Lista – 7 pegadinhas de posto que te fazem gastar mais
Enviado: 18 Dez 2017, 14:31
Lista – 7 pegadinhas de posto que te fazem gastar mais
Do CarPlace | Publicado em Mon, 18 Dec 2017 14:00:02 +0000
Já é tradição parar no posto de combustível para abastecer o carro e o frentista começar a empurrar alguma coisa, como verificar o óleo do motor ou calibrar os pneus. Se tiver uma oficina anexada ao posto, oferecem até ver o nível do fluído de freio ou alinhar as rodas. Só que, na maioria dos casos, é uma pegadinha para pegar quem não entende tanto assim do veículo e conseguir uma grana fácil com uma manutenção desnecessária. Veja 10 itens para ficar ligado e não cair neste papo:
Óleo do motor
Essa é a pegadinha mais comum. Você dirigiu até o posto, parou para abastecer e o frentista já vai verificar o nível e te diz que está abaixo. Claro que está. Ao ligar o carro, o óleo que está no cárter sobe para lubrificar o motor, então a vareta vai marcar um nível baixo. O correto é essa leitura ser feita antes do carro ter sido ligado, com o veículo em lugar plano.
Outros truques comuns é falar sobre o estado do óleo, dizendo que está muito escuro ou fino. Isso é normal, significa que está limpando as peças do motor e escureceu por ficar com os resíduos. A textura do óleo muda de acordo ao calor, então é normal que fique mais fino ao chegar no posto – mesmo que o frentista te diga que o o óleo está gasto.
Se precisar trocar, não caia no papo de usar um óleo mais caro e de especificação diferente só porque o frentista recomendou. Siga o manual e coloque o correto, pois o carro foi desenvolvido para usar um óleo específico. O mesmo vale caso te ofereçam um mais barato e com nível de aditivo inferior.
Fluido de freio
O fluido de freio, normalmente, não precisa ser completado. Ele fica em um sistema totalmente fechado e seu nível não diminui, exceto se houver algum problema de vazamento. Se isso acontecer, o carro avisa com o símbolo do freio de mão aceso (mesmo que ele esteja solto). A vida útil do fluuido de freio, normalmente, é de 10 mil quilômetros ou dois anos – basta olhar no manual do carro.
Radiador
Outra técnica comum dos posts é vender um produto específico para arrefecimento. Até aí, nada de errado, pois estes produtos costumam ser bons. O truque está em te dizer que precisa encher somente com este produto, quando alguns precisam ser misturados com água. Fique de olho na embalagem, ela diz se o líquido já está na concentração certa ou se precisa ser diluído. Também não caia no papo de colocar só água, pois muitos carros modernos tem sistemas mais complexo e precisam do aditivo.
Alinhamento das rodas
Alinhar as rodas é algo importante e que muitas pessoas deixam de fazer. Se o carro estiver puxando para um lado mesmo com o volante reto, é hora de fazer este serviço. Só que é normal empurrarem a cambagem, que é a inclinação da roda em relação ao solo. Ela é fixa na maioria dos carros e só precisará ser feita em caso de um acidente que deixe a roda torta ou haja algum problema de desalinhamento do chassi ou do eixo.
Aditivo para combustível ou óleo
Tanto os combustíveis quanto os óleos já contam com os aditivos necessários para ajudar a limpeza do motor. Adicionar mais pode ter um efeito contrário, aumentando a viscosidade e causando problemas – o óleo mais grosso, por exemplo, pode misturar com as sujeiras do motor e entupir o sistema. E, caso tenha algum problema mecânico, pode te impedir de ir atrás da garantia do veículo.
Calibrar os pneus
Tem gente que não gosta de colocar a mão na massa ou não sabe bem como calibrar os pneus, então os frentistas cobram uma caxinha para fazer o serviço. Só que muitos fazem isso errado, colocando a quantidade errada de ar. Os pneus são afetados pela temperatura. Se estiverem quentes por conta do carro já ter rodado, o ar se expande e o pneu fica mais cheio, o que faz o frentista colocar menos do que o recomendado. E o contrário também acontece. Em tempo frio, as moléculas de ar se contraem e o pneu fica mais vazio, aí preenchem com mais ar do que deveriam. Para não errar, saia de casa direto para o posto mais próximo e coloque a quantidade correta recomendada pelo manual do carro.
Encher até a boca
Pode ser que o frentista peça isso para “arredondar o valor”, ou para ganhar mais um pouco com o máximo que entrar no tanque. E parece ser uma boa ideia para um leigo. Porém, abastecer acima do limite do tanque de combustível é prejudicial ao carro. Ao passar do limite, a pressão do sistema fica negativa e o filtro pode ser obstruído. O filtro é feito de carvão e o contato com o combustível desgasta seu material. Além disso, como falta ar para gerar pressão, o sistema terá que fazer mais força para trabalhar. Agências de saúde ainda dizem que é prejudicial também para a saúde do próprio frentista, pela exposição prolongada ao benzeno na gasolina, substância cancerígena.
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Fonte: https://motor1.uol.com.br/features/2248 ... star-mais/
Do CarPlace | Publicado em Mon, 18 Dec 2017 14:00:02 +0000
Já é tradição parar no posto de combustível para abastecer o carro e o frentista começar a empurrar alguma coisa, como verificar o óleo do motor ou calibrar os pneus. Se tiver uma oficina anexada ao posto, oferecem até ver o nível do fluído de freio ou alinhar as rodas. Só que, na maioria dos casos, é uma pegadinha para pegar quem não entende tanto assim do veículo e conseguir uma grana fácil com uma manutenção desnecessária. Veja 10 itens para ficar ligado e não cair neste papo:
Óleo do motor
Essa é a pegadinha mais comum. Você dirigiu até o posto, parou para abastecer e o frentista já vai verificar o nível e te diz que está abaixo. Claro que está. Ao ligar o carro, o óleo que está no cárter sobe para lubrificar o motor, então a vareta vai marcar um nível baixo. O correto é essa leitura ser feita antes do carro ter sido ligado, com o veículo em lugar plano.
Outros truques comuns é falar sobre o estado do óleo, dizendo que está muito escuro ou fino. Isso é normal, significa que está limpando as peças do motor e escureceu por ficar com os resíduos. A textura do óleo muda de acordo ao calor, então é normal que fique mais fino ao chegar no posto – mesmo que o frentista te diga que o o óleo está gasto.
Se precisar trocar, não caia no papo de usar um óleo mais caro e de especificação diferente só porque o frentista recomendou. Siga o manual e coloque o correto, pois o carro foi desenvolvido para usar um óleo específico. O mesmo vale caso te ofereçam um mais barato e com nível de aditivo inferior.
Fluido de freio
O fluido de freio, normalmente, não precisa ser completado. Ele fica em um sistema totalmente fechado e seu nível não diminui, exceto se houver algum problema de vazamento. Se isso acontecer, o carro avisa com o símbolo do freio de mão aceso (mesmo que ele esteja solto). A vida útil do fluuido de freio, normalmente, é de 10 mil quilômetros ou dois anos – basta olhar no manual do carro.
Radiador
Outra técnica comum dos posts é vender um produto específico para arrefecimento. Até aí, nada de errado, pois estes produtos costumam ser bons. O truque está em te dizer que precisa encher somente com este produto, quando alguns precisam ser misturados com água. Fique de olho na embalagem, ela diz se o líquido já está na concentração certa ou se precisa ser diluído. Também não caia no papo de colocar só água, pois muitos carros modernos tem sistemas mais complexo e precisam do aditivo.
Alinhamento das rodas
Alinhar as rodas é algo importante e que muitas pessoas deixam de fazer. Se o carro estiver puxando para um lado mesmo com o volante reto, é hora de fazer este serviço. Só que é normal empurrarem a cambagem, que é a inclinação da roda em relação ao solo. Ela é fixa na maioria dos carros e só precisará ser feita em caso de um acidente que deixe a roda torta ou haja algum problema de desalinhamento do chassi ou do eixo.
Aditivo para combustível ou óleo
Tanto os combustíveis quanto os óleos já contam com os aditivos necessários para ajudar a limpeza do motor. Adicionar mais pode ter um efeito contrário, aumentando a viscosidade e causando problemas – o óleo mais grosso, por exemplo, pode misturar com as sujeiras do motor e entupir o sistema. E, caso tenha algum problema mecânico, pode te impedir de ir atrás da garantia do veículo.
Calibrar os pneus
Tem gente que não gosta de colocar a mão na massa ou não sabe bem como calibrar os pneus, então os frentistas cobram uma caxinha para fazer o serviço. Só que muitos fazem isso errado, colocando a quantidade errada de ar. Os pneus são afetados pela temperatura. Se estiverem quentes por conta do carro já ter rodado, o ar se expande e o pneu fica mais cheio, o que faz o frentista colocar menos do que o recomendado. E o contrário também acontece. Em tempo frio, as moléculas de ar se contraem e o pneu fica mais vazio, aí preenchem com mais ar do que deveriam. Para não errar, saia de casa direto para o posto mais próximo e coloque a quantidade correta recomendada pelo manual do carro.
Encher até a boca
Pode ser que o frentista peça isso para “arredondar o valor”, ou para ganhar mais um pouco com o máximo que entrar no tanque. E parece ser uma boa ideia para um leigo. Porém, abastecer acima do limite do tanque de combustível é prejudicial ao carro. Ao passar do limite, a pressão do sistema fica negativa e o filtro pode ser obstruído. O filtro é feito de carvão e o contato com o combustível desgasta seu material. Além disso, como falta ar para gerar pressão, o sistema terá que fazer mais força para trabalhar. Agências de saúde ainda dizem que é prejudicial também para a saúde do próprio frentista, pela exposição prolongada ao benzeno na gasolina, substância cancerígena.
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Fonte: https://motor1.uol.com.br/features/2248 ... star-mais/