Página 1 de 2

Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:27
por Vittel
Imagem

Mais acessível na versão Cult, o Fiat 500 continua charmoso e oferece conforto e segurança para quem não precisa de espaço

Texto e fotos: Fabrício Samahá

Imagem

De tempos em tempos aparecem carros compactos diferentes, com soluções de estilo que lhes dão um charme próprio, uma identidade diferenciada nas ruas. Nos anos 90 havia o Ford Ka e o Renault Twingo, com seus desenhos criativos por fora e por dentro, algo que ambos mantêm em suas atuais gerações europeias — mas o primeiro perdeu tal atributo na remodelação para a América do Sul em 2007. Hoje, quem busca tal diferenciação pode optar por um Smart Fortwo, um Mini da BMW, um Audi A1 ou um Fiat 500, este claramente o mais acessível dos três.

O que deixou o "Cinquecento" (500 em italiano) ao alcance de muitos foi a produção na fábrica da Chrysler em Toluca, no México, para atender ao mercado dos Estados Unidos. Não poderia ter sido mais oportuno, pois logo após seu lançamento por aqui — em agosto — o governo brasileiro elevou em 30 pontos percentuais o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) dos carros importados, deixando México e Mercosul de fora. Com isso, os oponentes encareceram e o Fiat hoje parece ainda mais barato no chamado segmento de "carros pequenos de imagem".

Imagem

Com o início da fabricação mexicana, o 500 passou a vir ao Brasil também em uma versão de entrada, a Cult (nos EUA é chamada de Pop, o que talvez o marketing tenha rejeitado pela associação com "carro popular"). Além do conteúdo mais enxuto que o das já conhecidas Lounge e Sport, a opção mais barata — R$ 40.770 a valores atuais — deixava de lado o motor importado de 1,4 litro e 16 válvulas, hoje dotado da tecnologia MultiAir, em favor de nosso conhecido Fire Evo de mesma cilindrada, mas com oito válvulas e flexível em combustível.

Estava pronta a fórmula para que o 500 alcançasse volumes mais expressivos de vendas, como se nota pelos números ou por sua presença nas ruas das grandes cidades. Até a primeira quinzena de junho, seus emplacamentos este ano registravam média mensal de 784 unidades, mais que as de Peugeot 207 e VW Polo — muito distante do Mini com 94 exemplares mensais, do A1 com 58 e do Smart com 31.

Imagem

Com preço a partir de R$ 40.770, a versão Cult vem bem equipada em conforto e segurança; nem controle eletrônico de estabilidade faltou

Apesar de algumas simplificações, o conteúdo de série é um dos atributos do Cult. Entre os destaques estão itens de segurança como controle eletrônico de estabilidade e tração, bolsas infláveis frontais, faróis com regulagem elétrica de altura e freios com sistema antitravamento (ABS), assistência adicional em emergência e distribuição eletrônica entre os eixos (EBD). A dotação de conforto passa por ar-condicionado, volante e banco do motorista com regulagem de altura, computador de bordo, direção com assistência elétrica, auxílio para arrancada em subida, rádio/CD com MP3 e controle elétrico de vidros, travas e retrovisores. Rodas de alumínio de 15 pol também estão incluídas.

Como opcionais, a versão traz apenas dois pacotes. O Convenience I (R$ 872) tem controlador de velocidade e interface Bluetooth para telefone celular por meio do sistema Blue&Me, que inclui comando de voz e leitura de mensagens SMS. Já o Sport I (R$ 3.183) vem com sistema de áudio superior com alto-falantes da renomada marca Bose e teto solar com controle elétrico. Pintura perolizada adiciona R$ 1.375 e, assim, o Cult completo como o avaliamos — mas sem o câmbio automatizado Dualogic, que custa mais R$ 2.920 — sai por R$ 46.200.

Imagem

Embora sem mudanças desde sua apresentação na Europa, há cinco anos, o estilo continua um destaque do 500. Trata-se de uma nova interpretação para um dos maiores sucessos da história da marca — o Nuova 500 fabricado de 1957 a 1975 —, o que explica seu ar nostálgico e a frente sem grade, que simula não existir um motor ali, pois no carro original ele vinha na traseira. A versão mexicana traz algumas diferenças para a antiga, importada da Polônia, como luzes de posição junto às caixas de rodas e luzes diurnas na frente, montadas nos faróis menores (não são de neblina como podem parecer) e que podem ser desativadas.

O interior repete a proposta de lembrar o passado, como no painel com grande seção na cor da carroceria (de plástico, mas simulando os de metal de outras épocas) e as maçanetas de porta, enquanto os encostos de bancos trazem em baixo relevo o arranjo dos "bigodes" cromados e do logotipo da Fiat que aparecem na frente do carro. Merece elogio a oferta de combinações incomuns de tons para o revestimento, como vermelho com a parte superior em preto ou em marfim. No carro avaliado, preto embaixo e marfim em cima, painel e volante acompanhavam o tom da parte superior — medida discutível, pois o volante do carro bem novo já parecia um tanto encardido.

Imagem

"Bigodes" e maçanetas cromados e as lanternas traseiras buscam uma associação com o Nuova 500, grande sucesso da Fiat dos anos 50 a 70

O Cult não é luxuoso nos materiais, que recorrem a plásticos rígidos e de aspecto simples e um tecido algo áspero. O motorista desfruta boa posição, com um banco mais amplo que o esperado em um carro tão pequeno (afinal, foi adaptado para atender aos EUA) e excelente posição da alavanca de câmbio, mas há restrições como os pedais deslocados para a direita e a falta de ajuste do volante em distância. Diferente da versão polonesa é o ajuste de reclinação dos bancos por alavanca, em pontos definidos; antes era giratório.

Imagem

Imagem

Imagem

Luzes de posição nas laterais e luzes diurnas (nos faróis inferiores) são novidades da versão mexicana; o adesivo visto nas colunas é acessório

Entre as soluções criativas, o pequeno Fiat traz um quadro de instrumentos com mostrador digital (para combustível, temperatura, computador de bordo, temperatura externa e hodômetros) dentro do conta-giros e este dentro do velocímetro. Com algum hábito consegue-se boa leitura de tanta informação concentrada, mas seria melhor se a grafia dos números fosse menos rebuscada como a do 500 Sport; já a iluminação em tom laranja funciona muito bem.

Diversos bons detalhes podem ser percebidos no Cult: destravamento da porta do motorista em separado, abertura da terceira porta com comando elétrico no painel ou a distância pela chave, computador de bordo com duas medições e consumo informado em km/l, alarme com proteção por ultrassom e alertas de limite de velocidade, manutenção programada, porta mal fechada (indicando qual delas) e para uso de cinto. Excelente é o sistema de áudio Bose, que usa um pequeno falante de subgraves sob o banco do passageiro e amplificador no porta-malas. Além da alta definição, o peso de som obtido por um falante tão compacto é de impressionar.

Imagem

O volante é muito bom, revestido em couro e dotado de comandos para Bluetooth, controlador de velocidade e áudio; contudo, como estes ficam atrás de seus raios, dentro do hábito Chrysler, operá-los pode levar a tentativas e erros até que o usuário se acostume. O retrovisor esquerdo convexo e os repetidores laterais das luzes de direção foram mantidos como na Europa, embora não equipem o carro nos EUA. E, como já apontamos mais de uma vez, o arranjo para faróis é ideal: com motor ligado, acendem-se direto os baixos ao acionar o comando; ao desligar o motor, podem ser acionadas as luzes de posição ("lanternas"), já que não devem ser usadas em movimento.

Imagem

O painel lembra os antigos de chapa e há bons detalhes, mas a grafia dos instrumentos não facilita a leitura; o volante em tom claro suja fácil

O que poderia melhorar? O controle elétrico de vidros perdeu a função um-toque para subida, que faz falta, pois a posição dos botões junto à alavanca de câmbio está longe do ideal; com isso, também não há fechamento de vidros a distância, que até o novo Palio oferece. O agradável teto solar, que corre por fora para evitar perda de espaço interno, tem como forro uma tela de trama muito aberta que faz o sol invadir o interior quando não desejado. O áudio possui entrada USB, mas não a aciona com ignição desligada, ao contrário da leitura de CDs. São escassos os locais para objetos e faltam luz traseira de neblina, faixa degradê no para-brisa e iluminação nos espelhos dos para-sóis.

O que se espera, aliás, é que o dono de um 500 raramente use o banco traseiro. As diminutas dimensões do carro levam a um espaço para duas pessoas (há apenas dois cintos ali) bastante limitado para adultos. Crianças viajam bem, mas se estiverem em cadeiras mais volumosas exigirão que os ocupantes da frente avancem um pouco seus bancos. Para mais fácil acesso ao banco traseiro os dianteiros avançam, mas o do passageiro, mais usado para esse fim, perde tanto a regulagem longitudinal quanto a de encosto — um incômodo que o fabricante deveria corrigir.

Imagem

Imagem

Compacto é também o compartimento de bagagem, para apenas 185 litros. O banco traseiro vem bipartido ao meio e, quanto ao estepe, houve alteração na versão mexicana: agora vem por baixo da carroceria, imposição dos reforços estruturais para atender às normas norte-americanas de resistência a colisões. O pneu continua temporário, bem estreito.

Imagem

O conforto na frente é maior que o esperado; atrás vão duas crianças e o compartimento de bagagem limita-se a 185 litros: carro de uso urbano

Desenvoltura suficiente
Parte do processo de tornar o 500 mais acessível e voltado a maior volume de vendas foi dotar a versão Cult de um motor brasileiro e flexível. O conhecido Fire Evo, usado nos novos Uno e Palio, desenvolve potência de 88 cv e torque de 12,5 m.kgf (com álcool), valores razoáveis para o peso de 1.061 kg — é um carro mais pesado do que se espera pelas dimensões, justamente por atender aos padrões de segurança dos EUA.

Sem entusiasmar, seu desempenho atende bem às necessidades da maioria, sendo fácil acompanhar o trânsito rápido mesmo sem reduções de marcha frequentes, um mérito do bom torque disponível em baixas rotações. O fabricante anuncia aceleração de 0 a 100 km/h em 11,8 segundos (com álcool), marca bastante adequada.

Imagem

Foto do rádio ampliada: http://bestcars.uol.com.br/carros/fiat/ ... dio-1g.jpg

O sistema de áudio opcional impressiona pela qualidade e os graves, com amplificador no porta-malas e falante de subgraves sob o banco

Em rodovia, o Cult gira bastante a 120 km/h em quinta marcha (4.000 rpm) e o motor produz um moderado e agradável ronco de aspiração, fiel às tradições italianas. Com om trabalho de isolamento de ruídos e vibrações, o Fire Evo — tão áspero no Uno — chega a parecer outro, suave e silencioso. Em que pese o consumo moderado (não informado pela fábrica), o 500 poderia é ter um tanque de combustível maior, pois 40 litros são muito pouco para quem usa álcool.

O motorista dispõe ainda de um comando de câmbio leve e preciso, embora não se justifique o anel-trava para engate da marcha à ré (ela fica na posição de uma sexta e há bloqueio interno na caixa contra aplicação involuntária), e de uma excelente assistência de direção que a deixa levíssima em baixa velocidade e com peso correto em alta. O comando Sport no painel — por mais estranha que seja tal denominação em um carro de potência tão modesta — reduz a assistência para um volante mais firme, além de deixar mais rápida a resposta do acelerador com controle eletrônico.

Imagem

Agradável, o teto solar (que corre por fora para não prejudicar o espaço) precisa ter o forro revisto: trama da tela deixa passar sol em excesso

Ao contrário do 500 Sport, o Cult mostra uma calibração de suspensão adequada a nossos pisos de má qualidade. Molas e amortecedores são relativamente macios e os pneus 185/55 R 15 têm perfil moderado, não baixo demais, mas poderia melhorar a absorção de impactos (pode haver relação com a escolha do Pirelli P7, bem conhecido pela rigidez e aspereza). Seu comportamento dinâmico transmite segurança, com subesterço moderado, e a presença do controle eletrônico de estabilidade é sempre uma tranquilidade, por mais que o carro pareça nunca precisar dele.

Os freios são sofisticados para um carro de sua potência — usam discos na traseira e trazem os já citados auxílios eletrônicos — e, para facilitar a saída em subidas ou de ré em descidas, são mantidos acionados por instantes enquanto se libera o pedal e se aciona o acelerador. Ainda em segurança, há fixações para cadeira infantil no banco traseiro pelo sistema Isofix.

Imagem

Imagem

O motor nacional e flexível traz agilidade ao Cult em baixa rotação; seu funcionamento suave não faz parecer que é a unidade áspera do Uno

A expressiva redução de preço em relação ao antigo modelo polonês tirou, é verdade, o caráter de exclusividade do Fiat 500: foi-se o tempo em que não havia o risco de encontrar outro a seu lado no semáforo ou no estacionamento. Por outro lado, pelo valor a que o Cult é oferecido, seu interessante conjunto de qualidades — em especial a dotação de segurança — faz dele uma opção a ser considerada por quem procura um carro compacto e charmoso e não precisa de grande espaço para passageiros e bagagem.

Imagem

Sistema Blue&Me tem comando de voz para telefone celular; câmbio bom de usar vem em ótima posição; botão desativa o controle de estabilidade


Ficha técnica
MOTOR - transversal, 4 cilindros em linha; comando no cabeçote, 2 válvulas por cilindro. Diâmetro e curso: 72 x 84 mm. Cilindrada: 1.368 cm3. Taxa de compressão: 12,35:1. Injeção multiponto sequencial. Potência máxima: 85 cv (gas.) e 88 cv (álc.) a 5.750 rpm. Torque máximo: 12,4 m.kgf (gas.) e 12,5 m.kgf (álc.) a 3.500 rpm.
CÂMBIO - manual, 5 marchas; tração dianteira.
FREIOS - dianteiros a disco ventilado; traseiros a disco; antitravamento (ABS).
DIREÇÃO - de pinhão e cremalheira; assistência elétrica.
SUSPENSÃO - dianteira, independente McPherson; traseira, eixo de torção.
RODAS - 6 x 15 pol; pneus, 185/55 R 15.
DIMENSÕES - comprimento, 3,564 m; largura, 1,627 m; altura, 1,502 m; entre-eixos, 2,30 m; capacidade do tanque, 40 l; porta-malas, 185 l; com banco rebatido, 550 l; peso, 1.061 kg.
DESEMPENHO - velocidade máxima, 170 km/h (gas.) e 172 km/h (álc.); aceleração de 0 a 100 km/h, 12,2 s (gas.) e 11,8 s (álc.).
Dados do fabricante; consumo não disponível

Fonte: Best Cars

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:31
por Daniel
2p? :fodase:

E que aplique mais nojento é aquele na coluna C? :argh: :micktroll:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:34
por LPRF
Eu gosto muito do 500 mas o que pega nele é ter espaço nulo atrás e porta-malas de mentira (185l).

Fosse o 500 4p e um pouco mais espaçoso seria uma ótima opção no lugar dos populixos.
Para familias que usam carros multiuso (urbano/rodovia) não serve.

Ele deveria vender muito mais porque muito solteiro/casal compra Gol/Palio/Fiesta/Agile... e pra esse tipo de gente o 500 serve.

E o 500 só vale no Cult básico.
Se você passar pro Sport vale mais o Fiesta no pack 2 (ab2+ESP) ou no pack 3 (7ab+ESP).

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:37
por Buzz
E pra que um carro desses teria 5 portas?
Banco traseiro é enfeite.

BTW, eu gostei do adesivo. Só parece tá meio desalinhado.

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:40
por Vittel
Só acho esse branco pérola meio sem graça. :gaytroll:

As rodas do Sport. :megusta: Colocaria FN tbm. :megusta2:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:44
por Daniel
Eu gosto desse branco perolizado. :megusta:

Pra esse 500 Cult ficar legal só faltam os faróis de neblina mesmo (Que devem ser uma facada), acho as rodas dele bem bonitas.

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:49
por Vittel
Imagem

:nhown: :pftch: :ohnopkrbws:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:52
por Daniel
Putz, dei uma pesquisada no Tio Google, e pasmem, o kit de Farol de Neblina custa módicos 1,8k. :doh:

Fiatroll.

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 20:55
por Vittel
Forum do 500 é lotadão. :notbad:

A propósito, coloca aquelas fitas de LED e ta tudo certo. :blacktroll:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 21:00
por Daniel
pulga escreveu:Forum do 500 é lotadão. :notbad:

A propósito, coloca aquelas fitas de LED e ta tudo certo. :blacktroll:
Que nada Jão, é só pegar um 500 Capotado e tirar os faróis no "ixquema", deve sair tudo por uns 400 pila. :blacktroll:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 21:31
por LPRF
Se negociar na compra eles dão os FN.

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 22 Jun 2012, 21:37
por Daniel
Nunca ví um 500 Cult com os faróis de neblina instalados na CSS. Já procurei esse dias no Webmoças mas não achei nenhum.

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 01:37
por Kicksilver
Porra, não é possível.

Como vocês gostam dessa porra de carro?

Pra mim é o que há de mais escroto

:yuno: :yuno:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 01:39
por Daniel
Mas pelo menos é seguro.

Escroto é o Mille, o March, o Ka, entre outras tranqueiras que são bateu morreu. :micktroll:

A única coisa que é ruim é o fato de ser 2p. :argh:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 13:15
por Marciel Leite
O que eu acho escroto no 500 é o interior que acompanha a cor do carro. Acaba tendo que comprar preto pra ficar um interior conservador.

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 14:32
por Kicksilver
O que há de escroto nele:

Marca
Tamanho
2p
Desenho exterior
Desenho interior
Espaço
Porta-malas

O que há de bom nele:

ESP

:fodase: :fodase:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 14:34
por Daniel
Sei lá, se eu fosse casado e maluco o suficiente para dar um carro pra esposa acho que acabaria dando um desses pra andar na cidade.

Pelo menos se ela bater tem bastante air-bag pra proteger. :micktroll:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 15:08
por Milton__
:megusta:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 15:15
por Kicksilver
:argh:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 16:25
por Clands
Sim tem que ser 4 pts um carro minusculo e totalmente City car.

Melhor e mais barato que o lixão que sua namorada usa com certeza é.

Melhor que o Picanto também.

Eu curto o carrinho e pelo que ele propõe. Teria um? Se o preço fosse nivel de entrada sem dúvida, mas por 40k. Prefiro pegar um semi novo msm.

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 16:42
por Kicksilver
Clands escreveu:Sim tem que ser 4 pts um carro minusculo e totalmente City car.

Melhor e mais barato que o lixão que sua namorada usa com certeza é.

Melhor que o Picanto também.

Eu curto o carrinho e pelo que ele propõe. Teria um? Se o preço fosse nivel de entrada sem dúvida, mas por 40k. Prefiro pegar um semi novo msm.
Nope, Smart é RWD

:happytroll:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 19:59
por Doutor Givago
pulga escreveu:Imagem

:nhown: :pftch: :ohnopkrbws:

É exatamente esse que minha amiga comprou!! lindásso!!!!!!

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 21:01
por Daniel
Esse 500 vermelho é bonito mesmo. :ohnopkrbws:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 21:02
por Léo.Daltoé
Daniel Reder escreveu:Esse 500 é bonito mesmo vermelho é bonito mesmo. :ohnopkrbws:

iSheep?! :chinatroll:

Re: Do nicho para o grande público

Enviado: 23 Jun 2012, 22:01
por Vittel
Marciel Leite escreveu:O que eu acho escroto no 500 é o interior que acompanha a cor do carro. Acaba tendo que comprar preto pra ficar um interior conservador.
Fora o branco, nas outras cores da pra escolher interior preto.