“A Peugeot, como marca, tem um plano de produto um pouco mais complexo que a Citroën. Quando cheguei, disse que teríamos uma ofensiva. Foram lançados o 408 e o 308, modelos produzidos na região do Mercosul (Argentina), voltamos a marcar presença no segmento premium (luxo) para trabalhar a imagem, com 3008, 508, 308 CC e RCZ. E hoje diria que a única peça relevante que precisamos atacar é o segmento ‘B’. E o 208 vai obviamente responder a esse pedido dos brasileiros que acharam que a Peugeot poderia ter feito algo melhor com o 207”, resumiu Gomes.



















