco e volante se afastam para facilitar o acesso e a saída do carro.

Mas como nem tudo é perfeito, não é possível acionar a subida/descida dos vidros elétricos remotamente – incoerente para um carro dessa faixa de preço. Como se trata de SUV premium, também sentimos falta de comodidades como controle de cruzeiro adaptativo e os alertas auxiliares (presentes até em segmentos inferiores), tais como saída de faixa, de colisão dianteira, movimentação traseira e monitoramento de pontos cegos.
De aparência mais esportiva, a versão F-Sport possui grade frontal em formato de colmeia, retrovisores com capa em preto brilhante, spoiler inferior e rodas com design exclusivo. Por dentro, as diferenças ficam por conta do painel de instrumentos mais elaborado, head-up display, paddle-shifts no volante (infelizmente, apenas nesta versão), pedais em alumínio, volante de três raios, teto-solar panorâmico e carregador de celular sem fio.

Como anda?
Após conhecer todas as instalações da concessionária Lexus em São Paulo, saímos para acelerar a nova geração do RX350 em um longo (e bom) test-drive entre a capital e Ilhabela, no litoral norte do estado. Logo de cara, o modelo agradou pelo baixíssimo nível de ruído na cabine, de modo que praticamente não se ouve o que acontece do lado de fora. Com todos os ajustes elétricos, é bem fácil achar a melhor posição de dirigir e logo saímos pelo trânsito travado da capital.

Cada vez mais comum entre os crossovers grandes, o comportamento dinâmico é bem preciso para um carro desse porte, ou seja, o RX não fica balançando com aquele jeitão de “barca”, seja em buracos ou oscilações, nem nas frenagens. O movimento da carroceria é bastante controlado e previsível. A suspensão filtrou muito bem as irregularidades na cidade, e na estrada se mostrou firme, permitindo contornar curvas em altas velocidades sem sustos. Nada mal para um modelo de mais de 1,9 tonelada.
Bem disposto, o motor de ciclo Atckinson 3.5 V6 de 305 cv e 38 kgfm de torque é mais que suficiente para o peso do utilitário, independentemente da situação. No trecho de serra, onde foi mais exigido, a quantidade de força disponível, somada à agilidade da caixa automática de oito marchas, garantiu uma tocada bem agradável.

Mas, lembrando que o lema da Lexus é “em busca da perfeição”, um motor com turbo cairia bem ao RX, ajudando na eficiência. A marca diz que o SUV bebe menos nesta geração, com média declarada de 8,5 km/l em circuito misto. Todavia, na prática gastou um pouco mais: a média no trajeto percorrido na avaliação ficou em 7,4 km/l, sendo 90% em estrada e 10% na cidade sem trânsito.
Quanto custa?
Os preços são de R$ 337.350 para o RX350 e R$ 352.950 para o RX350 F-Sport. A Lexus cita como principais rivais os alemães BMW X5 (que custa a partir de R$ 394.950 mil na versão xDrive35i) e Mercedes GLE 350 (movido a diesel e com preço inicial de R$ 335,9 mil), além do tecnológico Volvo Xc90, que parte de R$ 334.950.

Embora os modelos citados estejam na mesma faixa de potência, contam as diferentes soluções mecânicas (diesel no Mercedes e turbo no Volvo). Em termos de equipamentos, destaque para o GLE350 e XC90, que contam com diversos sistemas de auxílio ao motorista e estão na mesma faixa de preço.
Opção para quem quer sair dos tradicionais SUVs alemães, o RX350 renovado aposta na qualidade de construção primorosa, confiabilidade japonesa e visual inconfundível para ampliar seu espaço e tornar a marca Lexus mais conhecida no mercado. Assim, a meta de vendas é bem modesta, com apenas 120 emplacamentos anuais.
Por Julio Cesar, de Ilhabela (SP)
Fotos: autor e divulgação
Viagem a convite da Lexus
Ficha técnica – Lexus RX350 F-Sport
Motor: dianteiro, transversal, 3.5 litros, 6 cilindros em V, DOHC, 24 válvulas VVT-iW comando duplo variável, gasolina; Potência: 305 cv a 6.300 rpm; Torque: 38 kgfm a 4.700 rpm; Transmissão: câmbio automático de oito marchas, tração integral; Direção: elétrica; Suspensão: independente McPherson na dianteira e multibraços na traseira; Freios: discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira, com ABS; Rodas: aro 20 com pneus 235/55 R20; Peso: 1.915 kg; Capacidades: porta-malas 521 litros, tanque 72 litros; Dimensões: comprimento 4.890 mm, largura 1.895 mm, altura 1.710 mm, entreeixos 2.790 mm
Galeria: Lexus RX350 2017




































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Fonte: http://carplace.uol.com.br/volta-rapida-lexus-rx350/
Do CarPlace | Publicado em Mon, 11 Jul 2016 23:00:38 +0000

“Em busca da perfeição” é o novo slogan da Lexus no Brasil. Ainda nova no país, onde chegou em 2012, a marca japonesa aposta na atualização de sua gama, alta qualidade de construção e relacionamento mais estreito com os clientes como diferenciais para conquistar os clientes locais. Tanto é que os executivos citam o nome da marca o tempo todo, mais até que o do próprio lançamento: a nova geração do RX350. CARPLACE esteve no evento de apresentação do crossover e traz as primeiras impressões ao dirigir.

O que é?
Lançado em 1998, o RX chega à sua quarta geração tendo como principal destaque a nova assinatura de design da Lexus. Semelhante ao do compacto NX200t, o estilo tem como característica uma aparência musculosa e cheia de recortes. Na dianteira, a imensa grade trapezoidal marca presença, bem como os novos faróis com tecnologia Full-LED. Os LEDs também estão presentes nos piscas dianteiros e traseiros (como assinatura noturna), além dos faróis de neblina e lanternas.

Goste-se ou não, o RX não se confunde com nenhum rival e chama bastante a atenção, sendo bem mais bonito ao vivo do que em fotos. Maior e mais espaçoso que a geração anterior, o crossover agora possui 4,89o metros de comprimento (120 mm a mais), 1,895 m de largura (10 mm a menos) e 2,790 m de distância entre-eixos (50 mm extras). Com bom espaço para cinco ocupantes, ainda tem como vantagem o assoalho plano na parte traseira. O porta-malas também cresceu e agora acomoda 521 litros (61 litros extras).

Moderno e com excelente percepção de qualidade, o interior renovado se destaca pelo painel com console central completamente redesenhado, novo cluster e um telão de 12,3 polegadas para o sistema de entretenimento. O recurso tem funções de navegação, som, Bluetooth, DVD, HD Rádio, TV digital, comandos de voz e monitoramento de consumo (na versão F-Sport). Um dos diferenciais é o Remote Touch Interface, que lembra um mouse e serve para acessar todas as funções do sistema.

Entre os equipamentos de série estão botão de partida, ar digital dual zone, retrovisores elétricos com aquecimento e função tilt down, e acionamento elétrico da tampa do porta-malas – seja pelo botão no painel ou na própria tampa. Os bancos dianteiros possuem ajustes elétricos e 10 posições de memórias, bem como a função Return & Away, na qual o banco e volante se afastam para facilitar o acesso e a saída do carro.

Mas como nem tudo é perfeito, não é possível acionar a subida/descida dos vidros elétricos remotamente – incoerente para um carro dessa faixa de preço. Como se trata de SUV premium, também sentimos falta de comodidades como controle de cruzeiro adaptativo e os alertas auxiliares (presentes até em segmentos inferiores), tais como saída de faixa, de colisão dianteira, movimentação traseira e monitoramento de pontos cegos.
De aparência mais esportiva, a versão F-Sport possui grade frontal em formato de colmeia, retrovisores com capa em preto brilhante, spoiler inferior e rodas com design exclusivo. Por dentro, as diferenças ficam por conta do painel de instrumentos mais elaborado, head-up display, paddle-shifts no volante (infelizmente, apenas nesta versão), pedais em alumínio, volante de três raios, teto-solar panorâmico e carregador de celular sem fio.

Como anda?
Após conhecer todas as instalações da concessionária Lexus em São Paulo, saímos para acelerar a nova geração do RX350 em um longo (e bom) test-drive entre a capital e Ilhabela, no litoral norte do estado. Logo de cara, o modelo agradou pelo baixíssimo nível de ruído na cabine, de modo que praticamente não se ouve o que acontece do lado de fora. Com todos os ajustes elétricos, é bem fácil achar a melhor posição de dirigir e logo saímos pelo trânsito travado da capital.

Cada vez mais comum entre os crossovers grandes, o comportamento dinâmico é bem preciso para um carro desse porte, ou seja, o RX não fica balançando com aquele jeitão de “barca”, seja em buracos ou oscilações, nem nas frenagens. O movimento da carroceria é bastante controlado e previsível. A suspensão filtrou muito bem as irregularidades na cidade, e na estrada se mostrou firme, permitindo contornar curvas em altas velocidades sem sustos. Nada mal para um modelo de mais de 1,9 tonelada.
Bem disposto, o motor de ciclo Atckinson 3.5 V6 de 305 cv e 38 kgfm de torque é mais que suficiente para o peso do utilitário, independentemente da situação. No trecho de serra, onde foi mais exigido, a quantidade de força disponível, somada à agilidade da caixa automática de oito marchas, garantiu uma tocada bem agradável.

Mas, lembrando que o lema da Lexus é “em busca da perfeição”, um motor com turbo cairia bem ao RX, ajudando na eficiência. A marca diz que o SUV bebe menos nesta geração, com média declarada de 8,5 km/l em circuito misto. Todavia, na prática gastou um pouco mais: a média no trajeto percorrido na avaliação ficou em 7,4 km/l, sendo 90% em estrada e 10% na cidade sem trânsito.
Quanto custa?
Os preços são de R$ 337.350 para o RX350 e R$ 352.950 para o RX350 F-Sport. A Lexus cita como principais rivais os alemães BMW X5 (que custa a partir de R$ 394.950 mil na versão xDrive35i) e Mercedes GLE 350 (movido a diesel e com preço inicial de R$ 335,9 mil), além do tecnológico Volvo Xc90, que parte de R$ 334.950.

Embora os modelos citados estejam na mesma faixa de potência, contam as diferentes soluções mecânicas (diesel no Mercedes e turbo no Volvo). Em termos de equipamentos, destaque para o GLE350 e XC90, que contam com diversos sistemas de auxílio ao motorista e estão na mesma faixa de preço.
Opção para quem quer sair dos tradicionais SUVs alemães, o RX350 renovado aposta na qualidade de construção primorosa, confiabilidade japonesa e visual inconfundível para ampliar seu espaço e tornar a marca Lexus mais conhecida no mercado. Assim, a meta de vendas é bem modesta, com apenas 120 emplacamentos anuais.
Por Julio Cesar, de Ilhabela (SP)
Fotos: autor e divulgação
Viagem a convite da Lexus
Ficha técnica – Lexus RX350 F-Sport
Motor: dianteiro, transversal, 3.5 litros, 6 cilindros em V, DOHC, 24 válvulas VVT-iW comando duplo variável, gasolina; Potência: 305 cv a 6.300 rpm; Torque: 38 kgfm a 4.700 rpm; Transmissão: câmbio automático de oito marchas, tração integral; Direção: elétrica; Suspensão: independente McPherson na dianteira e multibraços na traseira; Freios: discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira, com ABS; Rodas: aro 20 com pneus 235/55 R20; Peso: 1.915 kg; Capacidades: porta-malas 521 litros, tanque 72 litros; Dimensões: comprimento 4.890 mm, largura 1.895 mm, altura 1.710 mm, entreeixos 2.790 mm
Galeria: Lexus RX350 2017




































Ver a notícia Volta Rápida: Lexus RX350 aposta no estilo e confiabilidade contra X5 e GLE diretamente no site CARPLACE.
Fonte: http://carplace.uol.com.br/volta-rapida-lexus-rx350/


