O hodômetro cravou 8 000 km praticamente na porta da concessionária paulistana Europamotors. Deixamos nosso hatch com o pedido de verificação de ruídos: um na caixa do cinto de segurança do motorista, junto à coluna, e outro na dianteira. Vale lembrar que no mês anterior nosso carro ficou parado por 13 dias na autorizada Caltabiano para um reparo no airbag do motorista, ocasião em que nos foi dito que os tais ruídos haviam sido eliminados. E, como
percebemos mais tarde, não foram.
Ao recebermos o orçamento da Europamotors, o susto: 1 120 reais. Entramos em contato para saber o motivo de tanta diferença em relação ao valor sugerido pela fábrica, 707 reais. Para nossa surpresa, após consultar sua gerência, o consultor retornou com um desconto de quase 37%: “Vamos cobrar o valor sugerido pela fábrica”. Três dias depois, retiramos nosso A 200. “Trocamos as duas bandejas da suspensão dianteira. Com folgas nas buchas, eram elas as responsáveis pelos barulhos. Lubrificamos as canaletas do cinto do motorista e, conforme previsto no plano de manutenção, fizemos diversas verificações e trocamos óleo e filtro do motor. O carro está novo de novo”, disse o consultor. Não, não estava.
“De fato, as bandejas foram trocadas, mas o barulho continua. Provavelmente, a verdadeira responsável é a caixa de direção”, disse Alberto Trivelatto, da Suspentécnica, oficina paulistana especializada em suspensão, após analisar o carro no elevador e rodar um pouco para um teste sobre ruas de paralelepípedos.
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