Teste: Novo Chery Tiggo com câmbio automático - Num pé só
Enviado: 19 Mar 2014, 22:34
Teste: Novo Chery Tiggo com câmbio automático - Num pé só
19/03/2014 14:43 - Fotos: Fotos: Luiz Humberto Monteiro Pereira/Carta Z Notícias

Com o Tiggo AT, Chery passa a oferecer o utilitário esportivo automático mais barato do Brasil, por R$ 57.990
por Luiz Humberto Monteiro Pereira
Auto Press
Atenta à evolução do segmento de utilitários esportivos no Brasil, a chinesa Chery escolheu o Tiggo para ser seu primeiro produto a desembarcar no Brasil, em agosto de 2009. Foi também o primeiro SUV chinês vendido no país – desde o ano passado, enfrenta a concorrência do Lifan X60. Agora, a maior montadora independente – sem participação estatal – da China sai na frente das conterrâneas e é a primeira de lá a oferecer no Brasil modelos com câmbio automático. E o modelo escolhido foi novamente o Tiggo, que teve um “facelift” apresentado em junho do ano passado.
Às voltas com a inauguração de sua fábrica na cidade paulista de Jacareí, prevista para o segundo semestre desse ano, a Chery aproveita para aumentar a competitividade de seu utilitário esportivo montado no Uruguai. Que, além do concorrente da Lifan, busca atingir os consumidores que procuram as versões básicas de Ford EcoSport e Renault Duster.

Embora não chegue a ser muito moderna – tem apenas quatro velocidades e possibilidade de acionamento manual das marchas na manopla –, a nova transmissão automática deixa o Tiggo AT inegavelmente mais competitivo. Com preço sugerido de R$ 57.990 – é o SUV automático mais barato do Brasil – o modelo da Chery que anda em Drive custa o mesmo que as versões manuais do EcoSport SE 1.6 de 115 cv, que também sai por R$ 57.990, e muito próximo do Duster Dynamique 1.6 16V também de 115 cv, que começa em R$ 57.800. Ambas as versões manuais concorrentes de preço similar ao Tiggo AT tem motores flex 1.6, enquanto o modelo chinês traz um 2.0 16V Acteco a gasolina, que desenvolve potência máxima de 138 cv a 5.750 rpm e torque máximo de 18,2 kgfm a 4.300 rotações.
Já a versão automatizada mais barata do EcoSport, a SE 2.0 PowerShift de 147 cv, parte de R$ 70.390 – o SUV da Ford não oferece câmbio automático. Enquanto isso, o Duster automático mais acessível é o Dynamique 2.0 16V 4X2 A/T, de 142 cv, que começa em R$ 66.900. O valor de R$ 57.990 torna o Tiggo AT quase 18% mais barato que o EcoSport automatizado mais acessível e fica 14% abaixo do Duster automático sem opcionais. Valores que expressam bem a estratégia de oferecer um bom pacote de equipamentos por preços menores, comum aos veículos de marcas chinesas oferecidos no Brasil. Já a versão com câmbio manual do Tiggo custa exatos R$ 5 mil a menos que a automática – parte de R$ 52.970. Valor bem abaixo do Lifan X60 Talent, também com câmbio manual, que começa em R$ 55.990.

Ou seja, em termos de preços, a Chery não pretende dar mole para ninguém. Mas nem só de preços menores se faz uma relação custo/benefício atraente. Além do câmbio sem pedal de embreagem, outra novidade do Tiggo AT é o sistema de controle de cruzeiro. Os comandos do sistema estão localizados ao lado direito do volante, em quatro botões que permitem ligar e desligar o controle de cruzeiro, estabelecer uma velocidade constante, aumentar, diminuir e retornar à velocidade pré-estabelecida. Quando o sistema de piloto automático é acionado, uma luz no painel indica o funcionamento. O sistema é automaticamente desativado sempre que o motorista pisa no pedal de freio. Outra novidade do Tiggo AT são as novas luzes diurnas com leds.
Estão disponíveis em ambas as versões do Tiggo dispositivos como display com bússola, altitude e pressão atmosférica no espelho retrovisor, sensor de ré com gráfico de distância e controle de áudio no volante. Além dos agora obrigatórios airbags frontais e ABS, o pacote do Tiggo inclui abertura interna da tampa de combustível, ajuste elétrico de altura dos faróis, apoio de braço central com porta-objetos, ar-condicionado, CD player com entrada USB, direção hidráulica e regulagem de altura no volante.

Em termos estéticos, a versão AT traz as mesmas inovações apresentadas no modelo manual no ano passado. O capô ficou mais curto e o para-choque cresceu. Os faróis estão alongados e ganharam luzes diurnas de leds. A carroceria recebeu componentes cromados e a grade frontal ficou mais estreita. As luzes auxiliares ficaram arredondadas e as portas agora têm frisos de proteção na cor do carro. A traseira vem com lanternas com leds e lente do tipo cristal e a capa do estepe ganhou uma parte preta com a inscrição “Chery”. As rodas de liga leve aro 16” são calçadas com pneus 235/60R16. O Tiggo AT chega ainda em março às 80 concessionárias brasileiras da marca.
Primeiras impressões
Sem mais nem menos
por Luiz Humberto Monteiro Pereira
Auto Press
Barueri/SP - Em tempos onde câmbios automáticos de seis, oito e até nove velocidades são comuns no noticiário automotivo, é quase inusitado ver uma marca anunciar o lançamento de uma transmissão automática de quatro velocidades. Mas, no caso da Chery, a transmissão é bastante coerente com a estratégia da marca, estritamente focada na oferta de uma boa relação custo/benefício. A disputa do modelo chinês montado no Uruguai é para tirar os eventuais compradores das versões manuais 1.6 de EcoSport e Duster, que têm preço igual ao SUV automático da Chery, com seu motor 2.0. Ou seja, para quem o câmbio automático representa um atrativo em termos de conforto e não tem preconceitos contra as marcas chinesas, o Tiggo AT pode se apresentar como uma opção.

No teste de apresentação, realizado no bairro burguês de Alphaville, na periferia paulistana, foi preciso escapar do conservador circuito proposto para enfrentar algumas pirambeiras íngremes, estradinhas de terra e situações de “quase off-road”. E o Tiggo automático não fez feio. O torque de 18,2 kgfm, embora só esteja integralmente disponível em elevados 4.300 giros, comparece de forma significativa em baixos giros. O suficiente para fazer o SUV subir ladeiras com desembaraço. Embora tenha apenas quatro marchas, o câmbio automático do Tiggo é razoavelmente esperto e entrega a força do motor quando solicitado. Tem lá suas limitações, mas pelo menos tem boa sintonia com o motor e os engates são suaves.
Seja em uso urbano ou nas estradas, se não chega a ser espetacular, o Tiggo AT também não compromete. Já a opção de acionamento manual, embora permita obter maior esportividade do modelo, revela uma certa deficiência ergonômica na manopla, que é um tanto hostil ao contato da mão e com engates pouco amistosos. Dirigir mais rápido explicita também outra característica negativa: o Tiggo é alto e aderna de forma perceptível nas curvas rápidas.

Os atributos internos já conhecidos do modelo, como o bom espaço para até cinco pessoas e o vasto porta-malas de 435 litros, foram mantidos. O interior tem acabamento com bons encaixes e sem rebarbas, embora os plásticos rígidos sejam onipresentes. A visibilidade frontal e a retrovisão são corretas. Um inconveniente, também preservado, é a abertura lateral da tampa do porta-malas – em lugar da habitual abertura para cima. A abertura lateral demanda uma grande área livre na traseira do carro para que se possa acessar o porta-malas. Naqueles apertados estacionamentos de “shopping centers”, o acesso ao bagageiro acaba sendo desnecessariamente problemático.
Leia mais:
Chery tem novo presidente no Brasil

Ficha técnica
Chery Tiggo A/T
Motor: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.971 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote. Injeção multiponto eletrônica sequencial.
Transmissão: Automática com quatro velocidades à frente e uma ré, com opção de acionamento manual das marchas na manopla.
Potência máxima: 138 cv a 5.750 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: Não informado.
Velocidade máxima: 170 km/h.
Torque máximo: 18,2 kgfm a 4.300 rotações.
Diâmetro e curso: 83,5 mm X 90 mm. Taxa de compressão: 10,0:1.
Suspensão: Frontal independente tipo MacPherson com molas helicoidais, amortecedores de dupla ação e barra estabilizadora. Traseira independente, multilink, molas helicoidais, amortecedores de dupla ação e barra estabilizadora.
Pneus: 235/60 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. ABS e EBD.
Carroceria: SUV em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,39 metros de comprimento, 1,76 metro de largura, 1,70 metro de altura e 2,51 metros de distância entre-eixos.
Peso: 1.400 kg.
Capacidade do porta-malas: 435 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: Montevidéu, Uruguai.
Lançamento: 2014.
Itens de Série: Ar-condicionado, vidros e travas elétricas, direção hidráulica, travamento das portas a distância, airbags frontais, freios ABS com EBD, faróis de neblina dianteiro e traseiro, sensores de estacionamento com indicador de distância em metros no painel, sistema de som rádio/CD/MP3/USB, luzes diurnas de leds, vidros traseiros elétricos, rodas de liga leve de 16 polegadas, ajustes do banco de motorista, de altura do farol e de posição da coluna de direção, bancos traseiros rebatíveis, controle de cruzeiro e abertura interna do porta-malas..
Preço: R$ 57.990.

http://motordream.uol.com.br/noticias/v ... -num-pe-so
19/03/2014 14:43 - Fotos: Fotos: Luiz Humberto Monteiro Pereira/Carta Z Notícias
Com o Tiggo AT, Chery passa a oferecer o utilitário esportivo automático mais barato do Brasil, por R$ 57.990
por Luiz Humberto Monteiro Pereira
Auto Press
Atenta à evolução do segmento de utilitários esportivos no Brasil, a chinesa Chery escolheu o Tiggo para ser seu primeiro produto a desembarcar no Brasil, em agosto de 2009. Foi também o primeiro SUV chinês vendido no país – desde o ano passado, enfrenta a concorrência do Lifan X60. Agora, a maior montadora independente – sem participação estatal – da China sai na frente das conterrâneas e é a primeira de lá a oferecer no Brasil modelos com câmbio automático. E o modelo escolhido foi novamente o Tiggo, que teve um “facelift” apresentado em junho do ano passado.
Às voltas com a inauguração de sua fábrica na cidade paulista de Jacareí, prevista para o segundo semestre desse ano, a Chery aproveita para aumentar a competitividade de seu utilitário esportivo montado no Uruguai. Que, além do concorrente da Lifan, busca atingir os consumidores que procuram as versões básicas de Ford EcoSport e Renault Duster.
Embora não chegue a ser muito moderna – tem apenas quatro velocidades e possibilidade de acionamento manual das marchas na manopla –, a nova transmissão automática deixa o Tiggo AT inegavelmente mais competitivo. Com preço sugerido de R$ 57.990 – é o SUV automático mais barato do Brasil – o modelo da Chery que anda em Drive custa o mesmo que as versões manuais do EcoSport SE 1.6 de 115 cv, que também sai por R$ 57.990, e muito próximo do Duster Dynamique 1.6 16V também de 115 cv, que começa em R$ 57.800. Ambas as versões manuais concorrentes de preço similar ao Tiggo AT tem motores flex 1.6, enquanto o modelo chinês traz um 2.0 16V Acteco a gasolina, que desenvolve potência máxima de 138 cv a 5.750 rpm e torque máximo de 18,2 kgfm a 4.300 rotações.
Já a versão automatizada mais barata do EcoSport, a SE 2.0 PowerShift de 147 cv, parte de R$ 70.390 – o SUV da Ford não oferece câmbio automático. Enquanto isso, o Duster automático mais acessível é o Dynamique 2.0 16V 4X2 A/T, de 142 cv, que começa em R$ 66.900. O valor de R$ 57.990 torna o Tiggo AT quase 18% mais barato que o EcoSport automatizado mais acessível e fica 14% abaixo do Duster automático sem opcionais. Valores que expressam bem a estratégia de oferecer um bom pacote de equipamentos por preços menores, comum aos veículos de marcas chinesas oferecidos no Brasil. Já a versão com câmbio manual do Tiggo custa exatos R$ 5 mil a menos que a automática – parte de R$ 52.970. Valor bem abaixo do Lifan X60 Talent, também com câmbio manual, que começa em R$ 55.990.
Ou seja, em termos de preços, a Chery não pretende dar mole para ninguém. Mas nem só de preços menores se faz uma relação custo/benefício atraente. Além do câmbio sem pedal de embreagem, outra novidade do Tiggo AT é o sistema de controle de cruzeiro. Os comandos do sistema estão localizados ao lado direito do volante, em quatro botões que permitem ligar e desligar o controle de cruzeiro, estabelecer uma velocidade constante, aumentar, diminuir e retornar à velocidade pré-estabelecida. Quando o sistema de piloto automático é acionado, uma luz no painel indica o funcionamento. O sistema é automaticamente desativado sempre que o motorista pisa no pedal de freio. Outra novidade do Tiggo AT são as novas luzes diurnas com leds.
Estão disponíveis em ambas as versões do Tiggo dispositivos como display com bússola, altitude e pressão atmosférica no espelho retrovisor, sensor de ré com gráfico de distância e controle de áudio no volante. Além dos agora obrigatórios airbags frontais e ABS, o pacote do Tiggo inclui abertura interna da tampa de combustível, ajuste elétrico de altura dos faróis, apoio de braço central com porta-objetos, ar-condicionado, CD player com entrada USB, direção hidráulica e regulagem de altura no volante.
Em termos estéticos, a versão AT traz as mesmas inovações apresentadas no modelo manual no ano passado. O capô ficou mais curto e o para-choque cresceu. Os faróis estão alongados e ganharam luzes diurnas de leds. A carroceria recebeu componentes cromados e a grade frontal ficou mais estreita. As luzes auxiliares ficaram arredondadas e as portas agora têm frisos de proteção na cor do carro. A traseira vem com lanternas com leds e lente do tipo cristal e a capa do estepe ganhou uma parte preta com a inscrição “Chery”. As rodas de liga leve aro 16” são calçadas com pneus 235/60R16. O Tiggo AT chega ainda em março às 80 concessionárias brasileiras da marca.
Primeiras impressões
Sem mais nem menos
por Luiz Humberto Monteiro Pereira
Auto Press
Barueri/SP - Em tempos onde câmbios automáticos de seis, oito e até nove velocidades são comuns no noticiário automotivo, é quase inusitado ver uma marca anunciar o lançamento de uma transmissão automática de quatro velocidades. Mas, no caso da Chery, a transmissão é bastante coerente com a estratégia da marca, estritamente focada na oferta de uma boa relação custo/benefício. A disputa do modelo chinês montado no Uruguai é para tirar os eventuais compradores das versões manuais 1.6 de EcoSport e Duster, que têm preço igual ao SUV automático da Chery, com seu motor 2.0. Ou seja, para quem o câmbio automático representa um atrativo em termos de conforto e não tem preconceitos contra as marcas chinesas, o Tiggo AT pode se apresentar como uma opção.
No teste de apresentação, realizado no bairro burguês de Alphaville, na periferia paulistana, foi preciso escapar do conservador circuito proposto para enfrentar algumas pirambeiras íngremes, estradinhas de terra e situações de “quase off-road”. E o Tiggo automático não fez feio. O torque de 18,2 kgfm, embora só esteja integralmente disponível em elevados 4.300 giros, comparece de forma significativa em baixos giros. O suficiente para fazer o SUV subir ladeiras com desembaraço. Embora tenha apenas quatro marchas, o câmbio automático do Tiggo é razoavelmente esperto e entrega a força do motor quando solicitado. Tem lá suas limitações, mas pelo menos tem boa sintonia com o motor e os engates são suaves.
Seja em uso urbano ou nas estradas, se não chega a ser espetacular, o Tiggo AT também não compromete. Já a opção de acionamento manual, embora permita obter maior esportividade do modelo, revela uma certa deficiência ergonômica na manopla, que é um tanto hostil ao contato da mão e com engates pouco amistosos. Dirigir mais rápido explicita também outra característica negativa: o Tiggo é alto e aderna de forma perceptível nas curvas rápidas.
Os atributos internos já conhecidos do modelo, como o bom espaço para até cinco pessoas e o vasto porta-malas de 435 litros, foram mantidos. O interior tem acabamento com bons encaixes e sem rebarbas, embora os plásticos rígidos sejam onipresentes. A visibilidade frontal e a retrovisão são corretas. Um inconveniente, também preservado, é a abertura lateral da tampa do porta-malas – em lugar da habitual abertura para cima. A abertura lateral demanda uma grande área livre na traseira do carro para que se possa acessar o porta-malas. Naqueles apertados estacionamentos de “shopping centers”, o acesso ao bagageiro acaba sendo desnecessariamente problemático.
Leia mais:
Chery tem novo presidente no Brasil

Ficha técnica
Chery Tiggo A/T
Motor: Gasolina, dianteiro, transversal, 1.971 cm³, quatro cilindros em linha, quatro válvulas por cilindro, comando duplo no cabeçote. Injeção multiponto eletrônica sequencial.
Transmissão: Automática com quatro velocidades à frente e uma ré, com opção de acionamento manual das marchas na manopla.
Potência máxima: 138 cv a 5.750 rpm.
Aceleração 0-100 km/h: Não informado.
Velocidade máxima: 170 km/h.
Torque máximo: 18,2 kgfm a 4.300 rotações.
Diâmetro e curso: 83,5 mm X 90 mm. Taxa de compressão: 10,0:1.
Suspensão: Frontal independente tipo MacPherson com molas helicoidais, amortecedores de dupla ação e barra estabilizadora. Traseira independente, multilink, molas helicoidais, amortecedores de dupla ação e barra estabilizadora.
Pneus: 235/60 R16.
Freios: Discos ventilados na frente e sólidos atrás. ABS e EBD.
Carroceria: SUV em monobloco com quatro portas e cinco lugares. Com 4,39 metros de comprimento, 1,76 metro de largura, 1,70 metro de altura e 2,51 metros de distância entre-eixos.
Peso: 1.400 kg.
Capacidade do porta-malas: 435 litros.
Tanque de combustível: 55 litros.
Produção: Montevidéu, Uruguai.
Lançamento: 2014.
Itens de Série: Ar-condicionado, vidros e travas elétricas, direção hidráulica, travamento das portas a distância, airbags frontais, freios ABS com EBD, faróis de neblina dianteiro e traseiro, sensores de estacionamento com indicador de distância em metros no painel, sistema de som rádio/CD/MP3/USB, luzes diurnas de leds, vidros traseiros elétricos, rodas de liga leve de 16 polegadas, ajustes do banco de motorista, de altura do farol e de posição da coluna de direção, bancos traseiros rebatíveis, controle de cruzeiro e abertura interna do porta-malas..
Preço: R$ 57.990.
http://motordream.uol.com.br/noticias/v ... -num-pe-so


