Teste: Hyundai Elantra Top 2.0 16V flex

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Robô Troll
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05 Dez 2016, 14:37

Teste: Hyundai Elantra Top 2.0 16V flex
Do Auto Esporte


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Hyundai Elantra (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte)


 


Às vésperas do lançamento oficial, flagramos o novoHyundai Elantraem uma concessionária de São Paulo (SP), quando também descobrimos todos os preços e versões – são três opções de R$ 84.990 a R$ 114.990. Faltava apenas o primeiro contato. Criado com uma missão específica (neste caso, brigar com o Toyota Corolla), o sedã da sul-coreana também repete algumas falhas do líder de vendas.

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Hyundai Elantra (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte)


 


Impressões ao volante



Para quem busca um sedã com “pegada esportiva”, o Elantra pode até agradar, já que o visual está longe de ser comportado como alguns rivais – ainda que esteja mais sério do que os novos Honda Civic e Chevrolet Cruze. Do lado de dentro, a boa impressão continua graça à posição de dirigir baixa e ao novo painel que tem melhor ergonomia e materiais do que antes.


Uma pena que boa parte do encanto se perca ao dar partida no motor, afinal, sob o capô está o mesmo 2.0 16V flex com até 167 cv e 20,6 kgfm do antecessor. Não é só isso: a transmissão automática de seis velocidades também se manteve igual, inclusive sem as borboletas atrás do volante para trocas de marchas.

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Hyundai Elantra (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte)


 


A direção tem assistência elétrica com ajuste leve, o que facilita as manobras na cidade e a baixas velocidades, mas cobra seu preço na estrada, quando pode ser muito anestesiada. Já a suspensão tem um bom acerto entre estabilidade e conforto, apesar do eixo de torção atrás (um conjunto igual ao da dupla Corolla e Cruze, porém, menos refinado do que no Civic).


Com 2,70 metros de entre-eixos, o sedã da Hyundai garante conforto a todos os ocupantes, mas alguns detalhes de acabamento destoam do preço, como o forro simples do teto, as portas de plástico rígido, o freio de estacionamento por alavanca. Ainda assim, a falta do cinto de três pontos e do apoio de cabeça no meio do banco de trás é imperdoável.

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Hyundai Elantra (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte)


 


Custo-benefício



Seja do lado de fora ou de dentro, o Elantra quase não lembra o antecessor, só que a plataforma continua a mesma – apesar de ganhar mais aços de alta resistência e melhorar a rigidez torcional em 23%. Entretanto, muitos vestígios do modelo antigo seguem ali, como a falta dos controles de tração e de estabilidade, disponíveis apenas na configuração mais cara.


No que diz respeito à lista de equipamentos de conforto, a novidade até que se sai bem, mas apenas a partir da opção intermediária, que traz itens como ar-condicionado de duas zonas, seis airbags, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro, acendimento automático dos faróis, sensor de chuva e sistema multimídia com GPS. Contudo, a concorrência já está além.

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Hyundai Elantra (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte)


 


Na verdade, esse é o problema, já que no disputado segmento de sedãs médios, o que não faltam são opção para os diferentes perfis de clientes – desde os mais conservadores, até os mais “joviais” – e por isso fica a constante sensação de que o Elantra poderia ter ido além para se destacar, só que preferiu apostar por um pacote não tão recheado (e nem barato).


Vale a compra?



Não. Sem um conjunto mecânico mais moderno ou uma lista de equipamentos recheada que justifique os preços que são cobrados, o novo Elantra fica à sombra da concorrência direta – ou seja, Civic e Corolla. Ao invés de apostar por diferenciais que destacassem o sedã no segmento, independentemente da versão, a Hyundai preferiu “rechear” a opção topo de linha, que é a única a trazer itens importantes de segurança, mas custa quase o mesmo que um Audi A3 Sedan na intermediária Ambiente (que oferece mais prestígio por R$ 117.990).

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Hyundai Elantra (Foto: Marcos Camargo / Autoesporte)


Ficha técnica



Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, comando duplo, flex


Cilindrada: 1.998 cm³


Potência: 167/157 cv a 6.200 rpm


Torque: 20,6/19,2 kgfm a 4.700 rpm


Transmissão: Automática de seis marchas, tração dianteira


Direção: Elétrica


Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira


Freios: Discos ventilados na dianteira e sólidos na traseira, ABS


Pneus: 205/60 R16


Dimensões: Comprimento 4,57 m; Largura 1,80 m; Altura 1,46 m; Entre-eixos 2,70 m


Tanque: 56 litros


Peso: 1.260 kg


Porta-malas: 407 litros (declarados pelo fabricante)


Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Ana ... -flex.html

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RockMaan
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05 Dez 2016, 18:08

Mais do mesmo, sem motor turbo, versão básica com equipamento de Gol e a top caríssima, next

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Pablo
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06 Dez 2016, 00:21

117k :lol:

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Kicksilver
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06 Dez 2016, 14:56

Tá bonitão.

Mas achei a dianteira meio Fusion.

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AlvoErrado2
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07 Dez 2016, 09:36

O anterior era mais bonito, esse genericão aí nem faz cócegas no pé da concorrência.

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Buzz
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07 Dez 2016, 15:30

É bonito, mas não se destaque nem em equipamentos e nem no conjunto mecânico.

Péssimo custo x benefício.

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