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Acha que o Cobosta é completo em qualquer versão? :fuckthat:Olá amigos do NA. Venho fazer uma breve opinião do Corolla Altis 2011, comprado e faturado em janeiro. Fomos eu e minha família a concessionárias de várias fabricantes, chegamos a ver C4 Pallas Exclusive, Honda Civic EXS, Jetta 2.5 e até um Azera.
Tinhamos anteriormente um Civic LXS 2008, com pouco mais de 25.000 km rodados, adquirido anos antes. Procuravamos um carro mais espaçoso, com consumo equiparado, porém que não fosse tão beberrão e nem fugisse do orçamento de 80 mil reais.
Nossa primeira opção foi justamente outro Civic, porém chegamos a conclusão de que o espaço e consumo seriam praticamente os mesmos e ainda pagaríamos uma diferença de 9 mil reais no orçamento, com possíveis perdas de desvalorização com o novo modelo prestes a estrear. Fomos então, até uma revenda Toyota, e achamos 3 exemplares da versão Altis 2.0.
Um semi-novo, com 15.000 km rodados por pouco mais de 82 mil reais e outros dois OKM (um azul e um prata) e mais dois para faturar em breve (2 unidades na cor preta). Como todo brasileiro, conservador da hora da compra, pensando na venda, adquirimos a versão prata, por pouco mais de 85.000 reais, mais emplacamento e IPVA totalmente pago.
O carro se destacou positivamente pelo acabamento, melhor que o do nosso antigo carro, além do desempenho, do silencio a bordo e do espaço do porta-malas. Porém o carro tem muitos grilhos na parte traseira, que sempre fazem com que tenhamos que recorrer a concessionária para resolver os tais. Além disso, tivemos um problema de decodificação do sistema do ar condicionado, que mesmo na autorizada, precisou de longos 5 dias para ser resolvido.
O consumo, andando a maioria dos trechos em perímetro urbano, consegue até 9,2 km por litro na gasolina, porém no álcool, não passa de 6!!!!!!! Na estrada, cravando o piloto automático em 110 km/h, consegue-se até 13 km/l.
Outro fator que atrapalha o consumo são as trocas de marchas no volante ou na propria alavanca. A falta de um modo S também deixa a desejar, já que uma relação de suspensão, cambio e direção mais dura, ajudaria principalmente no desempenho do carro.
Outro ponto negativo, é o cambio, que mesmo com diversas formas de troca, deixa a desejar por ter apenas 4 marchas, em um universo automotivo, onde temos até 8. Em relação ao nosso Civic anterior, perde em espaço interno, porém ganha facilmente no porta-malas. Não é possível instalar 3 pessoas nos bancos de trás, e provavelmente em poucos sedãs médios se consiga essa façanha.
O carro realmente é muito confortavel, os bancos elétricos, os espelhos rebatidos, faróis de xenônio com lavador, sensores de estacionamento dianteiro e traseiro reforçam em tese a idéia de versão topo de linha, de um carro já completo nas versões intermediárias.
Além de alguns problemas, posso dizer que o sensor de estacionamento tem um déficit muito grande na frente, apitando excessivamente onde os de trás ainda nem estão apitando, além dos bancos elétricos, que sem motivo algum, pararam de subir e descer.
Porções de madeira e acabamento na cor caramelo, são exclusivos e chamam a atenção de quem o vê de fora, e principalmente em quem vê por dentro, porém requerem cuidados extremos como lavagem frequente e cuidados com comida ou bebidas que possam mancha-lo.
Muitos que olham o preço do carro perguntam principalmente sobre a falta de um teto solar ou até de câmera de ré. Outro problema são as luzes do painel, que a qualquer mexida no banco, acabam ligando, principalmente a do ABS. Resolvemos o problema ao trocar o chicote.
O atendimento da concessionária foi nota 10, e as peças e revisões foram dentro do previsto. A de 10 mil km custou 176, 90 com troca de óleo e filtro, além de limpeza externa e interna, e limpeza dos bicos injetores. Fechando os problemas e fatores positivos, gostei muito do carro, porém ainda acho caro os 90 mil reais pedidos.
É um tipo de carro, para quem quer menos status, quer apenas um carro bem equipado, que fuja dos grandes sedãs, como Ford Fusion e Hyundai Azera. Soluções interessantes, porém que tornam a versão topo de linha pouco encontrada em concessionarias e principalmente na rua (temos apenas 7 em nossa cidade) principalmente em função do preço.
OBS: estou pensando na troca do som original por uma central multimídia, porém é complicado, pois se perde a disqueteira para 6 cds, item que parece besteira aos olhos alheios porém que se torna útil em grandes percursos.
Até um Fox ou Putão é mais equipado que esse lixo.
Foi ver carros melhores e levou o pior.
O cara precisa se internar depois da parte em vermelho. Ele não quer status mas quer algo exclusivo, logo gosta de aparecer.
Cobosta Altis = qualquer Cobosta, só entusiasta sabe diferenciar e mesmo assim olhando bem.
Na real, queria o Cobosta porque dá um status do caramba no BR.
Se não queria status comprasse um Fluence, Linea...
Sem contar que a avaliação é uma merda.





, não seria AT6??





