Eagle lança Jaguar E-Type modernizado por R$ 2,7 milhões
Enviado: 26 Jan 2017, 18:54
Eagle lança Jaguar E-Type modernizado por R$ 2,7 milhões
Do Auto Esporte

Eagle refaz totalmente o E-Type antes de rebatizá-lo como Spyder GT (Foto: Divulgação)
É difícil melhorar um Jaguar E-Type? Não para o pessoal da Eagle, marca habituada a recriar o clássico esportivo britânico. O pequeno fabricante apresentou a sua mais nova criação: o Spyder GT. É um conversível mais tratável do que o Eagle Speedster original, que dispensava até a capota em nome da leveza. O pessoal da Eagle precisa apenas de um E-Type original como ponto de partida, não muito diferente do que faz a Singer na hora de recriar o 911. Incluindo o carro doador, são nada menos que 695 mil libras esterlinas, o equivalente a R$ 2,78 milhões - sem impostos.
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O Speedster não tinha sequer um para-brisa alto, o seu jeito bandido de pista garantiu até uma ponta em Velozes e Furiosos 6 (confira a foto ao final do post). O Spyder GT não abre mão de para-brisa ou da capota de tecido manual, perfeita para abrigar o dono do tempo inclemente da Inglaterra. Contudo, nem por isso deixa de ser um carro leve, até porquê trata-se de um E-Type que passou por uma dieta e tanto. São apenas 1.029 kg graças ao uso de um monobloco de alumínio, bloco do motor e caixa feitos do mesmo material, além de muito magnésio.
Mais leve e muito mais forte. A tradição do motor seis em linha foi mantida, mas a usina de força foi ampliada a 4,7 litros - o E-Type original de 1961 tinha um 3.8, depois expandido a 4,2 litros. São 334 cv de potência, contra 268 cv do carro dos anos 60. O torque chega a respeitáveis 46,1 kgfm, ou seja, o suficiente para transformar o quase sessentão em um esportivo moderno em termos de desempenho.

As linhas sensuais do E-Type não são retocadas em excesso pela Eagle (Foto: Divulgação)
São necessários menos de 5 segundos para se ir de zero a 100 km/h em menos de cinco segundos e ir além dos 280 km/h. Na hora de parar, grandes discos de 315 mm na frente e 280 mm atrás com pinças da AP Racing dão conta do leve e estúpido conjunto. O ruído do escape retrabalhado é ainda mais emocionante do que o desenho, promete a Eagle.
Longe de ser apenas uma restauração, a estrutura inteira é substituída. Isso muda até a sua posição de dirigir, pois o motorista passa a sentar ainda mais colado ao chão graças às soleiras mais profundas. Enquanto isso, as caixas de rodas foram ampliadas para acomodar rodas aro 16 e pneus 225/55 à frente e 235/60 atrás, sempre com rodas raidas de aço inoxidável com cubo rápido (porca central). A suspensão independente nas quatro rodas tem geometria e componentes novos e a Eagle garante que se valeu dos seus 30 anos de experiência para afinar o Spyder GT.
Embora tenha apenas 4,26 metros de comprimento, porte quase de compacto, o E-Type tem proporções matadoras. Considerado um dos carros mais belos já feitos, o roadster não teve alterados seus pontos mais chamativos, em especial o longuíssimo capô dotado de saídas de ventilação, mas ficou bem mais baixo: 1,10 metro de altura. Três centímetros a menos do que o Lamborghini Aventador SV que testamos. Para-choques são deletados para garantir uma superfície ainda mais pura.

Materiais ainda mais refinados são adotados pelo Eagle Spyder GT (Foto: Divulgação)
Por dentro, os revestimentos são trocados por outros feitos artesanalmente. O couro tem costuras manuais e maciez de colo de mãe. Como prova da atenção aos mínimos detalhes, até o freio de mão fica escondido por uma cobertura. O alumínio polido dá o tom, enquanto os comandos aeronáuticos foram mantidos. Nada mais apropriado para um carro criado por um engenheiro habituado a desenhar aviões, Malcom Sayer. Seja onde ele estiver, temos certeza de que este seria o E-Type que ele dirigiria atualmente.

Chevrolet Camaro SS e Eagle Speedster uma variação do Jaguar E-Type (Foto: Divulgação)
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... lhoes.html
Do Auto Esporte

Eagle refaz totalmente o E-Type antes de rebatizá-lo como Spyder GT (Foto: Divulgação)
É difícil melhorar um Jaguar E-Type? Não para o pessoal da Eagle, marca habituada a recriar o clássico esportivo britânico. O pequeno fabricante apresentou a sua mais nova criação: o Spyder GT. É um conversível mais tratável do que o Eagle Speedster original, que dispensava até a capota em nome da leveza. O pessoal da Eagle precisa apenas de um E-Type original como ponto de partida, não muito diferente do que faz a Singer na hora de recriar o 911. Incluindo o carro doador, são nada menos que 695 mil libras esterlinas, o equivalente a R$ 2,78 milhões - sem impostos.
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O Speedster não tinha sequer um para-brisa alto, o seu jeito bandido de pista garantiu até uma ponta em Velozes e Furiosos 6 (confira a foto ao final do post). O Spyder GT não abre mão de para-brisa ou da capota de tecido manual, perfeita para abrigar o dono do tempo inclemente da Inglaterra. Contudo, nem por isso deixa de ser um carro leve, até porquê trata-se de um E-Type que passou por uma dieta e tanto. São apenas 1.029 kg graças ao uso de um monobloco de alumínio, bloco do motor e caixa feitos do mesmo material, além de muito magnésio.
Mais leve e muito mais forte. A tradição do motor seis em linha foi mantida, mas a usina de força foi ampliada a 4,7 litros - o E-Type original de 1961 tinha um 3.8, depois expandido a 4,2 litros. São 334 cv de potência, contra 268 cv do carro dos anos 60. O torque chega a respeitáveis 46,1 kgfm, ou seja, o suficiente para transformar o quase sessentão em um esportivo moderno em termos de desempenho.

As linhas sensuais do E-Type não são retocadas em excesso pela Eagle (Foto: Divulgação)
São necessários menos de 5 segundos para se ir de zero a 100 km/h em menos de cinco segundos e ir além dos 280 km/h. Na hora de parar, grandes discos de 315 mm na frente e 280 mm atrás com pinças da AP Racing dão conta do leve e estúpido conjunto. O ruído do escape retrabalhado é ainda mais emocionante do que o desenho, promete a Eagle.
Longe de ser apenas uma restauração, a estrutura inteira é substituída. Isso muda até a sua posição de dirigir, pois o motorista passa a sentar ainda mais colado ao chão graças às soleiras mais profundas. Enquanto isso, as caixas de rodas foram ampliadas para acomodar rodas aro 16 e pneus 225/55 à frente e 235/60 atrás, sempre com rodas raidas de aço inoxidável com cubo rápido (porca central). A suspensão independente nas quatro rodas tem geometria e componentes novos e a Eagle garante que se valeu dos seus 30 anos de experiência para afinar o Spyder GT.
Embora tenha apenas 4,26 metros de comprimento, porte quase de compacto, o E-Type tem proporções matadoras. Considerado um dos carros mais belos já feitos, o roadster não teve alterados seus pontos mais chamativos, em especial o longuíssimo capô dotado de saídas de ventilação, mas ficou bem mais baixo: 1,10 metro de altura. Três centímetros a menos do que o Lamborghini Aventador SV que testamos. Para-choques são deletados para garantir uma superfície ainda mais pura.

Materiais ainda mais refinados são adotados pelo Eagle Spyder GT (Foto: Divulgação)
Por dentro, os revestimentos são trocados por outros feitos artesanalmente. O couro tem costuras manuais e maciez de colo de mãe. Como prova da atenção aos mínimos detalhes, até o freio de mão fica escondido por uma cobertura. O alumínio polido dá o tom, enquanto os comandos aeronáuticos foram mantidos. Nada mais apropriado para um carro criado por um engenheiro habituado a desenhar aviões, Malcom Sayer. Seja onde ele estiver, temos certeza de que este seria o E-Type que ele dirigiria atualmente.

Chevrolet Camaro SS e Eagle Speedster uma variação do Jaguar E-Type (Foto: Divulgação)
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... lhoes.html



parabéns pra quem escreveu essa bela frase.
isso que dá não precisar de diploma 
