Desmonte do Cruze - 4 Rodas

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EHIDEKI
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26 Dez 2012, 15:19

http://quatrorodas.abril.com.br/blogs/l ... -do-cruze/

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A capa da edição de setembro de 2011 anunciava o teste exclusivo e antecipado do Cruze no Brasil. O texto deixava claro: “O modelo tem importância estratégica para a marca”. E isso não valia (e vale) apenas para o Brasil, pois o sedã é global e atende a outros mercados importantes, como o norte-americano e o europeu. Cercado de expectativas e dúvidas, o Cruze mal havia chegado às concessionárias e nós adquirimos um para a frota de Longa Duração – ele estreou na edição de novembro de 2011.A festa de aniversário será especial, com direito a desmonte e recepção de convidados: quem for ao Salão do Automóvel de São Paulo, de 24 de outubro a 4 de novembro, poderá ver o Chevrolet desmontado no estande de QUATRO RODAS. O “esquenta” dessa festa começa agora, com um resumo desse um ano de convívio e, claro, o resultado da desmontagem.

Os últimos carros da frota de Longa Duração têm deixado clara uma evolução técnica que se traduz em qualidade. Peugeot 3008, Hyundai i30 e JAC J3, por exemplo, arrancaram elogios de Fabio Fukuda, nosso consultor técnico e responsável pelos desmontes. Com o Cruze, a avaliação de Fukuda foi ainda mais positiva. “Foi impossível separar peças reprovadas ou mesmo que mereceriam alguma atenção especial. O Cruze terminou sua jornada ainda mais íntegro que o i30. Sem dúvida, é a nova referência do Longa Duração em termos de qualidade técnica”, diz.

Antes da desmontagem, Fukuda realiza algumas medições. Uma vez aquecido até a temperatura de trabalho, o motor tem aferidas as pressões de óleo e combustível. Tudo perfeito: respectivamente 58 psi (a fábrica tolera de 56 a 60) e 24 psi (o mínimo tolerado pela GM é 18,85). Ainda é examinada a compressão dos cilindros. “É cada vez mais raro as fábricas divulgarem o valor nominal dessa medição. Mas, quando há algo que comprometa a vedação, surgem variações dos valores obtidos, o que não aconteceu no caso do Cruze”, diz Fukuda. Na análise, são feitas três medições em cada cilindro e o número obtido foi rigorosamente o mesmo: 160 psi.

A partir desse momento, deu-se início ao desmonte propriamente dito. Retirado o cabeçote, uma grata (e rara) surpresa: tanto a cabeça dos pistões como as câmaras de combustão mostravam baixíssimo índice de carbonização. A seguir, com a desmontagem do cabeçote, as válvulas de admissão e escape repetiram o desempenho do andar inferior: apresentavam baixíssimo índice de acúmulo de carvão, o que afastava por completo o risco de “vazamento” de compressão por falha de vedação da sede. “O surpreendente estado de preservação dos retentores de válvulas mostra que resistiram muito bem ao nosso combustível”, diz Fukuda. A medição da folga de entrepontas dos anéis (são três em cada pistão) também ajuda a justificar a boa saúde do quatro-cilindros 1.8 flex. Os ensaios revelaram números entre 0,30 e 0,35 mm no primeiro anel (nominal entre 0,20 e 0,40), 0,55 e 0,60 mm no segundo anel (nominal entre 0,40 e 0,60) e 0,60 a 0,80 mm no terceiro anel (0,25 a 0,75).

Cilindros e virabrequim também foram submetidos a uma criteriosa bateria de exames. Novamente, tudo na mais perfeita ordem: diâmetro, conicidade e ovalização dos cilindros estavam dentro dos limites tolerados pela fábrica. Aprovação também para o virabrequim, com moentes, munhões e bronzinas de bielas e mancais dentro das especificações mínimas. “As medições são importantes para atestar a saúde ou a condenação dos sistemas de um carro de Longa Duração, mas o exame visual também é fundamental. Nenhum componente interno do motor tinha qualquer sinal de problemas de lubrificação ou mau funcionamento”, afirma Fukuda.

A análise de uma amostra do fluido retirado do câmbio automático de seis marchas com conversor de torque e o perfeito funcionamento da transmissão não indicaram a necessidade de desmontagem do sistema. “Não havia sinal de partículas metálicas, inclusive no filtro de óleo do câmbio. Mesmo após os 60 000 km, as trocas continuavam suaves e sem indícios de vazamento”, diz o técnico.

O sistema de freios do Cruze encarou os 60 000 km com competência. A única ressalva fica por conta do espelho defletor dianteiro esquerdo. Em ruas de paralelepípedos, vibrou e gerou ruídos desde os primeiros quilômetros até o fim. Nas revisões, as concessionárias até que resolviam a questão, mas o ruído retornava não muito tempo depois. Porém a rede também merece elogios. Ao substituir as pastilhas de freio na revisão dos 40000 km, a autorizada Itororó poupou os discos. “As pastilhas não durariam até a revisão seguinte. Se tivessem sido mantidas, o material de atrito acabaria e os discos ficariam comprometidos.” Discos e pastilhas terminaram o teste dentro da faixa de espessura e empenamento tolerada pela GM.

Robustez é, definitivamente, uma das maiores virtudes do Cruze. Amortecedores, molas, buchas de suspensão e mancais da barra estabilizadora, assim como o motor, chegaram aos 60 000 km ven- dendo saúde. A caixa de direção repetiu a boa avaliação final: “Terminais e barras axiais estavam sem folga, assim como os conectores da fiação do motor de assistência elétrica”, diz Fukuda.

Antes do último teste em pista, checamos as condições dos pneus. Prestes a atingir a marca TWI (indicador de nível de desgaste localizado nos canais centrais da banda de rodagem), a ida à pista foi autorizada. Mas é preciso ressaltar: o par dianteiro estava em melhores condições que o traseiro. Aqui, cabe lembrar um deslize cometido pela rede em todas as revisões. O rodízio de pneus recomendado no manual indica que os traseiros devem mudar de lado ao ganharem o eixo dianteiro, mas as autorizadas sempre realizaram o rodízio convencional, apenas alterando os da frente com os de trás, sem inversão de lado. A cada retorno de revisão, durante o check-up dos serviços prestados, Fabio Fukuda reposicionava as rodas de acordo com o indicado pela fábrica. Essa correção constante certamente contribuiu para que os pneus do Cruze chegassem aos 60 000 km.

Debaixo do tapete

O sistema elétrico, segundo nosso consultor, tem conectores de boa qualidade e colocados em pontos-chave. “As travas dos engates dos terminais são confiáveis, não desprendem de maneira aleatória. Plugues em portas, porta-malas e cofre do motor diminuem consideravelmente o risco de danos aos chicotes elétricos, uma vez que facilitam o acesso a esses locais e a retirada de componentes e partes da carroceria no caso de manutenção”, diz Fukuda. Encerrando a extensa lista de aprovações, nosso consultor destaca o acabamento: “Os plásticos internos são bem fixados e não havia qualquer sinal de poeira ou água por baixo do carpete, o que comprova a eficiência das guarnições de borracha”.

Companheiro de viagem dos 32 motoristas que se revezaram ao seu volante, cruzando cinco estados brasileiros, o Chevrolet Cruze encerra sua carreira em plena forma. Não é à toa que tenha precisado de pouco mais de um ano para se firmar na posição de terceiro sedã médio mais vendido do Brasil, atrás apenas dos samurais Toyota Corolla e Honda Civic. Os japoneses que se cuidem: tem candidato correndo por fora.

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APROVADO

Essa parada 
vai longe


A manutenção correta aos 40 000 km, quando foram substituídas
as pastilhas dianteiras, poupou os discos. estes encerraram o teste com espessura suficiente para encarar mais um ciclo
de pastilhas.

Saúde de ferro

Há tempos, um motor não chegava aos
60 000 km tão saudável. Cabeçote aberto, as válvulas de admissão e escape apresentaram baixo índice de acúmulo de carvão, sobretudo as de escape, que sofrem uma espécie de efeito autolimpante gerado pelo fluxo dos gases originados da queima do combustível.

Firmeza

Sem folgas nos braços axiais nem nos terminais, a caixa de direção também mostrou-se íntegra
no desmonte. o motor elétrico funcionou bem por todo o teste.

Passando a borracha

Buchas, pivôs, mancais e terminais chegaram aos 60 000 km em ótimo estado. As suspensões do globalizado Cruze se mostraram bem adaptadas ao asfalto brasileiro. os quatro amortecedores estavam sem indícios de vazamento ou travamento dos componentes internos e nenhuma das molas apresentava sinal de batida de elos.

Acerto cambial

A transmissão automática de seis velocidades teve o óleo e o filtro analisados. Ambos estavam isentos de resíduos. o sistema de diagnose eletrônica também varreu a central atrás de registros de erros de funcionamento do câmbio e, de novo, nada foi encontrado. Assim, não havia indicação para que se desmontasse o câmbio.

Caixa forte

As guarnições de borracha mantiveram a água e o pó do lado de fora do Cruze. na inspeção visual da carroceria não foram detectados pontos de ferrugem ou trincas.

Centelha longa vida

O manual preconiza
a troca das velas após 100 000 km. Isso é muito acima da média (entre 40 000 e 50 000 km). mesmo assim, as do Cruze estavam em ótimo estado, reflexo direto do bom isolamento da câmara
de combustão.

Cabeça limpa

Assim como os retentores cumpriram bem o papel de manter o óleo longe das válvulas, os anéis de compressão dos pistões impediram que ele invadisse a câmara. resultado: pistões com cabeça absolutamente limpa.

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ATENÇÃO

Dupla do barulho

Em duas ocasiões, as bieletas plásticas da suspensão foram responsáveis por ruídos na dianteira do Cruze. reapertadas, voltavam a cumprir seu papel de maneira silenciosa.

Rodízio enquadrado

Os pneus traseiros chegaram aos 60 000 km no limite. É uma boa quilometragem, mas cabe ressaltar que corrigimos o rodízio
de pneus realizado nas cinco revisões, pois nenhuma concessionária respeitou o esquema de troca de posição recomendado pela Chevrolet.

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HISTÓRICO

27 km – espelho do freio dianteiro vibrando

85 km - ar-condicionado irregular

4014 km - ar irregular novamente

5796 km - espelho do freio dianteiro esquerdo vibrando novamente

18 709 km - carro puxando para a esquerda

23 394 km - colisão leve. rodas do lado esquerdo e para-lama direito atingidos

32657 km - espelho do freio dianteiro esquerdo vibrando novamente

45619 km - Lâmpada do farol de neblina direito queimada

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CHECK-UP

Quilometragem | 1 425 km | 60 049 km | Diferença (%)

0 a 1 00 km/h (s) 11,9 / 11,6 / 2,52

0 a 1000 m (s) 33,2 / 33,1 / 0,30

D 40 a 80 km/h (s) 5,3 / 5,3 / =

D 60 a 100 km/h (s) 6,8 / 6,7 / 1,47

D 80 a 120 km/h (s) 9,5 / 8,8 / 7,37

Frenagem 60 km/h a 0 (m) 18 / 16,4 / 8,89

Frenagem 80 km/h a 0 (m) 30,1 / 28,5 / 5,32

Frenagem 120 km/h a 0 (m) 66,1 / 65,8 / 0,45

Consumo urbano (km/l) 6,9 / 7 / 1,45

Consumo rodoviário (km/l) 9,8 / 9,5 / 3,06

Ruído interno PM (dBA)
 39,3 / 38,8 / 1,27

Ruído interno RPM máx. (dBA) 67,2 / 70,2 / 4,46

Ruído interno 80 km/h (dBA) 56,7 / 57,2 / 0,88

Ruído interno 120 km/h (dBA) 66,7 / 63,9 / 4,20

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FOLHA CORRIDA

Preço da compra: 71900 reais (novembro/11)

Quilometragem total: 60391 km

41972 km (69,5%) rodoviário

18419 km (30,5%) urbano

Consumo total: 8474,6

litros de etanol (16528,10 reais)

Consumo médio: 7,1 km/l

Custo por 1 000 km: 325 reais

10 000 km –
 181 reais (Nova)

20 000 km –
 468 reais (Anhembi)

30 000 km –
 352 reais (Codive)

40 000 km –
 592 reais (Itororó)

50 000 km –
 484 reais (Aba)

Peças extras às revisões

Par de pastilhas de freio dianteiras, 247 reais;

Lâmpada de farol de neblina, 190 reais;

Lâmpada da placa, 5 reais

Alinham., balanc. e rodízio – 580 reais

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VEREDICTO

Nem os confiáveis Civic e Corolla, que passaram pelo Longa Duração em 2001, arrancaram tantos elogios pelo bom estado geral após o desmonte. Motor e suspensão, ao lado dos itens mais sacrificados pela má qualidade do combustível e do asfalto, foram pontos altos. A rede foi bem, mas pode melhorar: patinou para resolver problemas simples, como o do defletor do freio e o rodízio de pneus, errado em todas as revisões.


Confesso que não estava esperando tanto desse carro. Me surpreendeu positivamente a resistência mecânica e robustez. mas, p/ variar, o pós-vendas GM é criticado.

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rlaranjo
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26 Dez 2012, 16:02

Esses desmontes estão cada vez mais complexos, mas é bom ver que os carros estão cada vez melhores.

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Kicksilver
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26 Dez 2012, 19:04

Então esse AT6 é dos bons mesmo....



...quando não trava no início :flametroll: :trollbanguela:

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dcoelho
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26 Dez 2012, 19:47

O carro é bom, pena que bebe igual a um Monza véio.

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Vittel
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26 Dez 2012, 20:19

Ecotec-tec :trollnazi:
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Doutor Givago
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26 Dez 2012, 20:53

Acho que tão logo as pessoas passem perceber essa robustez do Cruze ele deva competir cabeça a cabeça com Civic e Corolla pela liderança de vendas
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Trunks
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26 Dez 2012, 20:57

Se não me engano, já passou os 2!!

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Vittel
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26 Dez 2012, 21:02

Trunks escreveu:Se não me engano, já passou os 2!!
Até mês passado acho não.

Enviado de meu GT-I9000B usando o Tapatalk 2
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Trunks
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26 Dez 2012, 21:12

É verdade, viajei:

14º TOYOTA COROLLA 3.180
17º HONDA CIVIC 2.336
24º CHEVROLET CRUZE SEDAN 1.508
32º CHEVROLET CRUZE HB 909



* 1ª Quinzena de dezembro

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fernando_tw
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26 Dez 2012, 23:30

Chegar aos 60k rodados com quase todos os componentes em perfeito estado (ou pelo menos os componentes internos citados do motor e cambio) deveria ser regra e não raridade. Avisando de antemão que estou considerando um carro com revisões em dia como esses dos testes.
Editado pela última vez por fernando_tw em 27 Dez 2012, 00:16, em um total de 1 vez.

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alipiolm88
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26 Dez 2012, 23:50

o tw falou tudo... esse cruze já é fabricado no Brasil??
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luiz jorge
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27 Dez 2012, 00:14

O Cruze vendido no Brasil sempre foi fabricado aqui, em São Caetano do Sul.

O porém, é que ele tem um alto índice de componentes importados.
Opinião de hater vale tanto quanto o cocô do cavalo do zorro

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alipiolm88
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27 Dez 2012, 00:36

eu achava que os primeiros eram coreanos...
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Pablo
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27 Dez 2012, 08:38

luiz jorge escreveu:O Cruze vendido no Brasil sempre foi fabricado aqui, em São Caetano do Sul.

O porém, é que ele tem um alto índice de componentes importados.

Ta explicado o porque das peças em perfeito estado.

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27 Dez 2012, 15:47

Todo desmonte que sai eles dizem que foi o melhor já feito. :flametroll:

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Vittel
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27 Dez 2012, 19:11

Weddly escreveu:Todo desmonte que sai eles dizem que foi o melhor já feito. :flametroll:
:truestory: :flametroll: :flametroll:

Do J3 então. :brace:
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Daniel
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27 Dez 2012, 23:03

Weddly escreveu:Todo desmonte que sai eles dizem que foi o melhor já feito. :flametroll:
No desmonte do Versa não foi assim não, comprei a revista e o motor do carro já estava pipocando, a embreagem está só o pó da gaita. e sobre a rede de CSS Nissan eles só falaram tudo o que eu já da época da Frontier.

E acho que o Cruze Sedan andou perdendo umas vendas para o Sport6, porque ultimamente tenho visto bem mais Cruze Hatch do que Sedan.
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28 Dez 2012, 09:49

Achei interessante o desmonte. Só não concordo de a 4 patas informar que as velas estavam como novas, fato atribuído a boa vedação do motor. Só esqueceram de mencionar que essas velas são de Iridium, previstas para serem trocadas a cada 100 mil km em qualquer carro.

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rlaranjo
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28 Dez 2012, 09:58

Agora vem a pergunta que não me sai da cabeça: O que a 4 patas vai fazer (ou já fez) com o Cruze desmontado?

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Kicksilver
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28 Dez 2012, 10:12

Remontam e vendem.

:trollbanguela:

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Doutor Givago
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28 Dez 2012, 10:39

Eles devem desmontar e dar de entrada no próximo carro a ser desmontado

:trollbanguela:
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28 Dez 2012, 11:45

Kicksilver escreveu:Remontam e vendem.

:trollbanguela:
É sério isso?

Vale a pena?

Quem compra sabe que o carro foi INTEIRAMENTE DESMONTADO?

Vou mandar meu Opalão pra eles montar então. Montar um carro dessa complexidade é um trabalho hercúleo! Tem coisas que são feitas para quebrar na desmontagem, principalmente no painel. Comofas?

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Kicksilver
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28 Dez 2012, 12:24

Sim, o comprador é devidamente notificado sim.

:aham:

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Vittel
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28 Dez 2012, 12:30

Carra da diretoria do Grupo Abril.
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Buzz
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28 Dez 2012, 13:03

Daniel Reder escreveu:
Weddly escreveu:Todo desmonte que sai eles dizem que foi o melhor já feito. :flametroll:
No desmonte do Versa não foi assim não, comprei a revista e o motor do carro já estava pipocando, a embreagem está só o pó da gaita. e sobre a rede de CSS Nissan eles só falaram tudo o que eu já da época da Frontier.

E acho que o Cruze Sedan andou perdendo umas vendas para o Sport6, porque ultimamente tenho visto bem mais Cruze Hatch do que Sedan.
Faltou jabá. :flametroll:

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