Toyota lança Etios com câmbio automático a partir de R$ 47.490 – veja preços
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March ficou mais ou menos depois do facelift, talvez vire alguém decente na próxima geração.
- RockMaan
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É feinho mas no azul com rodas de liga fica simpático.Lucas Silva escreveu:Eu tenho pena mesmo é do Nissan March, que além de feio, é tão esquecido que ninguém lembra de zoar!
Dá pra levar o 1.6 16v SV(intermediário) que é bem equipado por 46k. Eu consideraria a compra.
-- Adicionado em 25 Abr 2016 20:51 --
Po, pelos testes o consumo e o rodar desse Etios parecem ótimos.
No 1.3 MT6, 2.900 rpm a 120 km/h

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Não podeAlvoErrado2 escreveu:Afinal todo mundo fazia piadas com o feioso Agile, então o Etios não terá tratamento diferenciado.

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Segundo PA, 6 marchas em carro fraco é desperdício.RockMaan escreveu:É feinho mas no azul com rodas de liga fica simpático.Lucas Silva escreveu:Eu tenho pena mesmo é do Nissan March, que além de feio, é tão esquecido que ninguém lembra de zoar!
Dá pra levar o 1.6 16v SV(intermediário) que é bem equipado por 46k. Eu consideraria a compra.
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Po, pelos testes o consumo e o rodar desse Etios parecem ótimos.
No 1.3 MT6, 2.900 rpm a 120 km/h![]()

- Robô Troll
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Teste CARPLACE: evoluído e automático, Toyota Etios 2017 ainda parece antigo
Do CarPlace | Publicado em Mon, 25 Apr 2016 21:33:31 +0000

O Etios chegou ao Brasil em 2012 como o patinho feio do segmento, criticado pelo acabamento pobre e também pelo design datado, tanto da carroceria quanto do interior. Mas o tempo foi passando e as principais falhas foram sendo corrigidas (embora o visual permanecesse inalterado) pela Toyota. Além disso, sua clientela passou a reconhecer os pontos fortes do modelo, como boa dirigibilidade, baixo consumo e ótimo espaço interno.

Agora, com o lançamento da atualizada linha 2017, o Etios ganha motores nacionais (versões evoluídas dos conhecidos 1.3 e 1.5 litro), painel digital e câmbio automático, além da transmissão manual agora ter seis marchas. No evento de lançamento dirigimos todas as versões (veja quadro ao final da reportagem), mas passamos mais tempo e levamos para a pista a nova 1.5 XLS AT, grande novidade da gama.

Para início de conversa, esperava-se que a mudança de meia-vida do Etios trouxesse novidades importantes no visual externo. Afinal, os rivais lançados na mesma época, como Hyundai HB20 e Chevrolet Onix, já mudaram ou estão para mudar – e cá para nós o Toyota era o que mais precisava de alterações neste aspecto. O que a marca japonesa fez? Nada. Aplicou novas rodas e uma antena mais curta no teto…

O interior, que vinha ganhando correções ano após ano desde o lançamento, traz enfim solução definitiva para a visualização do painel central. Há um novo quadro de instrumentos digital com tela TFT de 4,2″ (que a Toyota chama de Smart Screen), incluindo layout configurável e computador de bordo. Bastante agradável e de fácil leitura, a nova tela substitui com louvor o quadro anterior, com destaque para o velocímetro e o conta-giros de bom tamanho. Só peca pelos botões do computador de bordo ficarem no painel, e não nas hastes ou no volante.

Ainda sobre a cabine, o modelo recebeu bancos e portas com novo padrão de revestimento (couro na versão XLS testada). Ficou melhor, mas ainda está um passo atrás dos rivais, sem perder o aspecto simplório que sempre caracterizou o Etios. Novidade bem-vinda é o cinto de segurança de três pontos e o encosto de cabeça para o ocupante central do banco traseiro, como item de série para todos os modelos.

Apesar das novidades, o Etios conserva hábitos estranhos. Falta travamento automático ao rodar, função “um-toque” para todas as janelas (tem somente para descida no vidro do motorista) e um navegador por GPS na central multimídia, que também não oferece espelhamento para smartphones. Fora isso, a ergonomia é falha, com botão da trava central escondido no canto esquerdo do painel (ao lado do ajuste dos retrovisores) e o volante que ajusta somente em altura – sem falar que ele continua a despencar quando liberamos a trava de regulagem.
Onde não precisava tanto, na parte mecânica, a Toyota foi mais a fundo. Trocou os motores 1.3 e 1.5 importados pelas unidades nacionais – fabricadas em Porto Feliz (SP) – que receberam duplo comando variável. Mais eficientes, os novos propulsores elevaram os números de potência e torque: no caso do 1.3 16V agora são 88/98 cv e 12,3/12,8 kgfm de torque com gasolina/etanol, respectivamente; o 1.5 16V vai a 102/107 cv e 14,0/14,4 kgfm, na mesma ordem.

Andando na cidade, o novo motor 1.5 agradou: mostrou fôlego em baixa rotação e consumo razoável considerando o câmbio automático. A média urbana ficou em 7,0 km/l com etanol, enquanto na estrada subiu para 10,9 km/l usando o mesmo combustível. O problema está na antiga caixa automática de apenas quatro marchas, herdada do Corolla da geração anterior. Você percebe que o motor tem força, mas existe um claro “buraco” entre as relações que faz a rotação cair muito entre as trocas, arrefecendo o pique do hatch – a versão manual de seis marchas se revelou bem mais esperta. Na estrada as reduções para 3ª são uma constante em aclives, fazendo o motor berrar acima do aceitável na cabine.

Ao menos a transmissão da Toyota é suave nas mudanças e oferece a possibilidade de escolher a marcha manualmente, caso o condutor deseje, pelo próprio trilho da alavanca. É sem dúvida uma opção melhor que os automatizados de embreagem simples (como VW Fox e Fiat Palio), mas fica devendo num segmento que já tem rivais com caixas automáticas de seis marchas (HB20 e Onix) e em breve terá um CVT (Nissan March). O resultado é que o Etios 1.5 anda mais na balada do Onix 1.4 que do HB20 1.6 – confira nossas medições na tabela de testes. Questionada sobre o uso da transmissão antiquada, a Toyota disse que o câmbio de quatro marchas foi suficiente para cumprir as metas de eficiência e consumo.

Desempenho à parte, o Etios está sensivelmente mais durinho na linha 2017. Não que precisasse, mas a Toyota adotou nova calibração de molas e amortecedores, agora com batentes hidráulicos. Apesar de um pouco firme, o rodar ficou mais preciso em pisos ondulados. Rodamos por diversas ruas com asfalto deformado, passando sobre as famosas “costeletas”, e o conjunto filtrou tudo de forma exemplar.

O bom acerto também colabora com a dinâmica elogiável para um carro desta categoria, certamente um dos pontos mais surpreendentes do Etios, deixando Onix e HB20 para trás em termos de estabilidade e também nas frenagens. Além disso, a direção elétrica foi recalibrada. Continua bem leve e um pouco “sonsa”, só que agora com respostas mais rápidas, em oposição à anterior bastante lenta. Por fim, o isolamento acústico foi aprimorado, inclusive com a adoção de vidros mais espessos, para valorizar o conforto.

A conclusão é que o Etios continua um carro de contrastes: antigo no estilo e no câmbio automático, moderno nos motores e na dinâmica; simplório no acabamento, refinado no painel com tela TFT; confortável no espaço, falho na ergonomia. Em resumo, apesar das inegáveis evoluções, o compacto da Toyota ainda é uma escolha muito mais racional que emocional.
Texto e fotos: Julio Cesar
Preços:
Toyota Etios hatch 2017
X 1.3 manual – R$ 43.990
X 1.3 automático – R$ 47.490
XS 1.5 manual – R$ 48.995
XS 1.5 automático – R$ 52.495
XLS 1.5 manual – R$ 53.895
XLS 1.5 automático – R$ 57.395
Cross 1.5 manual – R$ 57.395
Cross 1.5 automático – R$ 60.895
Toyota Etios Sedan 2017
X 1.5 manual – R$ 48.495
X 1.5 automático – R$ 51.995
XS 1.5 manual – R$ 51.695
XS 1.5 automático – R$ 55.195
XLS 1.5 manual – R$ 56.795
XLS 1.5 automático – R$ 60.295
Como anda o novo 1.3?
Durante o evento de lançamento, fizemos o test-drive das versões com motor 1.3 na região de Mogi da Cruzes. O primeiro modelo a ser testado, em um trecho mais longo, foi o 1.3 X automático. Com quatro pessoas a bordo e ar-condicionado ligado o tempo todo, o carro AT mais barato do país, de acordo com a Toyota, agradou. Assim como na versão 1.5, o câmbio automático de quatro marchas tem suas limitações, mas cumpre seu papel. Apesar dos “buracos” entre as marchas, a caixa faz trocas suaves e o consumo é adequado para a proposta: média de 10,2 km/l no trecho 80% rodoviário e 20% urbano.
Logo em seguida, andamos na versão 1.3 com câmbio manual em um trajeto diferente, apenas em estradas de pista dupla. Surpresas positivas: o desempenho e a elasticidade do motor 1.3, aliado ao novo câmbio manual de seis marchas, com ótimo escalonamento e uma sexta longa de verdade, com rotação em torno de 2.900 rpm a 120 km/h.

Além disso, as boas qualidades de sempre, como os engates curtos e precisos continuam lá, bem como a dinâmica elogiável também vista no 1.5. Vale citar que, tanto com câmbio manual quanto automático, o motor 1.3 surpreendeu positivamente, até mais que o 1.5, considerando sua menor capacidade cúbica.
Ficha técnica – Toyota Etios 1.5 XLS automático
Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.496 cm3, 16 válvulas, comando duplo variável, flex; Potência: 102/107 cv a 5.600 rpm; Torque: 14,3/14,7 kgfm a 4.000 rpm; Transmissão: automática de quatro marchas, tração dianteira; Direção: elétrica; Suspensão: independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira; Freios: discos na dianteira e tambores na traseira, com ABS; Rodas: liga-leve aro 15, com pneus 185/60 R15; Peso: 965 kg; Capacidades: porta-malas 270 litros, tanque 45 litros; Dimensões: comprimento 3.777 mm, largura 1.695 mm, altura 1.510 mm, entre-eixos 2.460 mm.
Medições CARPLACE
Aceleração
0 a 60 km/h: 5,6 s
0 a 80 km/h: 8,8 s
0 a 100 km/h: 12,4 s
Retomada
40 a 100 km/h em D: 11,7 s
80 a 120 km/h em D: 9,9 s
Frenagem
100 km/h a 0: 40,0 m
80 km/h a 0: 24,7 m
60 km/h a 0: 14,2 m
Consumo
Ciclo cidade: 7,0 km/l
Ciclo estrada: 10,9 km/l
Fotos: Toyota Etios 2017

Ver a notícia Teste CARPLACE: evoluído e automático, Toyota Etios 2017 ainda parece antigo diretamente no site CARPLACE.
Fonte: http://carplace.uol.com.br/teste-carpla ... ce-antigo/
Do CarPlace | Publicado em Mon, 25 Apr 2016 21:33:31 +0000

O Etios chegou ao Brasil em 2012 como o patinho feio do segmento, criticado pelo acabamento pobre e também pelo design datado, tanto da carroceria quanto do interior. Mas o tempo foi passando e as principais falhas foram sendo corrigidas (embora o visual permanecesse inalterado) pela Toyota. Além disso, sua clientela passou a reconhecer os pontos fortes do modelo, como boa dirigibilidade, baixo consumo e ótimo espaço interno.

Agora, com o lançamento da atualizada linha 2017, o Etios ganha motores nacionais (versões evoluídas dos conhecidos 1.3 e 1.5 litro), painel digital e câmbio automático, além da transmissão manual agora ter seis marchas. No evento de lançamento dirigimos todas as versões (veja quadro ao final da reportagem), mas passamos mais tempo e levamos para a pista a nova 1.5 XLS AT, grande novidade da gama.

Para início de conversa, esperava-se que a mudança de meia-vida do Etios trouxesse novidades importantes no visual externo. Afinal, os rivais lançados na mesma época, como Hyundai HB20 e Chevrolet Onix, já mudaram ou estão para mudar – e cá para nós o Toyota era o que mais precisava de alterações neste aspecto. O que a marca japonesa fez? Nada. Aplicou novas rodas e uma antena mais curta no teto…

O interior, que vinha ganhando correções ano após ano desde o lançamento, traz enfim solução definitiva para a visualização do painel central. Há um novo quadro de instrumentos digital com tela TFT de 4,2″ (que a Toyota chama de Smart Screen), incluindo layout configurável e computador de bordo. Bastante agradável e de fácil leitura, a nova tela substitui com louvor o quadro anterior, com destaque para o velocímetro e o conta-giros de bom tamanho. Só peca pelos botões do computador de bordo ficarem no painel, e não nas hastes ou no volante.

Ainda sobre a cabine, o modelo recebeu bancos e portas com novo padrão de revestimento (couro na versão XLS testada). Ficou melhor, mas ainda está um passo atrás dos rivais, sem perder o aspecto simplório que sempre caracterizou o Etios. Novidade bem-vinda é o cinto de segurança de três pontos e o encosto de cabeça para o ocupante central do banco traseiro, como item de série para todos os modelos.

Apesar das novidades, o Etios conserva hábitos estranhos. Falta travamento automático ao rodar, função “um-toque” para todas as janelas (tem somente para descida no vidro do motorista) e um navegador por GPS na central multimídia, que também não oferece espelhamento para smartphones. Fora isso, a ergonomia é falha, com botão da trava central escondido no canto esquerdo do painel (ao lado do ajuste dos retrovisores) e o volante que ajusta somente em altura – sem falar que ele continua a despencar quando liberamos a trava de regulagem.
Onde não precisava tanto, na parte mecânica, a Toyota foi mais a fundo. Trocou os motores 1.3 e 1.5 importados pelas unidades nacionais – fabricadas em Porto Feliz (SP) – que receberam duplo comando variável. Mais eficientes, os novos propulsores elevaram os números de potência e torque: no caso do 1.3 16V agora são 88/98 cv e 12,3/12,8 kgfm de torque com gasolina/etanol, respectivamente; o 1.5 16V vai a 102/107 cv e 14,0/14,4 kgfm, na mesma ordem.

Andando na cidade, o novo motor 1.5 agradou: mostrou fôlego em baixa rotação e consumo razoável considerando o câmbio automático. A média urbana ficou em 7,0 km/l com etanol, enquanto na estrada subiu para 10,9 km/l usando o mesmo combustível. O problema está na antiga caixa automática de apenas quatro marchas, herdada do Corolla da geração anterior. Você percebe que o motor tem força, mas existe um claro “buraco” entre as relações que faz a rotação cair muito entre as trocas, arrefecendo o pique do hatch – a versão manual de seis marchas se revelou bem mais esperta. Na estrada as reduções para 3ª são uma constante em aclives, fazendo o motor berrar acima do aceitável na cabine.

Ao menos a transmissão da Toyota é suave nas mudanças e oferece a possibilidade de escolher a marcha manualmente, caso o condutor deseje, pelo próprio trilho da alavanca. É sem dúvida uma opção melhor que os automatizados de embreagem simples (como VW Fox e Fiat Palio), mas fica devendo num segmento que já tem rivais com caixas automáticas de seis marchas (HB20 e Onix) e em breve terá um CVT (Nissan March). O resultado é que o Etios 1.5 anda mais na balada do Onix 1.4 que do HB20 1.6 – confira nossas medições na tabela de testes. Questionada sobre o uso da transmissão antiquada, a Toyota disse que o câmbio de quatro marchas foi suficiente para cumprir as metas de eficiência e consumo.

Desempenho à parte, o Etios está sensivelmente mais durinho na linha 2017. Não que precisasse, mas a Toyota adotou nova calibração de molas e amortecedores, agora com batentes hidráulicos. Apesar de um pouco firme, o rodar ficou mais preciso em pisos ondulados. Rodamos por diversas ruas com asfalto deformado, passando sobre as famosas “costeletas”, e o conjunto filtrou tudo de forma exemplar.

O bom acerto também colabora com a dinâmica elogiável para um carro desta categoria, certamente um dos pontos mais surpreendentes do Etios, deixando Onix e HB20 para trás em termos de estabilidade e também nas frenagens. Além disso, a direção elétrica foi recalibrada. Continua bem leve e um pouco “sonsa”, só que agora com respostas mais rápidas, em oposição à anterior bastante lenta. Por fim, o isolamento acústico foi aprimorado, inclusive com a adoção de vidros mais espessos, para valorizar o conforto.

A conclusão é que o Etios continua um carro de contrastes: antigo no estilo e no câmbio automático, moderno nos motores e na dinâmica; simplório no acabamento, refinado no painel com tela TFT; confortável no espaço, falho na ergonomia. Em resumo, apesar das inegáveis evoluções, o compacto da Toyota ainda é uma escolha muito mais racional que emocional.
Texto e fotos: Julio Cesar
Preços:
Toyota Etios hatch 2017
X 1.3 manual – R$ 43.990
X 1.3 automático – R$ 47.490
XS 1.5 manual – R$ 48.995
XS 1.5 automático – R$ 52.495
XLS 1.5 manual – R$ 53.895
XLS 1.5 automático – R$ 57.395
Cross 1.5 manual – R$ 57.395
Cross 1.5 automático – R$ 60.895
Toyota Etios Sedan 2017
X 1.5 manual – R$ 48.495
X 1.5 automático – R$ 51.995
XS 1.5 manual – R$ 51.695
XS 1.5 automático – R$ 55.195
XLS 1.5 manual – R$ 56.795
XLS 1.5 automático – R$ 60.295
Como anda o novo 1.3?
Durante o evento de lançamento, fizemos o test-drive das versões com motor 1.3 na região de Mogi da Cruzes. O primeiro modelo a ser testado, em um trecho mais longo, foi o 1.3 X automático. Com quatro pessoas a bordo e ar-condicionado ligado o tempo todo, o carro AT mais barato do país, de acordo com a Toyota, agradou. Assim como na versão 1.5, o câmbio automático de quatro marchas tem suas limitações, mas cumpre seu papel. Apesar dos “buracos” entre as marchas, a caixa faz trocas suaves e o consumo é adequado para a proposta: média de 10,2 km/l no trecho 80% rodoviário e 20% urbano.
Logo em seguida, andamos na versão 1.3 com câmbio manual em um trajeto diferente, apenas em estradas de pista dupla. Surpresas positivas: o desempenho e a elasticidade do motor 1.3, aliado ao novo câmbio manual de seis marchas, com ótimo escalonamento e uma sexta longa de verdade, com rotação em torno de 2.900 rpm a 120 km/h.

Além disso, as boas qualidades de sempre, como os engates curtos e precisos continuam lá, bem como a dinâmica elogiável também vista no 1.5. Vale citar que, tanto com câmbio manual quanto automático, o motor 1.3 surpreendeu positivamente, até mais que o 1.5, considerando sua menor capacidade cúbica.
Ficha técnica – Toyota Etios 1.5 XLS automático
Motor: dianteiro, transversal, quatro cilindros, 1.496 cm3, 16 válvulas, comando duplo variável, flex; Potência: 102/107 cv a 5.600 rpm; Torque: 14,3/14,7 kgfm a 4.000 rpm; Transmissão: automática de quatro marchas, tração dianteira; Direção: elétrica; Suspensão: independente McPherson na dianteira e eixo de torção na traseira; Freios: discos na dianteira e tambores na traseira, com ABS; Rodas: liga-leve aro 15, com pneus 185/60 R15; Peso: 965 kg; Capacidades: porta-malas 270 litros, tanque 45 litros; Dimensões: comprimento 3.777 mm, largura 1.695 mm, altura 1.510 mm, entre-eixos 2.460 mm.
Medições CARPLACE
Aceleração
0 a 60 km/h: 5,6 s
0 a 80 km/h: 8,8 s
0 a 100 km/h: 12,4 s
Retomada
40 a 100 km/h em D: 11,7 s
80 a 120 km/h em D: 9,9 s
Frenagem
100 km/h a 0: 40,0 m
80 km/h a 0: 24,7 m
60 km/h a 0: 14,2 m
Consumo
Ciclo cidade: 7,0 km/l
Ciclo estrada: 10,9 km/l
Fotos: Toyota Etios 2017

Ver a notícia Teste CARPLACE: evoluído e automático, Toyota Etios 2017 ainda parece antigo diretamente no site CARPLACE.
Fonte: http://carplace.uol.com.br/teste-carpla ... ce-antigo/
- Kicksilver
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AT4 
Pelo menos o MT6 fez bem, 2.900rpm a 120kmh é

Pelo menos o MT6 fez bem, 2.900rpm a 120kmh é

- LPRF
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Legal, pena que o interior continua uma bosta, além de ser feio.
Não adianta, na concorrência tem opções tão boas quanto e bonitas.
Não adianta, na concorrência tem opções tão boas quanto e bonitas.
Ex: 1996 Corsa B 1.0 MPFI 60cv MT5 Cinza
Ex: 2007 Fox 1.6 8V 101cv MT5 Prata Reflex
Ex: 2012 Bravo mk2 Essence 1.8 16V 130cv MT5 Preto Vesúvio
Atual: 2010 Focus mk2 GLX 1.6 16V 110cv MT5 Preto Gales
Futuro: Golf mk7 Highline 1.4 TSI 140cv DSG7 Azul Pacífico
Ex: 2007 Fox 1.6 8V 101cv MT5 Prata Reflex
Ex: 2012 Bravo mk2 Essence 1.8 16V 130cv MT5 Preto Vesúvio
Atual: 2010 Focus mk2 GLX 1.6 16V 110cv MT5 Preto Gales
Futuro: Golf mk7 Highline 1.4 TSI 140cv DSG7 Azul Pacífico
- Lucas Silva
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Fora que esse March 1.6 é um capeta, acelera igual gente grande, mas é muito feinho!!RockMaan escreveu:É feinho mas no azul com rodas de liga fica simpático.Lucas Silva escreveu:Eu tenho pena mesmo é do Nissan March, que além de feio, é tão esquecido que ninguém lembra de zoar!
Dá pra levar o 1.6 16v SV(intermediário) que é bem equipado por 46k. Eu consideraria a compra.
-- Adicionado em 25 Abr 2016 20:51 --
Po, pelos testes o consumo e o rodar desse Etios parecem ótimos.
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Toyota Etios Sedan XS 1.5 / 92/96 cv / 13/14
- EHIDEKI
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se o etios, com toda a sua simplicidade e feiura, faz relativo sucesso, imagina se fosse bonito e bem acabado?
a toyota tem todas as condições de fazer do etios 2gen um concorrente à altura para disputar o pódio. basta não subestimar o nosso mercado e ouvir a voz dos clientes.
a toyota tem todas as condições de fazer do etios 2gen um concorrente à altura para disputar o pódio. basta não subestimar o nosso mercado e ouvir a voz dos clientes.
- Pablo
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Nem precisa ser bem acabado, só se parecer com um carro normal que já melhora.EHIDEKI escreveu:se o etios, com toda a sua simplicidade e feiura, faz relativo sucesso, imagina se fosse bonito e bem acabado?
a toyota tem todas as condições de fazer do etios 2gen um concorrente à altura para disputar o pódio. basta não subestimar o nosso mercado e ouvir a voz dos clientes.
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- alipiolm88
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- Kicksilver
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Podiam fazer um mini-Auris
Já resolvia o problema.
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