Chevrolet Tracker renovado parte de R$ 79.980
Enviado: 18 Nov 2016, 18:50
Chevrolet Tracker renovado parte de R$ 79.980
Do Auto Esporte

Dianteira do Tracker renovado segue de perto a linguagem de estilo do Cruze (Foto: Divulgação)
O renovado Chevrolet Tracker 1.4 turbo pretende ficar no pódio entre os crossovers compactos, de acordo com fonte ligada ao fabricante. O modelo chega do México com preços a partir de R$ 79.980 na versão LT. O LTZ começa em R$ 89.990, mas pode receber o kit de airbags laterais e do tipo cortina como extra, opcional que eleva a conta a R$ 92.990. Em relação aos preços recentes do Tracker 1.8, os valores aumentaram entre R$ 2.190 e R$ 2.700: o LT 1.8 partia de R$ 77.790 e o LTZ era cotado a R$ 87.290, sendo que ambos foram reajustados recentemente para o mesmo patamar do modelo reestilizado.
Valores competitivos face os líderes Jeep Renegade e Honda HR-V, ainda mais se levarmos em consideração que o GM terá mais desempenho graças ao motor 1.4 turbo de 153/150 cv e 24,5/24 kgfm de torque, respectivamente com etanol e gasolina. O câmbio é sempre o automático de seis marchas e há start-stop de série, igualzinho ao conjunto de força do novo Cruze. Não há versão 4X4, oferecida no mercado norte-americano.
saiba mais
Equipado com OnStar, o Tracker estreia a nova geração do MyLink, que possui tela de sete polegadas e compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay. Além dos itens de conectividade, o LT básico já vem com ar-condicionado, direção elétrica com coluna ajustável em altura e profundidade, vidros elétricos um-toque para todos, retrovisores e travas elétricas, volante multifuncional, computador de bordo, banco traseiro bipartido, espelhos e maçanetas na cor do veículo e rodas de liga-leve aro 16 calçadas em pneus 205/60.

Lanternas do top LTZ têm elementos em leds, repetido também nos faróis (Foto: Divulgação)
O LTZ acrescenta alerta de ponto cego, câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro, entrada e partida sem chave, teto solar elétrico, bancos de couro (artificial) e ajuste elétrico lombar para o motorista, retrovisores aquecidos, assento do carona com porta-objetos e rebatimento do encosto, rodas aro 18 (pneus 215/55), maçanetas cromadas.
Os airbags laterais e de cortina são opcionais mesmo no mais caro, enquanto os controles de estabilidade e de tração não vêm de série - no Cruze são de fábrica desde o mais barato. Lembrando que Jeep Renegade e Honda HR-V, seus rivais diretos, possuêm as salvaguardas eletrônicas de série, algo louvável em carros de centro de gravidade mais alto.
Há outro porém: o modelo vendido no mercado norte-americano, onde se chama Trax, é bem mais completo e traz desde o básico (LS) ESP, controle de tração e todos os airbags de série (inclusive um para os joelhos do motorista), além de ter opcionais como alerta de colisão dianteira e sensor de permanência na faixa. Como se não bastasse, o modelo tem capacidade para apenas 306 litros no porta-malas.

Além do MyLink 2, desenho e acabamento interno evoluíram na mesma medida (Foto: Divulgação)
O facelift segue a mesma estampa do Cruze, algo que fica marcante na dianteira, enquanto a traseira tem lanternas com novos elementos. No LTZ, os faróis e lanternas têm leds. A cabine recebeu melhorias no acabamento, que deixou de lado os plásticos rígidos para adotar faixa de couro no painel. Por sua vez, o quadro de instrumentos abandonou o estilo aplicado no Onix para adotar os mostradores analógicos. Todos os passageiros contam com encostos de cabeça e cinto de três pontos. Há cinco opções de cores: branca summit, preta ouro negro, prata switchblade e as novas vermelha baroque e cinza graphite. A garantia continua a ser de três anos.

Quadro de instrumentos do Tracker deixou de seguir o visual do Onix e família (Foto: Divulgação)
Captiva perderá espaço
Segundo fonte ligada ao fabricante, o único problema para a expansão de vendas é a limitação de cota no acordo de importação Brasil-México. Na prática, a Chevrolet destinará a quase toda a cota para o Tracker, o que deixará o Captiva mexicano de lado. O modelo já não tem a mesma relevância de antes no mercado, quando chegou a ser um dos crossovers médios mais vendidos. Além disso, há o fato do segmento dos SUVs compactos ser a atual menina dos olhos dos fabricantes.

Chevrolet Captiva 2016 (Foto: Divulgação)
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... 79980.html
Do Auto Esporte
Dianteira do Tracker renovado segue de perto a linguagem de estilo do Cruze (Foto: Divulgação)
O renovado Chevrolet Tracker 1.4 turbo pretende ficar no pódio entre os crossovers compactos, de acordo com fonte ligada ao fabricante. O modelo chega do México com preços a partir de R$ 79.980 na versão LT. O LTZ começa em R$ 89.990, mas pode receber o kit de airbags laterais e do tipo cortina como extra, opcional que eleva a conta a R$ 92.990. Em relação aos preços recentes do Tracker 1.8, os valores aumentaram entre R$ 2.190 e R$ 2.700: o LT 1.8 partia de R$ 77.790 e o LTZ era cotado a R$ 87.290, sendo que ambos foram reajustados recentemente para o mesmo patamar do modelo reestilizado.
Valores competitivos face os líderes Jeep Renegade e Honda HR-V, ainda mais se levarmos em consideração que o GM terá mais desempenho graças ao motor 1.4 turbo de 153/150 cv e 24,5/24 kgfm de torque, respectivamente com etanol e gasolina. O câmbio é sempre o automático de seis marchas e há start-stop de série, igualzinho ao conjunto de força do novo Cruze. Não há versão 4X4, oferecida no mercado norte-americano.
saiba mais
- Chevrolet leva novos Camaro e Cruze Sport6 ao Salão, além do Tracker renovado
- Teste: confira o quanto corre o novo Chevrolet Camaro SS V8 de 461 cv
- Cruze hatch mantém o novo Sport6 e parte de R$ 89.990 na versão LT
Equipado com OnStar, o Tracker estreia a nova geração do MyLink, que possui tela de sete polegadas e compatibilidade com Android Auto e Apple CarPlay. Além dos itens de conectividade, o LT básico já vem com ar-condicionado, direção elétrica com coluna ajustável em altura e profundidade, vidros elétricos um-toque para todos, retrovisores e travas elétricas, volante multifuncional, computador de bordo, banco traseiro bipartido, espelhos e maçanetas na cor do veículo e rodas de liga-leve aro 16 calçadas em pneus 205/60.
Lanternas do top LTZ têm elementos em leds, repetido também nos faróis (Foto: Divulgação)
O LTZ acrescenta alerta de ponto cego, câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro, entrada e partida sem chave, teto solar elétrico, bancos de couro (artificial) e ajuste elétrico lombar para o motorista, retrovisores aquecidos, assento do carona com porta-objetos e rebatimento do encosto, rodas aro 18 (pneus 215/55), maçanetas cromadas.
Os airbags laterais e de cortina são opcionais mesmo no mais caro, enquanto os controles de estabilidade e de tração não vêm de série - no Cruze são de fábrica desde o mais barato. Lembrando que Jeep Renegade e Honda HR-V, seus rivais diretos, possuêm as salvaguardas eletrônicas de série, algo louvável em carros de centro de gravidade mais alto.
Há outro porém: o modelo vendido no mercado norte-americano, onde se chama Trax, é bem mais completo e traz desde o básico (LS) ESP, controle de tração e todos os airbags de série (inclusive um para os joelhos do motorista), além de ter opcionais como alerta de colisão dianteira e sensor de permanência na faixa. Como se não bastasse, o modelo tem capacidade para apenas 306 litros no porta-malas.
Além do MyLink 2, desenho e acabamento interno evoluíram na mesma medida (Foto: Divulgação)
O facelift segue a mesma estampa do Cruze, algo que fica marcante na dianteira, enquanto a traseira tem lanternas com novos elementos. No LTZ, os faróis e lanternas têm leds. A cabine recebeu melhorias no acabamento, que deixou de lado os plásticos rígidos para adotar faixa de couro no painel. Por sua vez, o quadro de instrumentos abandonou o estilo aplicado no Onix para adotar os mostradores analógicos. Todos os passageiros contam com encostos de cabeça e cinto de três pontos. Há cinco opções de cores: branca summit, preta ouro negro, prata switchblade e as novas vermelha baroque e cinza graphite. A garantia continua a ser de três anos.
Quadro de instrumentos do Tracker deixou de seguir o visual do Onix e família (Foto: Divulgação)
Captiva perderá espaço
Segundo fonte ligada ao fabricante, o único problema para a expansão de vendas é a limitação de cota no acordo de importação Brasil-México. Na prática, a Chevrolet destinará a quase toda a cota para o Tracker, o que deixará o Captiva mexicano de lado. O modelo já não tem a mesma relevância de antes no mercado, quando chegou a ser um dos crossovers médios mais vendidos. Além disso, há o fato do segmento dos SUVs compactos ser a atual menina dos olhos dos fabricantes.

Chevrolet Captiva 2016 (Foto: Divulgação)
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... 79980.html

mesmo. 


