Esta opção de fusão já esteve em cima da mesa no passado, mas trata-se de um cenário que foi e continua a ser rejeitado pelos norte-americanos, por causa dos prejuízos financeiros do grupo francês. Uma fonte próxima do Governo diz que a PSA deve comprar diretamente a Opel, tirando assim a GM de um cenário de uma fusão de alto risco. A PSA, por sua vez, não comenta as declarações do ministro e diz que, de momento, pretende focar-se na parceria com o grupo sediado em Detroit. Um porta-voz da Opel, contactado pela France Press, diz que esta informação é «pura especulação e nada mais».
Certo é que, mesmo antes da apresentação dos resultados de 2012, que deverá acontecer amanhã, as movimentações em torno da PSA estão a dar azo a inúmeras especulações. Aliás, Moscovici deixou a pressão do lado dos gestores a PSA, colocando mesmo em causa o futuro do grupo. Segundo ele, face aos resultados recentes, é necessário ser mais incisivo nas medidas a tomar para garantir a sua sobrevivência. Recorde-se que o segundo maior grupo produtor de automóveis da Europa já anunciou o encerramento da fábrica de Aulnay e a supressão de oito mil postos de trabalho até 2014. E, segundo o ministro, as medidas anticrise poderão não ficar por aqui.
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