Aceleramos o novo Porsche Cayenne, que chega ao Brasil em 2015
Enviado: 21 Set 2014, 10:30
Aceleramos o novo Porsche Cayenne, que chega ao Brasil em 2015
Do Auto Esporte

Porsche Cayenne (Foto: Divulgação)
Pense nos variados estilos de som emitidos por uma guitarra. Do ritmo mais suave de uma canção como a “Bohemian Rhapsody”, clássico da banda Queen, a uma com dose extra de rock, como a “Back in Black”, do AC/DC. Para a Porsche, a versatilidade do instrumento musical é a mesma encontrada no Cayenne, especialmente agora na linha reestilizada do SUV, que estreia até março de 2015 no Brasil – a primeira aparição ocorrerá no Salão de São Paulo deste ano. Os preços ainda são desconhecidos, mas devem partir de R$ 360 mil para a versão S e R$ 680 mil para a Turbo.
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Responsável por 50% das vendas mundiais da marca alemã, o Cayenne ganhou reforço nos seus acordes por duas razões. Porque estava na hora, já que a segunda geração foi lançada em 2010, e para evitar a migração de fãs para o Macan, por mais que a fabricante enfatize a descrença nessa possibilidade. Como no Panamera, a versão S tem como novidade a troca do 4.8 V8 de 400 cv pelo 3.6 V6 biturbo de 420 cv. Já o 4.8 V8 biturbo, gera 520 cv e 76,4 kgfm; 5 kg extras de torque. Para os dois, o câmbio continua sendo automático de oito marchas.
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O visual recebeu atualizações com enfoque na esportividade. Os novos faróis bixenônio lembram os do irmão 918 Spyder e contam com quatro pontos de leds de iluminação diurna. Na cabine, a mesma inspiração: o novo volante tem o desenho e a caprichada empunhadura do 918. Afora isso, os assentos traseiros ficaram mais confortáveis. A nova afinação da guitarra deixou o Porsche à altura de fazer mais sucesso nas bilheterias e melhorar o desempenho de seu antecessor, que emplacou 303 mil no mundo.

Porsche Cayenne (Foto: Divulgação)
Em um teste de mais de 200 km por estradas sinuosas da bela e ensolarada Barcelona, foi possível conferir as evoluções do Cayenne, que emociona na versão S e na Turbo. Ambas são espertas desde baixas rotações e emitem um som gostoso a cada acelerada. Óbvio que a V8 é a mais empolgante.
Os 20 cv extras somam-se aos 500 cv (6.000 rpm) mas os 76,4 kgfm aparecem bem antes, a partir das 2.250 rpm. Sabendo que a 120 km/h o motor trabalha em 1.800 giros, não é difícil compreender que basta uma leve pressão no pedal para o SUV “cerrar os olhos” e romper os limites das rodovias – tentação que deve ser contida fora da Alemanha, né?
O conjunto acertado entende de imediato as exigências, jogando marcha para baixo e fazendo o velocímetro digital escalar alucinadamente. As trocas continuam ligeiras e ficaram melhores no sequencial graças às enormes aletas cromadas. No modo de pilotagem Sport Plus, a agilidade é extrema.
Aperfeiçoadas, as suspensões independentes do Cayenne parecem encolher as medidas do parrudão e garantem alta dose de equilíbrio à carroceria, tendo ainda o respaldo da tração integral. Essa, porém, atua sem tornar o carro brochante. Se o motorista resolver brincar um pouco em saídas de curva, a traseira vai escorregar e os controles de estabilidade atuarão para impedir deslizes maiores.

Porsche Cayenne (Foto: Divulgação)
O sistema start-stop ganhou eficiência: o novo Porsche não precisa parar totalmente para o motor desligar. O recurso atua em redução de velocidade, na casa dos 7 km/h. A queixa vai para a direção hidráulica, que trava e atrapalha a condução se o carro estiver em curva na descida. Com a função velejar, que desacopla o câmbio ao tirar o pé do acelerador, e as aletas aerodinâmicas na grade do radiador, que abrem e fecham com a velocidade e necessidade de arrefecimento, o Cayenne Turbo europeu fez 6,4 km/l na cidade. No Brasil, a atual linha faz 5,5 km/l, segundo o programa de etiquetagem veicular.
No off-road, os vários aparatos para o fora de estrada vencem os obstáculos sem dificuldade, e o conforto não é comprometido pela buraqueira. Com quase 2,90 metros de entre-eixos, o Cayenne acomoda até cinco adultos grandalhões, que viajam em bancos muito macios e com requintes como ajustes elétricos para os assentos da frente e saída de ventilação traseira. Para o motorista, a mordomia inclui park assist, detector de ponto cego, controle adaptativo de velocidade, suspensões pneumáticas, entre outras. Como opcional, o modelo passa a oferecer controle de largada. É apenas mais uma garantia que ele não vai ficar para trás do Macan nem nesse ou em outros quesitos.

Porsche Cayenne (Foto: Divulgação)
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Ana ... -2015.html
Do Auto Esporte

Porsche Cayenne (Foto: Divulgação)
Pense nos variados estilos de som emitidos por uma guitarra. Do ritmo mais suave de uma canção como a “Bohemian Rhapsody”, clássico da banda Queen, a uma com dose extra de rock, como a “Back in Black”, do AC/DC. Para a Porsche, a versatilidade do instrumento musical é a mesma encontrada no Cayenne, especialmente agora na linha reestilizada do SUV, que estreia até março de 2015 no Brasil – a primeira aparição ocorrerá no Salão de São Paulo deste ano. Os preços ainda são desconhecidos, mas devem partir de R$ 360 mil para a versão S e R$ 680 mil para a Turbo.
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Responsável por 50% das vendas mundiais da marca alemã, o Cayenne ganhou reforço nos seus acordes por duas razões. Porque estava na hora, já que a segunda geração foi lançada em 2010, e para evitar a migração de fãs para o Macan, por mais que a fabricante enfatize a descrença nessa possibilidade. Como no Panamera, a versão S tem como novidade a troca do 4.8 V8 de 400 cv pelo 3.6 V6 biturbo de 420 cv. Já o 4.8 V8 biturbo, gera 520 cv e 76,4 kgfm; 5 kg extras de torque. Para os dois, o câmbio continua sendo automático de oito marchas.
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O visual recebeu atualizações com enfoque na esportividade. Os novos faróis bixenônio lembram os do irmão 918 Spyder e contam com quatro pontos de leds de iluminação diurna. Na cabine, a mesma inspiração: o novo volante tem o desenho e a caprichada empunhadura do 918. Afora isso, os assentos traseiros ficaram mais confortáveis. A nova afinação da guitarra deixou o Porsche à altura de fazer mais sucesso nas bilheterias e melhorar o desempenho de seu antecessor, que emplacou 303 mil no mundo.

Porsche Cayenne (Foto: Divulgação)
Em um teste de mais de 200 km por estradas sinuosas da bela e ensolarada Barcelona, foi possível conferir as evoluções do Cayenne, que emociona na versão S e na Turbo. Ambas são espertas desde baixas rotações e emitem um som gostoso a cada acelerada. Óbvio que a V8 é a mais empolgante.
Os 20 cv extras somam-se aos 500 cv (6.000 rpm) mas os 76,4 kgfm aparecem bem antes, a partir das 2.250 rpm. Sabendo que a 120 km/h o motor trabalha em 1.800 giros, não é difícil compreender que basta uma leve pressão no pedal para o SUV “cerrar os olhos” e romper os limites das rodovias – tentação que deve ser contida fora da Alemanha, né?
O conjunto acertado entende de imediato as exigências, jogando marcha para baixo e fazendo o velocímetro digital escalar alucinadamente. As trocas continuam ligeiras e ficaram melhores no sequencial graças às enormes aletas cromadas. No modo de pilotagem Sport Plus, a agilidade é extrema.
Aperfeiçoadas, as suspensões independentes do Cayenne parecem encolher as medidas do parrudão e garantem alta dose de equilíbrio à carroceria, tendo ainda o respaldo da tração integral. Essa, porém, atua sem tornar o carro brochante. Se o motorista resolver brincar um pouco em saídas de curva, a traseira vai escorregar e os controles de estabilidade atuarão para impedir deslizes maiores.

Porsche Cayenne (Foto: Divulgação)
O sistema start-stop ganhou eficiência: o novo Porsche não precisa parar totalmente para o motor desligar. O recurso atua em redução de velocidade, na casa dos 7 km/h. A queixa vai para a direção hidráulica, que trava e atrapalha a condução se o carro estiver em curva na descida. Com a função velejar, que desacopla o câmbio ao tirar o pé do acelerador, e as aletas aerodinâmicas na grade do radiador, que abrem e fecham com a velocidade e necessidade de arrefecimento, o Cayenne Turbo europeu fez 6,4 km/l na cidade. No Brasil, a atual linha faz 5,5 km/l, segundo o programa de etiquetagem veicular.
No off-road, os vários aparatos para o fora de estrada vencem os obstáculos sem dificuldade, e o conforto não é comprometido pela buraqueira. Com quase 2,90 metros de entre-eixos, o Cayenne acomoda até cinco adultos grandalhões, que viajam em bancos muito macios e com requintes como ajustes elétricos para os assentos da frente e saída de ventilação traseira. Para o motorista, a mordomia inclui park assist, detector de ponto cego, controle adaptativo de velocidade, suspensões pneumáticas, entre outras. Como opcional, o modelo passa a oferecer controle de largada. É apenas mais uma garantia que ele não vai ficar para trás do Macan nem nesse ou em outros quesitos.

Porsche Cayenne (Foto: Divulgação)
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Ana ... -2015.html





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