Do Auto Esporte

Projeção da Fiat Strada de nova geração (Foto: Renato Aspromonte/Autoesporte)
A nova Fiat Strada será bem maior do que a atual, o suficiente para permitir que a primeira geração viva em harmonia como um carro mais barato e voltado aos frotistas. Será um modelo com porte na faixa da Renault Oroch, tal como indica o código do projeto, X6P, antecipado em primeira mão por Autoesporte. A nova Strada terá um visual mais robusto e europeizado, conforme apontam as projeções publicadas em junho, na edição 614 de Autoesporte.
A nomenclatura interna aponta que a Strada será derivada dos novos Punto e Linea, chamados de X6H e X6S, respectivamente. Apenas o três volumes terá berço argentino, a picape e o hatch crescido serão feitos na fábrica de Betim (MG). O lançamento da picape será um pouco mais tarde, lá para 2018, enquanto os demais modelos da linha serão lançados ainda em 2017. Os flagras indicam que o projeto do hatch é o que deverá encabeçar os lançamentos.
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Fontes ligadas ao fabricante já apontavam um estilo diferente da linha atual, algo mais europeizado. A despeito de ser um subcompacto emergente, o próprio Mobi se distanciou em estilo da atual gama da Fiat, que ainda tem o antigo Punto como musa. Serão quase que versões emergentes dos Tipos italianos, segundo apurou o Autos Segredos.
Em relação aos Fiat europeus, a grande diferença é o uso de plataforma 326 derivada da utilizada pelo Palio. O monobloco será reforçado pelo uso de aços de ultraresistência e terá que ser bem estendido no caso da picape. Em tamanho, se a Strada atual tem 4,47 metros, a nova chegará perto dos 4,70 m, longe dos 4,91 metros da Toro e próximo dos 4,69 m da Oroch.
Atualmente, o maior derivado da plataforma compacta/econômica da Fiat é o Grand Siena e seus 4,26 metros de comprimento e 2,51 m de distância entre-eixos. Temos que lembrar que o Tipo italiano quatro portas chega a 4,53 m e 2,63 m nas mesmas medidas, respectivamente.
Tecnologia
O uso de aços mais modernos pode permitir atingir um peso parecido com o dos projetos atuais. Com isso, o novo motor GSE 1.3 de 100 cv poderá fazer bonito debaixo do capô dos modelos, que podem apelar apenas para câmbios de seis velocidades, o que inclui o automático já usado pelo Renegade 1.8 E.torQ.
Falando no motor maior, ele será reprojetado e ganhará um pouco mais de potência e torque, porém, as modificações também lutam por um consumo menor. Será um belo ganho de eficiência perante os atuais Punto e Linea, no que ajudará o start-stop de série e o uso de direção elétrica.Não serão as únicas evoluções do projeto, que incluirá assistentes como controle de estabilidade e de tração, afora a oferta de airbags laterais e do tipo cortina.
Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... trada.html



