SLK 250 ignora mulher loira e reconhece criança
Enviado: 19 Out 2013, 12:00
AVALIAÇÃO
SLK 250 ignora mulher loira e reconhece criança
Roadster da Mercedes-Benz sabe a hora de ser chamativo e de ser discreto
por LUÍS PEREZ
Mais raros, veículos de marcas premium dificilmente são cedidos por muito tempo para avaliação. Em vez dos tradicionais sete a dez dias, o tempo de convivência com essas joias é algo menor, entre três e cinco dias, em geral contemplando um fim de semana, quando é possível andar mais com o modelo em uma cidade mais vazia.
Sem previsão de sair no último sábado (12) à noite, trato de tirar da garagem, para dar uma volta com percurso indefinido, com o Mercedes-Benz SLK 250. Era uma das poucas oportunidades de sentir o automóvel sem virar refém do trânsito paulistano. Em cerca de 20 segundos, ao toque de um botão, o roadster com motor 1.8 de quatro cilindros e 204 cv de potência passa de cupê a conversível.




Mercedes-Benz SLK 250: seu por R$ 230.900
Algumas poucas curvas depois, já estou na marginal Tietê, sentido Santo Amaro (zona sul de São Paulo), respeitando o limite de velocidade da via (90 km/h), o que é suficiente para ser alcançado por uma mulher loira, grande, a bordo de uma versão sedã de Peugeot 207. Ela olha, diz algumas palavras – inaudíveis, pois além de sem capota estava com o sistema de som ligado – e, diante do meu interesse maior pelo carro, vira à direita sentido Morumbi, enquanto sigo pela via.
Essa foi apenas uma de inúmeras abordagens que o modelo provoca, de pessoas de todos os sexos. Apesar disso, o conversível de dois lugares consegue ser discreto ao passo que é chamativo. Na cor preto, quando se converte em cupê, o veículo mostra seu lado low-profile, apesar de o longo capô sempre chamar a atenção. O carro mede 4,13 metros de comprimento, 2 m de largura e 1,30 m de altura.
Ágil, acelera de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos e chega a 243 km/h (velocidade limitada eletronicamente). O motor BlueEfficiency é dotado de start/stop, ou seja, é desligado com o carro parado – função que pode ser desativada por um botão no painel. O câmbio é 7G-Tronic Plus (automático de sete velocidades), com possibilidade de trocas sequenciais por borboletas atrás do volante.



Mesmo modelo sabe ser chamativo e discreto
Outros itens que dão aspecto de modernidade são os faróis de xenônio que se abrem para as laterais, com luzes diurnas de LEDs. Por dentro o refinamento dá o tom, a começar pelo revestimento de couro bege. Os bancos têm ajustes elétricos, bem como aquecedor. No início o sistema multimídia (que inclui navegador) é pouco intuitivo. Mas basta se acostumar...
Quando o teto é aberto, as duas barras de proteção anticapotagem individuais, em forma de arco, ajudam a compor o visual. Como se fosse possível ficar pouco ligado ao volante do SLK 250, o modelo traz de série o sistema Attention Assist, que detecta sinais de sonolência do motorista e emite um aviso visual e sonoro para alertá-lo, sugerindo uma parada para descanso.


No alto, bancos de couro; acima, botão que abre a capota
Nessa eventual parada é possível usar o Parktronic, que ajuda a estacionar. Outro ótimo mimo do carro é o reconhecimento automático da presença de crianças no banco do passageiro, adequando o acionamento dos airbags. Aliás, para uma criança, abrir a capota é uma festa. E o porta-malas não se anula – passa de 335 litros para 225 litros, suficientes para duas mochilas e outros objetos pequenos.
Hora de devolver o SLK 250. Para ter um na garagem, teria de desembolsar R$ 230.900. Longe de ter uma conta bancária assim recheada, mas a impressão é que o modelo seria mais caro.
Fonte: http://carpress.uol.com.br/reportagem/item47899.shl
SLK 250 ignora mulher loira e reconhece criança
Roadster da Mercedes-Benz sabe a hora de ser chamativo e de ser discreto
por LUÍS PEREZ
Mais raros, veículos de marcas premium dificilmente são cedidos por muito tempo para avaliação. Em vez dos tradicionais sete a dez dias, o tempo de convivência com essas joias é algo menor, entre três e cinco dias, em geral contemplando um fim de semana, quando é possível andar mais com o modelo em uma cidade mais vazia.
Sem previsão de sair no último sábado (12) à noite, trato de tirar da garagem, para dar uma volta com percurso indefinido, com o Mercedes-Benz SLK 250. Era uma das poucas oportunidades de sentir o automóvel sem virar refém do trânsito paulistano. Em cerca de 20 segundos, ao toque de um botão, o roadster com motor 1.8 de quatro cilindros e 204 cv de potência passa de cupê a conversível.




Mercedes-Benz SLK 250: seu por R$ 230.900
Algumas poucas curvas depois, já estou na marginal Tietê, sentido Santo Amaro (zona sul de São Paulo), respeitando o limite de velocidade da via (90 km/h), o que é suficiente para ser alcançado por uma mulher loira, grande, a bordo de uma versão sedã de Peugeot 207. Ela olha, diz algumas palavras – inaudíveis, pois além de sem capota estava com o sistema de som ligado – e, diante do meu interesse maior pelo carro, vira à direita sentido Morumbi, enquanto sigo pela via.
Essa foi apenas uma de inúmeras abordagens que o modelo provoca, de pessoas de todos os sexos. Apesar disso, o conversível de dois lugares consegue ser discreto ao passo que é chamativo. Na cor preto, quando se converte em cupê, o veículo mostra seu lado low-profile, apesar de o longo capô sempre chamar a atenção. O carro mede 4,13 metros de comprimento, 2 m de largura e 1,30 m de altura.
Ágil, acelera de 0 a 100 km/h em 6,6 segundos e chega a 243 km/h (velocidade limitada eletronicamente). O motor BlueEfficiency é dotado de start/stop, ou seja, é desligado com o carro parado – função que pode ser desativada por um botão no painel. O câmbio é 7G-Tronic Plus (automático de sete velocidades), com possibilidade de trocas sequenciais por borboletas atrás do volante.



Mesmo modelo sabe ser chamativo e discreto
Outros itens que dão aspecto de modernidade são os faróis de xenônio que se abrem para as laterais, com luzes diurnas de LEDs. Por dentro o refinamento dá o tom, a começar pelo revestimento de couro bege. Os bancos têm ajustes elétricos, bem como aquecedor. No início o sistema multimídia (que inclui navegador) é pouco intuitivo. Mas basta se acostumar...
Quando o teto é aberto, as duas barras de proteção anticapotagem individuais, em forma de arco, ajudam a compor o visual. Como se fosse possível ficar pouco ligado ao volante do SLK 250, o modelo traz de série o sistema Attention Assist, que detecta sinais de sonolência do motorista e emite um aviso visual e sonoro para alertá-lo, sugerindo uma parada para descanso.


No alto, bancos de couro; acima, botão que abre a capota
Nessa eventual parada é possível usar o Parktronic, que ajuda a estacionar. Outro ótimo mimo do carro é o reconhecimento automático da presença de crianças no banco do passageiro, adequando o acionamento dos airbags. Aliás, para uma criança, abrir a capota é uma festa. E o porta-malas não se anula – passa de 335 litros para 225 litros, suficientes para duas mochilas e outros objetos pequenos.
Hora de devolver o SLK 250. Para ter um na garagem, teria de desembolsar R$ 230.900. Longe de ter uma conta bancária assim recheada, mas a impressão é que o modelo seria mais caro.
Fonte: http://carpress.uol.com.br/reportagem/item47899.shl


mas ainda prefiro a Z4.





