Audi revela TT mk3
Enviado: 03 Mar 2014, 19:15
Um bom exemplo de como se pode atualizar um desenho sem perder sua identidade: é como pode ser definido o Audi TT cupê de terceira geração, que estreia nesta terça (4) no Salão de Genebra. Apesar das formas mais angulosas, sobretudo na frente, basta olhar para ele para notar a ligação com as gerações anteriores, tanto a de 1998 quanto a de 2005. Os faróis vêm em três versões: com lâmpadas de xenônio, com leds ou com o chamado Audi Matrix Led, que controla o facho alto por meio de 12 leds com controle individual, para um facho ainda mais preciso. As luzes de direção são sequenciais.
Embora próximo em comprimento (4,18 metros) ao anterior, o novo TT mede 37 mm a mais no entre-eixos. A construção da carroceria continua a mesclar aço e alumínio, de modo a compensar em parte o maior peso no eixo dianteiro por causa do motor ali colocado, e houve redução de peso em 50 kg na mesma versão de motor. O aerofólio traseiro, como antes, destaca-se da carroceria a partir de 120 km/h. O pacote S-Line traz rodas de 18 pol e altura de rodagem 10 mm menor, com opções de 19 e 20 pol.
No interior, embora a ligação com o antigo TT tenha sido preservada, a Audi unificou o quadro de instrumentos e a tela central do sistema MMI em um só monitor de TFT de 12,3 pol, chamado de cockpit virtual pela marca, o que deixou a seção central do painel “limpa” como em tempos passados. Alguns comandos de ventilação ficam no centro dos próprios difusores de ar, que continuam a ser três circulares no centro. Uma função conhecida de outros Audis é o painel tátil no console, pelo qual o dedo pode “desenhar” comandos e navegar por funções sem precisar tocar a tela a ser lida. Os conteúdos oferecidos passam por sistema de áudio Bang & Olufsen, sistema com toca-DVDs e memória interna, roteador de internet, leitura de placas de trânsito e acionamento elétrico do freio de estacionamento.
O TT chega com três opções de motores, todos com turbo e injeção direta: de 2,0 litros a gasolina com potência de 230 cv e torque de 37,7 m.kgf, o mesmo com 310 cv e 38,7 m.kgf (para a versão TTS) e de 2,0 litros a diesel com 184 cv e 38,7 m.kgf. Há escolha entre câmbios manual e automatizado S-Tronic de dupla embreagem, ambos com seis marchas, e trações dianteira e integral, esta de série no TTS. O TT a gasolina com caixa manual acelera de 0 a 100 em 6 segundos e alcança 250 km/h (há limite eletrônico); o TTS cumpre a arrancada em 4,7 s e tem a mesma máxima. Assistente para largada rápida equipa a versão mais potente.
A tração integral Quattro, aprimorada e com peso reduzido, pode ser ajustada pelo seletor de programas de condução: em modo Dynamic, a transmissão de torque às rodas traseiras acontece mais cedo e com maior intensidade que no modo Auto, enquanto o programa Efficiency chega a deixar o cupê só com tração dianteira. Também pode ser regulado em três programas (Comfort, Auto e Dynamic) o controle eletrônico da suspensão, de série no TTS e opcional no TT. A vetorização de torque envia uma maior parcela dele à roda externa à curva, ou às rodas externas no caso da tração integral.








http://bestcars.uol.com.br/bc/informe-s ... de-sempre/
TT-S



Embora próximo em comprimento (4,18 metros) ao anterior, o novo TT mede 37 mm a mais no entre-eixos. A construção da carroceria continua a mesclar aço e alumínio, de modo a compensar em parte o maior peso no eixo dianteiro por causa do motor ali colocado, e houve redução de peso em 50 kg na mesma versão de motor. O aerofólio traseiro, como antes, destaca-se da carroceria a partir de 120 km/h. O pacote S-Line traz rodas de 18 pol e altura de rodagem 10 mm menor, com opções de 19 e 20 pol.
No interior, embora a ligação com o antigo TT tenha sido preservada, a Audi unificou o quadro de instrumentos e a tela central do sistema MMI em um só monitor de TFT de 12,3 pol, chamado de cockpit virtual pela marca, o que deixou a seção central do painel “limpa” como em tempos passados. Alguns comandos de ventilação ficam no centro dos próprios difusores de ar, que continuam a ser três circulares no centro. Uma função conhecida de outros Audis é o painel tátil no console, pelo qual o dedo pode “desenhar” comandos e navegar por funções sem precisar tocar a tela a ser lida. Os conteúdos oferecidos passam por sistema de áudio Bang & Olufsen, sistema com toca-DVDs e memória interna, roteador de internet, leitura de placas de trânsito e acionamento elétrico do freio de estacionamento.
O TT chega com três opções de motores, todos com turbo e injeção direta: de 2,0 litros a gasolina com potência de 230 cv e torque de 37,7 m.kgf, o mesmo com 310 cv e 38,7 m.kgf (para a versão TTS) e de 2,0 litros a diesel com 184 cv e 38,7 m.kgf. Há escolha entre câmbios manual e automatizado S-Tronic de dupla embreagem, ambos com seis marchas, e trações dianteira e integral, esta de série no TTS. O TT a gasolina com caixa manual acelera de 0 a 100 em 6 segundos e alcança 250 km/h (há limite eletrônico); o TTS cumpre a arrancada em 4,7 s e tem a mesma máxima. Assistente para largada rápida equipa a versão mais potente.
A tração integral Quattro, aprimorada e com peso reduzido, pode ser ajustada pelo seletor de programas de condução: em modo Dynamic, a transmissão de torque às rodas traseiras acontece mais cedo e com maior intensidade que no modo Auto, enquanto o programa Efficiency chega a deixar o cupê só com tração dianteira. Também pode ser regulado em três programas (Comfort, Auto e Dynamic) o controle eletrônico da suspensão, de série no TTS e opcional no TT. A vetorização de torque envia uma maior parcela dele à roda externa à curva, ou às rodas externas no caso da tração integral.








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