Teste: Audi TT RS é uma espécie rara de esportivo
Enviado: 21 Fev 2018, 11:23
Teste: Audi TT RS é uma espécie rara de esportivo
Do Auto Esporte

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
Três anos após o lançamento da geração atual do Audi TT, a montadora alemã finalmente trouxe a RS, a versão mais empolgante do cupê para o mercado brasileiro. E durante a apresentação do carro, o consultor técnico da Audi do Brasil, Lothar Werninghaus, foi direto: “A sigla RS vem de Rennsport (automobilismo, em alemão). Então, para um automóvel da Audi ser identificado com essa sigla, ele precisa ter alguma ligação com as pistas”. A mensagem pode ser uma provocação para fabricantes que instalam itens estéticos em seus carros e já os chamam de esportivos, mas por questão de diplomacia, é melhor não nos aprofundarmos nessa polêmica.
O que interessa é que o novo Audi TT RS exibe tudo o que os fãs de esportivos apreciam em um automóvel. Para começar, ele é compacto – tem 4.191 mm de comprimento, 1.832 mm de largura, 1.344 mm de altura e entre-eixos de 2.505 mm. Como comparação, basta lembrar que o A1 Sportback tem 3.973 mm de comprimento, 1.746 mm de largura, 1.422 mm de altura e entre-eixos de 2.469 mm. Ou seja, o TT possui apenas 218 mm a mais no comprimento, 86 mm a mais na largura e 36 mm a mais de entre-eixos que o A1, e é 78 mm mais baixo. Isso se traduz em agilidade na hora de contornar as curvas mais apertadas.
Mas a facilidade nas manobras não se deve apenas às dimensões compactas do TT RS. A utilização de material compósito na estrutura, aliada ao uso de componentes de aço estampados a quente na parte frontal e no piso da cabine, permitiram reduzir 35 kg no peso total da carroceria do cupê, em relação ao modelo anterior. Isso significa também que o novo TT RS possui relação peso-potência de apenas 3,6 kg/cv.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
Visual esportivo
O visual é outro ingrediente importante do novo cupê. Ele exibe um desenho atraente e, ao mesmo tempo, intimidador. A grade frontal com acabamento em preto brilhante traz o logotipo quattro na parte inferior, além de moldura com padrão de aço escovado. O para-choque conta com duas generosas tomadas de ar nas laterais e um defletor (também com acabamento de aço escovado) realça a esportividade. Os faróis de LED e o emblema dos quatro anéis na tampa do motor completam o visual. Detalhe: nada parece exagerado, todos os detalhes são discretos e de bom gosto.
Na traseira, o já tradicional aerofólio fixo tem função aerodinâmica – não é apenas enfeite –, e na parte inferior, o difusor, além de bonito, também contribui para aumentar a estabilidade do cupê em altas velocidades. De quebra, ainda embeleza uma parte quase sempre desprezada pelos designers, ao formar um conjunto com os belos escapamentos com ponteiras ovais e acabamento em preto brilhante da linha RS.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
Interior e equipamentos
Por dentro, o espaço é suficiente para dois ocupantes (embora a montadora anuncie quatro). Em compensação, os dois felizardos não terão do que reclamar. A ergonomia – como é de se esperar em um modelo desses – é perfeita e o TT RS ainda oferece mimos como ar-condicionado automático, controlador de cruzeiro adaptativo, Audi Drive Select (que permite ajustar direção, suspensão e as respostas do motor para diferentes estilos de condução), quadro de instrumentos digital (Virtual Cockpit) e acabamento com detalhes de fibra de carbono, entre outros.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
O volante com base achatada é revestido de couro Alcantara e o carro ainda conta com equipamento de som Bang & Olufsen e sistema multimídia com memória interna para 10 GB, compatível com Android Auto e Apple CarPlay e navegador incorporado. O motorista pode visualizar as principais informações pelo Virtual Cockpit.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
Desempenho
Mas a principal atração do TT RS é mesmo o novo motor 5-cilindros 2.5 turbo, capaz de entregar 400 cv e 49 kgfm. Como o carro, esse propulsor também foi submetido a uma “dieta”, com a adoção de novos materiais. Com isso, ele agora é 26 kg mais leve que o do seu antecessor, além de ser menor. O mais incrível é que, mesmo sendo mais potente, o novo motor é mais econômico, de acordo com a Audi (embora a montadora não tenha divulgado os números).

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
O 2.5 TFSI ainda possui injeção direta e indireta de combustível, duplo comando variável de válvulas e um sistema de borboletas no escapamento, que ajusta o som emitido de acordo com a rotação do motor. Em giros mais altos, as borboletas se abrem por completo, proporcionando uma bela experiência sonora.
O motor trabalha em conjunto com o conhecido câmbio S Tronic robotizado de dupla embreagem com sete marchas, que proporciona trocas muito rápidas, comandadas por meio de borboletas junto ao volante. A tração é a não menos famosa quattro, com distribuição eletrônica “inteligente” por meio de vetorização de torque. Assim, a potência é entregue para cada roda de acordo com a necessidade, melhorando a dirigibilidade e a segurança.
De acordo com a Audi, o novo TT RS é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos, número que o coloca em igualdade até com superesportivos. Para se ter ideia, o Porsche 911 Turbo – cujo motor 3.8 gera 540 cv – arranca em 3 segundos. A vantagem é que o Audi TT RS custa bem menos: R$ 424.990 e você nem precisa se preocupar com algum opcional.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
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Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/te ... rtivo.html
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Três anos após o lançamento da geração atual do Audi TT, a montadora alemã finalmente trouxe a RS, a versão mais empolgante do cupê para o mercado brasileiro. E durante a apresentação do carro, o consultor técnico da Audi do Brasil, Lothar Werninghaus, foi direto: “A sigla RS vem de Rennsport (automobilismo, em alemão). Então, para um automóvel da Audi ser identificado com essa sigla, ele precisa ter alguma ligação com as pistas”. A mensagem pode ser uma provocação para fabricantes que instalam itens estéticos em seus carros e já os chamam de esportivos, mas por questão de diplomacia, é melhor não nos aprofundarmos nessa polêmica.
O que interessa é que o novo Audi TT RS exibe tudo o que os fãs de esportivos apreciam em um automóvel. Para começar, ele é compacto – tem 4.191 mm de comprimento, 1.832 mm de largura, 1.344 mm de altura e entre-eixos de 2.505 mm. Como comparação, basta lembrar que o A1 Sportback tem 3.973 mm de comprimento, 1.746 mm de largura, 1.422 mm de altura e entre-eixos de 2.469 mm. Ou seja, o TT possui apenas 218 mm a mais no comprimento, 86 mm a mais na largura e 36 mm a mais de entre-eixos que o A1, e é 78 mm mais baixo. Isso se traduz em agilidade na hora de contornar as curvas mais apertadas.
Mas a facilidade nas manobras não se deve apenas às dimensões compactas do TT RS. A utilização de material compósito na estrutura, aliada ao uso de componentes de aço estampados a quente na parte frontal e no piso da cabine, permitiram reduzir 35 kg no peso total da carroceria do cupê, em relação ao modelo anterior. Isso significa também que o novo TT RS possui relação peso-potência de apenas 3,6 kg/cv.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
Visual esportivo
O visual é outro ingrediente importante do novo cupê. Ele exibe um desenho atraente e, ao mesmo tempo, intimidador. A grade frontal com acabamento em preto brilhante traz o logotipo quattro na parte inferior, além de moldura com padrão de aço escovado. O para-choque conta com duas generosas tomadas de ar nas laterais e um defletor (também com acabamento de aço escovado) realça a esportividade. Os faróis de LED e o emblema dos quatro anéis na tampa do motor completam o visual. Detalhe: nada parece exagerado, todos os detalhes são discretos e de bom gosto.
Na traseira, o já tradicional aerofólio fixo tem função aerodinâmica – não é apenas enfeite –, e na parte inferior, o difusor, além de bonito, também contribui para aumentar a estabilidade do cupê em altas velocidades. De quebra, ainda embeleza uma parte quase sempre desprezada pelos designers, ao formar um conjunto com os belos escapamentos com ponteiras ovais e acabamento em preto brilhante da linha RS.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
Interior e equipamentos
Por dentro, o espaço é suficiente para dois ocupantes (embora a montadora anuncie quatro). Em compensação, os dois felizardos não terão do que reclamar. A ergonomia – como é de se esperar em um modelo desses – é perfeita e o TT RS ainda oferece mimos como ar-condicionado automático, controlador de cruzeiro adaptativo, Audi Drive Select (que permite ajustar direção, suspensão e as respostas do motor para diferentes estilos de condução), quadro de instrumentos digital (Virtual Cockpit) e acabamento com detalhes de fibra de carbono, entre outros.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
O volante com base achatada é revestido de couro Alcantara e o carro ainda conta com equipamento de som Bang & Olufsen e sistema multimídia com memória interna para 10 GB, compatível com Android Auto e Apple CarPlay e navegador incorporado. O motorista pode visualizar as principais informações pelo Virtual Cockpit.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
Desempenho
Mas a principal atração do TT RS é mesmo o novo motor 5-cilindros 2.5 turbo, capaz de entregar 400 cv e 49 kgfm. Como o carro, esse propulsor também foi submetido a uma “dieta”, com a adoção de novos materiais. Com isso, ele agora é 26 kg mais leve que o do seu antecessor, além de ser menor. O mais incrível é que, mesmo sendo mais potente, o novo motor é mais econômico, de acordo com a Audi (embora a montadora não tenha divulgado os números).

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
O 2.5 TFSI ainda possui injeção direta e indireta de combustível, duplo comando variável de válvulas e um sistema de borboletas no escapamento, que ajusta o som emitido de acordo com a rotação do motor. Em giros mais altos, as borboletas se abrem por completo, proporcionando uma bela experiência sonora.
O motor trabalha em conjunto com o conhecido câmbio S Tronic robotizado de dupla embreagem com sete marchas, que proporciona trocas muito rápidas, comandadas por meio de borboletas junto ao volante. A tração é a não menos famosa quattro, com distribuição eletrônica “inteligente” por meio de vetorização de torque. Assim, a potência é entregue para cada roda de acordo com a necessidade, melhorando a dirigibilidade e a segurança.
De acordo com a Audi, o novo TT RS é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos, número que o coloca em igualdade até com superesportivos. Para se ter ideia, o Porsche 911 Turbo – cujo motor 3.8 gera 540 cv – arranca em 3 segundos. A vantagem é que o Audi TT RS custa bem menos: R$ 424.990 e você nem precisa se preocupar com algum opcional.

Audi TT RS (Foto: Divulgação)

Audi TT RS (Foto: Divulgação)
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Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/te ... rtivo.html