Teste: Fluence GT Line

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Robô Troll
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19 Ago 2015, 09:30

Teste: Fluence GT Line
Do Auto Esporte


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Renault Fluence GT Line 2016 (Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem)


Lembra da série com visual esportivo do Fluence? Ela está de volta na linha reestilizada do sedã. Só não misture as coisas. Estamos falando do GT Line e não do GT, com motor 2.0 turbo de 180 cv e câmbio manual de seis marchas. Esta, segundo a Renault, ainda não tem planos de retornar.

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Sob o capô, o GT Line, que chega às lojas em meados de agosto a partir de R$ 79.490 (sua base de equipamentos é a configuração de entrada, Dynamique CVT), traz o 2.0 flex de até 143 cv encontrado no três volumes "normal". 


Na aparência, destaque para o spoiler integrado ao para-choque, moldura prateada nos faróis de neblina, saídas de ar, saias laterais e rodas de 17 polegadas com desenho exclusivo. Por dentro, há um filete vermelho no aplique black piano do painel e costuras de mesma cor no volante e nos bancos de couro. O nome da versão está estampado nos encostos de cabeça e na tampa do porta malas. Confira se o sedã da Renault vale a compra.


Impressões ao volante


Embora a esportividade não se aplique à mecânica, o GT Line satisfaz em espaço e conforto. Além do ótimo acabamento, ele é extremamente silencioso, exceto quando o motorista pisa fundo no acelerador. O câmbio CVT, capaz de simular seis marchas, favorece a agilidade, mas faz o propulsor berrar alto. As suspensões do Fluence não são das melhores – o sedã pula bastante quando passa pelas irregularidades no solo, mas nada que incomode muito.

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O sedã atende bem o motorista que busca espaço e conforto. É fácil fazer uma viagem longa com o modelo, já que os bancos parecem abraçar o condutor. O senão fica para a queda do teto, que continua a reduzir o espaço disponível para as cabeças dos passageiros traseiros. Quem tem mais de 1,80 metro se sentirá apertado. O porta-malas, por sua vez, é gigantesco e leva 530 litros.


Desempenho e consumo são razoáveis. Nos testes, o sedã levou 10,6 segundos para chegar a 100 km/h – 0,3 s a menos que o "primo" Nissan Sentra, como comparação. Com etanol, ele faz 7,8 km/l na cidade e 11 km/l na estrada.


Como toda a gama Fluence, a nova central multimídia R-Link com tela sensível ao toque de 7 polegadas não é nada interativa. No alto do painel, o sistema fica longe das mãos do condutor, que também pode acessar a tela através de um seletor -  que, da mesma forma, não é nada intuitivo. 


Custo-benefício


Por R$ 79.490, a lista de equipamentos do GT Line é farta, exceto por um item bem importante: controles de tração e estabilidade. De série, todos os modelos da linha Fluence trazem ar-condicionado digital dual zone, direção elétrica, trio elétrico (vidros um-toque para todos), volante ajustável em altura e profundidade, controle de cruzeiro e sistema de som CD/MP3 com comandos satélite.

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Renault Fluence GT Line 2016 (Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem)


A versão com visual esportivo ganha airbags laterais, bancos de couro, câmera de ré, central multimídia, chave presencial, comandos no volante, farol de neblina, GPS, teto solar, sensor de ré e rodas de liga leve. A garantia é de três anos, a cesta de peças custa salgados R$ 6.018 e as revisões R$ 1.374 .


Vale a compra?


Não. O rival Honda Civic 2.0 LXR sai mais barato (R$ 78.400) e traz itens de série importantes como controle de tração e estabilidade e assistente de partida em rampa. Apesar de não ter o teto-solar de série e de o câmbio não ser um CVT (ainda), o Honda é mais negócio do que a versão do Fluence avaliada nesta matéria. Outro rival que vale mais a pena do que o Fluence GT Line é o Nissan Sentra SV, que custa R$ 75.990. Com câmbio CVT, o modelo tem motor 2.0 16V de 140 cv de potência a 3.100 giros e 20 kgfm a 4.800 rpm.

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Renault Fluence GT Line 2016 (Foto: Rodolfo Buhrer / La Imagem)


Ficha Técnica


Motor: Dianteiro, transversal, quatro cilindros em linha, 16V, comando duplo, flex

Cilindrada: 1.997 cm³

Potência: 140/143 cv a 6.000 rpm

Torque: 19,9/20,3 kgfm a 3.750 rpm

Transmissão: Automático do tipo CVT, tração dianteira

Suspensão: Independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira

Freios: Discos ventilados na frente e discos sólidos atrás

Pneus: 205/55 R17

Dimensões: Comprimento 4,620 m; Largura 1,810 m; Altura 1,470 m e entre-eixos 2,700 m

Capacidades: Tanque 60 l; Porta-malas 530 l (aferidos por Autoesporte)

Peso: 1.372 kg


Números de teste


Aceleração 0-100 km/h: 10,6 segundos

Aceleração 0-400 m: 17,6 s

Aceleração 0-1.000 m: 32,1 s

Velocidade a 1.000 m: 163,2 km/h

Retomada 40-80 km/h (3ª marcha): 5,2 s

Retomada 60-100 km/h (4ª marcha): 6,3 s

Retomada 80-120 km/h (5ª marcha): 7,8 s

Frenagem 100-0 km/h: 39,4 metros

Frenagem 80-0 km/h: 24,9 m

Frenagem 60-0 km/h: 13,9 m

Consumo: 7,8 km/ (cidade) e 11 km/l (estrada)

Média: 9,4 km/l


Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Ana ... -line.html

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geniallis
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19 Ago 2015, 17:19

Esse carro ja ta fazendo hora extra. Todos os concorrentes ou ja mudaram ou estão mudando de geração.
VW Gol 1.0 / 8v / 55cv / 2001
Honda Fit 1.4 / 8v / 80cv / 2005
VW Polo 1.6 / 8v / 104cv/ 2007
Hyundai i30 2.0 / 16v / 145cv / 2009
Hyundai Azera 3.3 / 24v / 245cv / 2009
Honda Fit 1.4 / 8v / 100cv / 2012

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Kicksilver
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19 Ago 2015, 18:24

Ficou lindão, com essa dianteira. :pokergusta:

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Bernardo Gaetani
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19 Ago 2015, 18:48

Gosto do visual dele... mas essa versão é tão non sense como os antigos Chevrolet Vectra GT-X e o Toyota Corolla XRS. Poderiam aproveitar o embalo da vinda do RenaultSport Sandero e lançarem um RenaultSport Fluence, com nível de equipamento do Fluence antigo, porém com uma pimenta a mais, tipo rodas 18'', frente similar a do Megane RS e também mais alguns cavalinhos no motor, se o 2.0 turbo chegasse a 200cv ficaria top... Tudo isso é claro respeitando a barreira dos 100mil e lembrando que terá Jetta TSi como um estranho concorrente (que nem esportivado é)...

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Acport
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19 Ago 2015, 19:12

Fluence comprável é o dynamique cvt básico por 69 mil ou o Privilege por 80 mil. Esse aí não precisava nem vir.

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