Renault inaugura fábrica de blocos e cabeçotes de alumínio
Enviado: 06 Mar 2018, 19:52
Renault inaugura fábrica de blocos e cabeçotes de alumínio
Do Auto Esporte

Renault-inaugura-fábrica-de-injeção-de-alumínio-em-São-José-dos-Pinhais-(Paraná) (Foto: Divulgação)
A Renault inaugura hoje (06) a sua fábrica de injeção de alumínio, instalação capaz de produzir blocos e cabeçotes com esse metal mais leve. Batizada de Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), a fábrica instalada no complexo da Renault em São José dos Pinhais, arredores da capital paranaense, tem 14 mil metros quadrados e capacidade de fazer 500 mil unidades por ano.
Foram investidos 350 milhões de reais. A instalação tem duas linhas de montagem robotizadas, uma de maior pressão para os blocos e outra de baixa pressão, responsável pela fabricação dos cabeçotes.
Até então, os motores 1.6 SCe (derivados da Nissan) usados nos Renault nacionais eram feitos com bloco e cabeçotes importados do Oriente. "Escolhemos o 1.6 porque ele tem uma maior abrangência da gama, ele equipa vários carros como Sandero, Logan, Duster". O motor 1.6 SCe (HR16 - de origem Nissan) responde por mais de 60% da linha de carros de passeio da francesa.
Quanto ao 1.0 de três cilindros que equipa em duas variantes o Kwid, Sandero e Logan, a nacionalização ainda vai demorar um pouco. "Ainda temos que esperar pelas definições do Rota 2030 para sabermos as regras do jogo, o ciclo de investimentos fechou. Vamos esperar o quanto for necessário, porque não podemos errar, pegar uma direção contrária a dos nossos concorrentes", afirmou Luiz Pedrucci, presidente da Renault do Brasil.
Da mesma forma, a produção nacional ou importação da nova linha de motores turbo com injeção direta da Renault também depende da definição do plano para a indústria automotiva brasileira. "Dependendo do direcionamento do Rota 2030, o motor 1.3 TCe (turbo de injeção direta) é uma das ferramentas que podemos trazer", adianta o executivo.
"A fábrica de injeção aluminio é a quarta fábrica da Renault do Brasil. Em 2017, chegamos a marca histórica de 7,7 % de participação no mercado. Contratamos 1.300 pessoas e reabrimos o terceiro turno. Além disso, anunciamos os 750 milhões de investimento para ampliar a fábrica de motores, uma construção que envolveu duas mil pessoas de onze países", contabiliza Luiz Pedrucci.
"É a fábrica de injeção mais moderna do grupo. Um processo mais limpo e sem fumaça e deixamos de importar blocos e cabeçotes do Japão e China. Nosso objetivo é chegar aos 10% do mercado até 2022", completou Pedrucci.
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Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/No ... minio.html
Do Auto Esporte

Renault-inaugura-fábrica-de-injeção-de-alumínio-em-São-José-dos-Pinhais-(Paraná) (Foto: Divulgação)
A Renault inaugura hoje (06) a sua fábrica de injeção de alumínio, instalação capaz de produzir blocos e cabeçotes com esse metal mais leve. Batizada de Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), a fábrica instalada no complexo da Renault em São José dos Pinhais, arredores da capital paranaense, tem 14 mil metros quadrados e capacidade de fazer 500 mil unidades por ano.
Foram investidos 350 milhões de reais. A instalação tem duas linhas de montagem robotizadas, uma de maior pressão para os blocos e outra de baixa pressão, responsável pela fabricação dos cabeçotes.
Até então, os motores 1.6 SCe (derivados da Nissan) usados nos Renault nacionais eram feitos com bloco e cabeçotes importados do Oriente. "Escolhemos o 1.6 porque ele tem uma maior abrangência da gama, ele equipa vários carros como Sandero, Logan, Duster". O motor 1.6 SCe (HR16 - de origem Nissan) responde por mais de 60% da linha de carros de passeio da francesa.
Quanto ao 1.0 de três cilindros que equipa em duas variantes o Kwid, Sandero e Logan, a nacionalização ainda vai demorar um pouco. "Ainda temos que esperar pelas definições do Rota 2030 para sabermos as regras do jogo, o ciclo de investimentos fechou. Vamos esperar o quanto for necessário, porque não podemos errar, pegar uma direção contrária a dos nossos concorrentes", afirmou Luiz Pedrucci, presidente da Renault do Brasil.
Da mesma forma, a produção nacional ou importação da nova linha de motores turbo com injeção direta da Renault também depende da definição do plano para a indústria automotiva brasileira. "Dependendo do direcionamento do Rota 2030, o motor 1.3 TCe (turbo de injeção direta) é uma das ferramentas que podemos trazer", adianta o executivo.
"A fábrica de injeção aluminio é a quarta fábrica da Renault do Brasil. Em 2017, chegamos a marca histórica de 7,7 % de participação no mercado. Contratamos 1.300 pessoas e reabrimos o terceiro turno. Além disso, anunciamos os 750 milhões de investimento para ampliar a fábrica de motores, uma construção que envolveu duas mil pessoas de onze países", contabiliza Luiz Pedrucci.
"É a fábrica de injeção mais moderna do grupo. Um processo mais limpo e sem fumaça e deixamos de importar blocos e cabeçotes do Japão e China. Nosso objetivo é chegar aos 10% do mercado até 2022", completou Pedrucci.
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Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/No ... minio.html