
Veloster - A nova enganação da Hyundai
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E isso aí galera, deixem a tia velha em paz. 

- geniallis
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Alguem falou sobre velho aí? :megsta2:
Hyundai Azera 3.3 / 24v / 245cv / 2009
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Sai pra lá amigo...


- geniallis
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É ou não é?
Questionada a respeito do “surgimento” de 10 cavalos debaixo do capô do Veloster à venda no mercado brasileiro, a assessoria de imprensa da Hyundai ressaltou apenas que os motores foram homologados com 140 cv. Na tentativa de dar fim aos questionamentos, o porta-voz da Hyundai afirmou que, com as condições brasileiras, incluindo o combustível, o motor fornece a potência mencionada.
Como não tivemos a oportunidade de testar o Veloster (a Hyundai não promoveu evento de lançamento para a imprensa e afirma que não há veículos disponíveis para empréstimo e teste de jornalistas), recorremos a um especialista no assunto para tentar encontrar uma explicação para o “fenômeno da multiplicação dos cavalos”. Segundo o engenheiro e chefe da divisão de motores e veículos do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), Renato Romio, não existe a possibilidade de um motor entregar essa quantidade a mais de cavalos somente pelo fato de o combustível, no caso a gasolina, ter percentual diferente de etanol em sua mistura, como acontece no Brasil. “Nossa gasolina é composta de cerca de 22% de etanol, combustível com menor poder calorífico. Devido a essa proporção da mistura, no Brasil, os carros tendem a consumir mais e apresentar uma elevação na potência. Mas aumento na quantidade de cavalos com a gasolina brasileira chega no máximo a 1%”, ressalta o engenheiro.
Ainda de acordo com o especialista, não é possível que um propulsor entregue cerca de 10 cavalos a mais do que sua capacidade máxima sem que haja uma preparação, ou seja, modificação da taxa de compressão, entre outros itens. Porém, a Hyundai, não confirmou nenhuma alteração no bloco 1.6 que equipa o hatch esportivo.
Voz do dono
A queixa a respeito do que há sob o capô está deixando proprietários de Veloster intrigados. É o que está acontecendo com Roberto Brilhance Ribeiro, 51 anos, comerciante, que há cerca de um mês comprou um exemplar do novo hatch da Hyundai. Motivado principalmente pelo visual diferente do veículo, o comerciante e fã de esportivos adquiriu um Veloster topo de linha na cor prata. “Embora ele desenvolva bem, não perece que a potência chega aos 140 cavalos”, comenta. Além de se queixar do motor do carro, Roberto também reclama que o consumo do Veloster não atende suas expectativas. “O carro faz cerca de 8 a 9 quilômetros com um litro. Essa média está muito longe do que eu ouvi falar que o carro fazia”, disse.
E as lamentações não param por aí. “Na hora de me vender o Veloster, falaram que ele viria com GPS, mas não veio. E quando eu travo o carro ele não fecha o teto, vidros nem rebate o retrovisor, como também foi prometido”, reclama Roberto ao explicar que, para que o carro tenha fechamento automático destes três itens, o concessionário vende um módulo à parte no valor de R$ 800.
O comerciante diz ainda que tentou buscar informações a respeito do motor, consumo e itens de série do na concessionária Hyundai, em São Paulo, onde comprou o carro, mas até o momento não obteve resposta. “Eles não dão informações na concessionária. Eu faço os questionamentos e eles falam que vão consultar, mas continuam me enrolando”, lamenta Roberto.

Questionada a respeito do “surgimento” de 10 cavalos debaixo do capô do Veloster à venda no mercado brasileiro, a assessoria de imprensa da Hyundai ressaltou apenas que os motores foram homologados com 140 cv. Na tentativa de dar fim aos questionamentos, o porta-voz da Hyundai afirmou que, com as condições brasileiras, incluindo o combustível, o motor fornece a potência mencionada.
Como não tivemos a oportunidade de testar o Veloster (a Hyundai não promoveu evento de lançamento para a imprensa e afirma que não há veículos disponíveis para empréstimo e teste de jornalistas), recorremos a um especialista no assunto para tentar encontrar uma explicação para o “fenômeno da multiplicação dos cavalos”. Segundo o engenheiro e chefe da divisão de motores e veículos do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), Renato Romio, não existe a possibilidade de um motor entregar essa quantidade a mais de cavalos somente pelo fato de o combustível, no caso a gasolina, ter percentual diferente de etanol em sua mistura, como acontece no Brasil. “Nossa gasolina é composta de cerca de 22% de etanol, combustível com menor poder calorífico. Devido a essa proporção da mistura, no Brasil, os carros tendem a consumir mais e apresentar uma elevação na potência. Mas aumento na quantidade de cavalos com a gasolina brasileira chega no máximo a 1%”, ressalta o engenheiro.
Ainda de acordo com o especialista, não é possível que um propulsor entregue cerca de 10 cavalos a mais do que sua capacidade máxima sem que haja uma preparação, ou seja, modificação da taxa de compressão, entre outros itens. Porém, a Hyundai, não confirmou nenhuma alteração no bloco 1.6 que equipa o hatch esportivo.
Voz do dono
A queixa a respeito do que há sob o capô está deixando proprietários de Veloster intrigados. É o que está acontecendo com Roberto Brilhance Ribeiro, 51 anos, comerciante, que há cerca de um mês comprou um exemplar do novo hatch da Hyundai. Motivado principalmente pelo visual diferente do veículo, o comerciante e fã de esportivos adquiriu um Veloster topo de linha na cor prata. “Embora ele desenvolva bem, não perece que a potência chega aos 140 cavalos”, comenta. Além de se queixar do motor do carro, Roberto também reclama que o consumo do Veloster não atende suas expectativas. “O carro faz cerca de 8 a 9 quilômetros com um litro. Essa média está muito longe do que eu ouvi falar que o carro fazia”, disse.
E as lamentações não param por aí. “Na hora de me vender o Veloster, falaram que ele viria com GPS, mas não veio. E quando eu travo o carro ele não fecha o teto, vidros nem rebate o retrovisor, como também foi prometido”, reclama Roberto ao explicar que, para que o carro tenha fechamento automático destes três itens, o concessionário vende um módulo à parte no valor de R$ 800.
O comerciante diz ainda que tentou buscar informações a respeito do motor, consumo e itens de série do na concessionária Hyundai, em São Paulo, onde comprou o carro, mas até o momento não obteve resposta. “Eles não dão informações na concessionária. Eu faço os questionamentos e eles falam que vão consultar, mas continuam me enrolando”, lamenta Roberto.

Hyundai Azera 3.3 / 24v / 245cv / 2009
Honda Fit 1.4 / 8v / 100cv / 2012
- LPRF
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Isso que não tem ESP também (esse item 99% das pessoas nem percebe a ausência), só os itens de status que percebem.
Quem comprou mancoster :vvkgnd:
Quem comprou mancoster :vvkgnd:
Ex: 1996 Corsa B 1.0 MPFI 60cv MT5 Cinza
Ex: 2007 Fox 1.6 8V 101cv MT5 Prata Reflex
Ex: 2012 Bravo mk2 Essence 1.8 16V 130cv MT5 Preto Vesúvio
Atual: 2010 Focus mk2 GLX 1.6 16V 110cv MT5 Preto Gales
Futuro: Golf mk7 Highline 1.4 TSI 140cv DSG7 Azul Pacífico
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Futuro: Golf mk7 Highline 1.4 TSI 140cv DSG7 Azul Pacífico
- Diego
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:fuckthat:
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- geniallis
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Olha cara de babaca do tio blogueiro.


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- fernando_tw
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Ou seja: Comprar Hyundai no Brasil, só presencialmente e ainda acompanhando de um entendedor de carr... Não, pera ai, um entendedor de carros, por esses preços lhe recomendaria outras marcas e modelos.


- Doutor Givago
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Pois é, talvez agora ele aprenda a não mais comprar carro sem antes fazer test drive, sem sequer ver o veículo, sem LER o que está assinando na css. Caso conste no papel, a css tem a obrigação de entregar. Caso não esteja, fica dificil ele provar o que foi "prometido"...geniallis escreveu:É ou não é?
Questionada a respeito do “surgimento” de 10 cavalos debaixo do capô do Veloster à venda no mercado brasileiro, a assessoria de imprensa da Hyundai ressaltou apenas que os motores foram homologados com 140 cv. Na tentativa de dar fim aos questionamentos, o porta-voz da Hyundai afirmou que, com as condições brasileiras, incluindo o combustível, o motor fornece a potência mencionada.
Como não tivemos a oportunidade de testar o Veloster (a Hyundai não promoveu evento de lançamento para a imprensa e afirma que não há veículos disponíveis para empréstimo e teste de jornalistas), recorremos a um especialista no assunto para tentar encontrar uma explicação para o “fenômeno da multiplicação dos cavalos”. Segundo o engenheiro e chefe da divisão de motores e veículos do Instituto Mauá de Tecnologia (IMT), Renato Romio, não existe a possibilidade de um motor entregar essa quantidade a mais de cavalos somente pelo fato de o combustível, no caso a gasolina, ter percentual diferente de etanol em sua mistura, como acontece no Brasil. “Nossa gasolina é composta de cerca de 22% de etanol, combustível com menor poder calorífico. Devido a essa proporção da mistura, no Brasil, os carros tendem a consumir mais e apresentar uma elevação na potência. Mas aumento na quantidade de cavalos com a gasolina brasileira chega no máximo a 1%”, ressalta o engenheiro.
Ainda de acordo com o especialista, não é possível que um propulsor entregue cerca de 10 cavalos a mais do que sua capacidade máxima sem que haja uma preparação, ou seja, modificação da taxa de compressão, entre outros itens. Porém, a Hyundai, não confirmou nenhuma alteração no bloco 1.6 que equipa o hatch esportivo.
Voz do dono
A queixa a respeito do que há sob o capô está deixando proprietários de Veloster intrigados. É o que está acontecendo com Roberto Brilhance Ribeiro, 51 anos, comerciante, que há cerca de um mês comprou um exemplar do novo hatch da Hyundai. Motivado principalmente pelo visual diferente do veículo, o comerciante e fã de esportivos adquiriu um Veloster topo de linha na cor prata. “Embora ele desenvolva bem, não perece que a potência chega aos 140 cavalos”, comenta. Além de se queixar do motor do carro, Roberto também reclama que o consumo do Veloster não atende suas expectativas. “O carro faz cerca de 8 a 9 quilômetros com um litro. Essa média está muito longe do que eu ouvi falar que o carro fazia”, disse.
E as lamentações não param por aí. “Na hora de me vender o Veloster, falaram que ele viria com GPS, mas não veio. E quando eu travo o carro ele não fecha o teto, vidros nem rebate o retrovisor, como também foi prometido”, reclama Roberto ao explicar que, para que o carro tenha fechamento automático destes três itens, o concessionário vende um módulo à parte no valor de R$ 800.
O comerciante diz ainda que tentou buscar informações a respeito do motor, consumo e itens de série do na concessionária Hyundai, em São Paulo, onde comprou o carro, mas até o momento não obteve resposta. “Eles não dão informações na concessionária. Eu faço os questionamentos e eles falam que vão consultar, mas continuam me enrolando”, lamenta Roberto.
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Vectra CD 2.2 2004

