Apesar de ter negado vinda do SUV compacto Tracker, a Chevrolet anunciou ontem (14) em um evento transmitido ao vivo pela internet que o modelo estará a venda no Brasil nos próximos meses. Veja mais fotos e detalhes a seguir.
A importação do jipinho era uma incógnita até o começo do ano, pois segundo os executivos da GM do Brasil, a única forma de torná-lo viável seria importando-o do México, o que exigiria um remanejamento nos planos da fabricante em relação às cota de importações imposta pelo governo, atualmente comprometida com o Captiva e o Sonic.
No evento de ontem a GM não explicou como conseguiu fechar a conta, mas além de confirmar o nome Tracker, a marca antecipou que ele terá o mesmo powertrain do Cruze: motor Ecotec 1.8 de 140 cv e 17,8 mkgf combinado com um câmbio automático de seis marchas ou manual de cinco marchas — o que pode deixá-lo em uma leve desvantagem em relação às versões de entrada dos rivais Ford EcoSport e Renault Duster, que oferecem opções de motorização 1.6 e 2.0.

Nada foi dito sobre preços e versões, mas no México ele é oferecido nas versões LS, com câmbio manual, airbag duplo, abs e sistema de áudio com CD player, entrada auxiliar, USB e Bluetooth; LT, que mantém a lista básica do LS e acrescenta o câmbio automático de seis marchas; e LTZ, com câmbio automático, controle de tração e sistema MyLink.
Quanto ao preço, considerando que os rivais têm preço de entrada em torno dos R$ 55 mil, o Tracker não deve ficar longe disso para ser competitivo. Nossa aposta? R$ 60.000 na versão de entrada. Deve vir mais caro que os rivais, mas terá o argumento da motorização superior.

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