Todos os carros vendidos no Brasil deverão participar do Programa de Etiquetagem Veicular até o fim 2017
Enviado: 27 Abr 2017, 07:53
Todos os carros vendidos no Brasil deverão participar do Programa de Etiquetagem Veicular até o fim 2017
Do Auto Esporte

Abastecimento de combustível no posto de gasolina (Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)
O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro acaba de entrar em seu nono ano ou ciclo, conforme anunciou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) hoje (26). Até o final do ano passado, até 90% dos carros vendidos no país deveriam trazer a informação de eficiência de consumo e emissão de gases, tanto poluentes quanto o de efeito estufa (CO2).
A partir deste ano, a medida se estende a todos os modelos comercializados no país, que deverão sair das linhas de montagem devidamente etiquetados. Segundo o MDIC, 915 modelos e versões receberam a etiqueta ao longo do primeiro semestre. Outros 87 modelos e versões serão incluídos, fechando 2017 com mais de mil modelos e versões de veículos enquadrados no programa.
“Essas iniciativas têm por objetivo facilitar a vida do consumidor na hora de escolher o modelo e a marca do seu veículo, podendo considerar outros atributos além do preço. Em última instância, a medida acaba por estimular os fabricantes a investirem cada vez mais em novas tecnologias para ganhar competitividade, levando em conta a escolha consciente dos consumidores”, disse o ministro Marcos Pereira em nota.
PBEV
Criado em 2008, o PBEV teve início de forma voluntária, com apenas cinco montadoras participantes e 54 modelos inscritos. Em 2013, a adesão ao PBEV foi definida como um dos requisitos para habilitação ao Inovar-Auto, o que elevou a participação das fabricantes e importadoras de veículos ao programa. Este era um dos pré-requisitos para receber incentivos fiscais até o final de 2017. Além da divulgação dos números de consumo e emissões de cada modelo, as fabricantes também deveriam comprovar melhorias de, no mínimo, 12% nos níveis de eficiência energética entre 2013 e 2017.
Atualmente, os veículos estão divididos em 14 categorias e são avaliados por meio de uma etiqueta com faixas coloridas de ‘A’ (mais eficiente) até ‘E’ (menos eficiente). Desde 2016, os automóveis passaram a ter informações das emissões de gases poluentes (hidrocarbonetos, monóxido de carbono e óxido de nitrogênio) do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), do Ibama.
Novo Regime Automotivo
O novo Regime Automotivo,chamado de Rota 2030 e que está sendo discutido pelo Governo e porta-vozes da indústria, também contemplará os níveis eficiência energética e novas tecnologias de motorização, envolvendo emissões e biocombustíveis. Uma das bandeiras defendidas por parte do setor é que os carros brasileiros sejam tributados segundo seus níveis de eficiência e não por tamanho ou cilindrada do motor, como é atualmente.
saiba mais
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... -2017.html
Do Auto Esporte

Abastecimento de combustível no posto de gasolina (Foto: Rafael Neddermeyer/Fotos Públicas)
O Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV) do Inmetro acaba de entrar em seu nono ano ou ciclo, conforme anunciou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) hoje (26). Até o final do ano passado, até 90% dos carros vendidos no país deveriam trazer a informação de eficiência de consumo e emissão de gases, tanto poluentes quanto o de efeito estufa (CO2).
A partir deste ano, a medida se estende a todos os modelos comercializados no país, que deverão sair das linhas de montagem devidamente etiquetados. Segundo o MDIC, 915 modelos e versões receberam a etiqueta ao longo do primeiro semestre. Outros 87 modelos e versões serão incluídos, fechando 2017 com mais de mil modelos e versões de veículos enquadrados no programa.
“Essas iniciativas têm por objetivo facilitar a vida do consumidor na hora de escolher o modelo e a marca do seu veículo, podendo considerar outros atributos além do preço. Em última instância, a medida acaba por estimular os fabricantes a investirem cada vez mais em novas tecnologias para ganhar competitividade, levando em conta a escolha consciente dos consumidores”, disse o ministro Marcos Pereira em nota.
PBEV
Criado em 2008, o PBEV teve início de forma voluntária, com apenas cinco montadoras participantes e 54 modelos inscritos. Em 2013, a adesão ao PBEV foi definida como um dos requisitos para habilitação ao Inovar-Auto, o que elevou a participação das fabricantes e importadoras de veículos ao programa. Este era um dos pré-requisitos para receber incentivos fiscais até o final de 2017. Além da divulgação dos números de consumo e emissões de cada modelo, as fabricantes também deveriam comprovar melhorias de, no mínimo, 12% nos níveis de eficiência energética entre 2013 e 2017.
Atualmente, os veículos estão divididos em 14 categorias e são avaliados por meio de uma etiqueta com faixas coloridas de ‘A’ (mais eficiente) até ‘E’ (menos eficiente). Desde 2016, os automóveis passaram a ter informações das emissões de gases poluentes (hidrocarbonetos, monóxido de carbono e óxido de nitrogênio) do Programa de Controle da Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve), do Ibama.
Novo Regime Automotivo
O novo Regime Automotivo,chamado de Rota 2030 e que está sendo discutido pelo Governo e porta-vozes da indústria, também contemplará os níveis eficiência energética e novas tecnologias de motorização, envolvendo emissões e biocombustíveis. Uma das bandeiras defendidas por parte do setor é que os carros brasileiros sejam tributados segundo seus níveis de eficiência e não por tamanho ou cilindrada do motor, como é atualmente.
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Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... -2017.html



