Teste: Fiat Uno 2017 1.0 e 1.3 Firefly

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Robô Troll
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17 Set 2016, 06:58

Teste: Fiat Uno 2017 1.0 e 1.3 Firefly
Do Auto Esporte


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Fiat Uno (Foto: Fabio Aro/Autoesporte)


 


A Fiat já estava ficando incomodada com a proximidade entre Mobi e Uno. Bastava que tentassemos reuní-los em um comparativo para criar uma situação desconfortável em família. Não cai bem para parentes tão próximos brigar. Pois bem, agora, eles continuam próximos no preço, que parte de R$ 41.840 no Uno Attractive 2017 e chega a R$ 42.300 no Mobi Like On equivalente, mas o veterano acabou se tornando um hatch mais moderninho que a novidade. Para começar, ganhou novos motores 1.0, o primeiro três cilindros do fabricante, e 1.3. Além disso, passou por uma pequena reforma de estilo na parte frontal e ganhou eletrônica de primeira, com direito à direção elétrica e ESP.



Fez sentido guardar os motores Firefly (vaga-lume, em inglês) para dar uma força ao Uno, que pedia um carinho após o lançamento do Mobi. O próprio subcompacto de acesso só vai ter acesso ao novo motor 1.0 em um segundo momento. As novidades vêm em boa hora, mas ninguém marcaria o Uno sem um preço sensual. A gama 2017 continua no Way 1.0 (R$ 42.970), passa pelo Way 1.3 (R$ 47.640) e chega ao Sporting 1.3 (R$ 49.340). Para os 1.3, o câmbio Dualogic Plus é oferecido por R$ 4.350 e vem junto com o ESP e Hill-holder. O câmbio manual de cinco marchas foi mantido com pequenos ajustes.

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Nem precisa pegar a calculadora, o básico aumentou cerca de R$ 2 mil, enquanto nas versões aventureira e esportiva, o aumento gira em torno de R$ 3.500. A conta parece menos salgada ao dissecarmos os itens. O básico Attractive vem com ar-condicionado, direção elétrica com função City, vidros elétricos dianteiros um-toque, trava elétrica com acionamento automático a 20 km/h, display LCD e computador de bordo, volante multifuncional,  brake light e sinalização de frenagem de emergência, faróis de neblina e seta com acionamento por apenas um toque.


Embora o ESP venha de fábrica apenas nos Dualogic, ele é opcional em todos os demais. No Uno Attractive, Way e Sporting manuais, as salvaguardas vem junto do hill holder no kit Tech de R$ 3.740, que inclui ainda chave canivete com telecomando e alarme, rádio Connect integrado ao painel com bluetooth e comandos do rádio e telefone no volante (o básico tem apenas botões para computador de bordo à esquerda), retrovisores elétricos com tilt down (baixa automaticamente ao se engatar a ré) e repetidores de seta, colunas B pretas e vidros traseiros elétricos com um-toque. 

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Traseira não teve praticamente mudanças na linha 2017, afora os emblemas (Foto: Fabio Aro/Autoesporte)


 


Ainda há o kit Comfort com terceiro apoio de cabeça e cinto de três pontos traseiro, apoios para os braços à frente e para o pé do motorista, banco traseiro bipartido, comando interno do porta-malas e da tampa de combustível, console no teto, espelho para o motorista, porta-objetos e óculos e revestimento mais refinado dos bancos. Por R$ 1.300, o pacote traz itens que poderiam vir de série no Uno, uma forma de reforçar a proposta do veterano. 


Falando em idade, o Uno conseguiu dar uma atualizada no visual original de 2010, que já havia mudado dois anos atrás. Ficou um pouco mais parecido com o Panda europeu, contudo, sem ter grandes alterações na traseira, dotada dos mesmos jogos de lanternas e para-choques dos antecessores em todas versões. 


Novos motores



Voltando aos motores, o nome força um parentesco com o antigo Fire. Ele não deixa saudade quando comparado aos novos motorzinhos da linha GSE (Global Small Engine, ou motor pequeno global). O 1.0 rende 72/77 cv, longe de ser líder em cavalaria, contudo, o torque de 10,4/10,9 kgfm a 3.250 rpm é referência. O antigo 1.0 gerava 73/75 cv e 9,5/9,9 kgfm a 3.850 rpm. Segundo a Fiat, o consumo ficou em 9,2 km/l de etanol na cidade e 10,4 km/l na estrada, médias que sobem para 13,1 km/l e 15,1 km/l com gasolina, respectivamente.



Por sua vez, o 1.3 tem 101/109 cv e 13,7/14,7 kgfm a 3.500 rpm. Era o conjunto que pedia o Sporting, diante dos 85/88 cv e 12,4/12,5 kgfm a 3.500 rpm de antes. O consumo ficou em 9,1 km/l de álcool no urbano e 10,1 km/l no rodoviário, enquanto as médias com gasolina sobem para 12,8 km/l e 14 km/l, na ordem.

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ESP (tecla no painel) é uma das novidades do Uno 2017 (Foto: Fabio Aro/Autoesporte)


 


Apenas o 1.3 tem start-stop e, até por isso, permite dar a partida sem se pisar na embreagem, algo exigido pelo 1.0. No 1.3 há uma trava que impede a ignição com uma marcha engatada. Ambos são feitos em alumínio e dividem o mesmo diâmetro e curso, a diferença é que o 1.3 tem um cilindro a mais. A taxa de compressão chega a 13,2:1, o que ajuda no rendimento. O uso de duas válvulas favoreceu o turbilhonamento da mistura dentro do cilindro, além de permitir um único comando, com variação de fase em abertura e fechamento. Graças a esse controle, é possível segurar o fechamento da válvula de descarga e recircular os gases ao jeito do ciclo Miller. Afora isso, não há mais correia dentada, o comando é acionado por uma corrente dupla silenciosa, com validade de mais de 240 mil km.



Como nosso contato foi restrito ao teste em Belo Horizonte (MG) e ao circuito da Test Motors, em Tatuí (SP), não deu para conferir se o consumo diminuiu tanto quanto o divulgado, que afirma que o 1.0 ficou 14,4% mais frugal, enquanto o 1.3 reduziu sua sede em 16,7%. Os motores não respondem sozinhos, para você ter uma ideia, o 1.0 Firefly é responsável por 9,2% desse percentual. O resto fica por conta de medidas como a direção elétrica, bomba de óleo e de combustível sob demanda, alternador inteligente (capaz de recuperar energia cinética), óleo de menor atrito e melhorias aerodinâmicas, com defletores na parte inferior.


Impressões ao dirigir



Se não deu para aferir o consumo, o teste deixou claro que não há nada como motores novos Até então, a Fiat apostava em propulsores mais antigos, tais como o Fire e também os E.torQ, derivados daqueles Tritec uma vez utilizados pelos Mini. O Attractive 1.0 marcou 13,8 segundos no zero a 100 km/h, quase três segundos a menos que o Fire 1.0 e seus 16,7 s. Nos testes da Autoesporte, o modelo ficou atrás apenas do Ford Ka entre os 1.0 aspirados da mesma classe, e foi por uma pequena diferença de 0,3 s. O 1.3 Way fez o mesmo em 10,8 s, distância ainda maior em relação aos 14,7 s do antigo. 


O zero a 100 km/h pode dominar o imaginário, mas o objetivo dos Firefly foi a entrega linear de torque, sem quedas após o pico. Ou seja, foco nas retomadas. Mesmo com diferencial alongado, o 1.0 conseguiu retomar de 60 a 100 km/h em 10,9 s, contra 17,7 s de antes. Até o Dualogic Plus foi iluminado: o câmbio vacila menos diante do torque em baixa. Robotizada, a caixa ainda deve suavidade diante dos melhores automáticos do segmento, contudo, ficou mais intuitiva e age rapidamente na hora do freio-motor ou de uma redução dupla. O manual deve engates mais precisos, por mais que sejam macios.

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Fiat Uno (Foto: Fabio Aro/Autoesporte)


 


Todo esse pique extra exigiu outros reajustes. A suspensão ganhou ajuste mais durinho e há amortecedores com stop hidráulico (não chegam abruptamente ao fim do batente) e barra estabilizadora nos 1.3. A tocada do Uno se tornou mais refinada. A direção continua a ser rápida (2,8 voltas), mas passou a ter uma sensação mais consistente de centro de volante e ficou extremamente macia em manobras graças ao recurso do City. Coxins eficientes e o uso de contrapesos no virabrequim e no volante do motor ajudam a suavizar a natureza mais chacoalhante dos três cilindros. Nada de tremedeira no volante ou câmbio.


Tal como os outros sentidos, a audição também agradece pelas mudanças da linha 2017. O antigo Fire exigia rotações muito elevadas, bem diferente da nova linha de motores, capazes de oferecer uma tocada tranquila abaixo dos 3.500 giros. A 120 km/h, o 1.0 gira a 3.800 rpm, enquanto o 1.3 baixa essa rotação para a faixa dos 3.400 rpm.



No demais, o mesmo Uno de antes. O espaço é bom para apenas quatro adultos de até 1,80 metro, pois o entre-eixos continua a ser pequeno. Cinto de três pontos ou encosto de cabeça central são opcionais no básico. O porta-malas está dentro da média, mas deveria ter rebatimento bipartido de série. O acabamento está no mesmo patamar do facelift anterior, com plásticos rígidos texturizados. Os botões de acionamento do City e do ESP são as maiores novidades do painel. Mesmo que a Mopar ofereça central eletrônica como acessório, sente-se falta de um aparelho mais acessível e integrado, como é o MyLink da GM.


Vale a compra?

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Fiat Uno (Foto: Fabio Aro/Autoesporte)


 


Sim, particularmente nas versões mais baratas como o Attractive 1.0. O upgrade deixou o Uno à frente até do Palio. Quanto aos rivais diretos, o Fiat está bem colocado em relação ao preço. Alguns concorrentes acabaram encarecendo ao passarem por facelift, caso do Chevrolet Onix, que parte de R$ 44.890 na versão LT - apenas o Joy sai por menos de R$ 40 mil. Para se ter o ESP no Ford Ka 1.0, você terá que optar pela configuração SEL de R$ 48.990, R$ 3.410 a mais que o Uno 1.0 com o pacote Tech.


Por R$ 53.030 completo, o Way 1.3 manual fica bem mais em conta do que o Chevrolet Onix Activ de R$ 57.190 e também que o Renault Sandero Stepway, que parte de R$ 57.370, que compensam em parte o preço mais elevado pelo tamanho. Afora isso, a garantia completa saltou de apenas um ano para três, com a possibilidade de expansão para outros dois. São medidas que falam ao bolso tanto quanto os novos motores e tecnologias. Afinal, o lado bom de ser veterano é conhecer o mercado.   


Fichas técnicas 


Uno Attractive 1.0


Motor

Dianteiro, transversal, 3 cil. em linha, 6V, comando simples, injeção multiponto, flex


Cilindrada

999 cm³


Potência

72/77 cv a 6.000/6.250 rpm


Torque

10,4/10,9 kgfm a 3.250 rpm


Câmbio

Manual de cinco marchas, tração dianteira


Direção

Elétrica


Suspensão

Indep. McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)


Freios

Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.)


Pneus

175/65 R14


Dimensões

Comprimento: 3,82 m

Largura: 1,63 m

Altura: 1,48 m

Entre-eixos: 2,37 m


Tanque

48 litros


Porta-malas

290 litros (fabricante)

282 litros (aferido AE)


Peso

1.010 kg


Uno Way 1.3


Motor

Dianteiro, transversal, 4 cil. em linha, 8V, comando simples, injeção multiponto, flex


Cilindrada

1.332 cm³


Potência

101/109 cv a 6.000/6.250 rpm


Torque

13,7/14,2 kgfm a 3.500 rpm


Câmbio

Manual de cinco marchas, tração dianteira


Direção

Elétrica


Suspensão

Indep. McPherson (diant.) e eixo de torção (tras.)


Freios

Discos ventilados (diant.) e tambores (tras.)


Pneus

175/70 R14


Dimensões

Comprimento.: 3,82 m

Largura: 1,65 m

Altura: 1,55 m

Entre-eixos: 2,37 m


Tanque

48 litros


Porta-malas

290 litros (fabricante)

282 litros (aferido AE)


Peso

1.057 kg


Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Ana ... refly.html

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Léo.Daltoé
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17 Set 2016, 22:44

Acho que a Fiat mandou bem nesses motores, principalmente no 1.3. :notbad:
Vi vídeo testes dele, resultado aparenta ser bem satisfatório, inclusive no desempenho.
Interior do Uno tá bacana também, pelo menos o Sporting.

Pena o preço. :ogw:

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RockMaan
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18 Set 2016, 01:05

o 1.0 conseguiu retomar de 60 a 100 km/h em 10,9 s, contra 17,7 s de antes.
Só perdeu pro Ka no 0-100 e pelo visto as retomadas melhoraram pra caramba :notbad:
Apesar de não achar uma decisão muito sensata posicionar Uno pra faixa de preço de Ka, HB20 e Onix (>41k) gostei das mudanças e dos motores.
bomba de óleo e de combustível sob demanda, alternador inteligente, esse ciclo Miller temporário. :notbad:
Equiparam legal também, direção elétrica c/ modo city, ESP de série no 1.3 e opcional no 1.0 :notbad:
Uma pena que a Fiat insiste em economizar na estrutura.

Se fosse pelo menos 4* poderia concorrer de igual pra igual com o trio líder e seria uma opção a se considerar sim.

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Kicksilver
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19 Set 2016, 01:31

:wat:

Baixou quase 7s na retomada? :wtf:

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RockMaan
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19 Set 2016, 02:42

Motor mais moderno, torque ótimo, curva boa :whynot: Mas é AE né, vai saber

Acho que cuspi pra cima em relação a esse carro, parece ser um puta motorzinho bom :brace: To curioso quanto ao consumo.

Tava pensando também, como fica o Mobi Way?

Quem vai pagar 42 mil naquela merda se no mesmo pátio tem esse Uninho bem mais tecnológico e moderno?

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Pablo
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19 Set 2016, 05:02

RockMaan escreveu:Motor mais moderno, torque ótimo, curva boa :whynot: Mas é AE né, vai saber

Acho que cuspi pra cima em relação a esse carro, parece ser um puta motorzinho bom :brace: To curioso quanto ao consumo.

Tava pensando também, como fica o Mobi Way?

Quem vai pagar 42 mil naquela merda se no mesmo pátio tem esse Uninho bem mais tecnológico e moderno?
Acho que é uma questão de tempo esses motores irem pra linha toda.

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Kicksilver
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19 Set 2016, 11:35

Porra, mas 7 segundos só pq modernizou o motor? :hahalol:

Nem se tivesse virado turbo...

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AlvoErrado2
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19 Set 2016, 12:12

Só esperar mais testes e terão uma resposta definitiva.

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Buzz
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19 Set 2016, 12:41

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1.3 papou o hb20 Turbo. :lol:


Muito boa as retomadas também. A curva de torque desse motor é muito boa.

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RockMaan
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19 Set 2016, 13:27

Esse 1.3 :notbad:

O HB20 turbo até anda legal mas pecou bastante no consumo, bebeu mais que o 1.6 aí não dá mesmo.
Pablo escreveu:
Acho que é uma questão de tempo esses motores irem pra linha toda.
Sei não, eu vi que esse Firefly só vai pra uma versão topo do Mobi que será criada (Drive e Drive On), sei lá como a Fiat vai posicionar isso :fodase:

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Kicksilver
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19 Set 2016, 13:51

Weddly escreveu:Imagem
Marcha fixa :charles:

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LPRF
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19 Set 2016, 19:14

Quero ver consumo.

Retomada em MT com marcha fixa :alienguy:
Ex: 1996 Corsa B 1.0 MPFI 60cv MT5 Cinza
Ex: 2007 Fox 1.6 8V 101cv MT5 Prata Reflex
Ex: 2012 Bravo mk2 Essence 1.8 16V 130cv MT5 Preto Vesúvio
Atual: 2010 Focus mk2 GLX 1.6 16V 110cv MT5 Preto Gales
Futuro: Golf mk7 Highline 1.4 TSI 140cv DSG7 Azul Pacífico

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RockMaan
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19 Set 2016, 19:43

Ka ainda comanda :notbad:

0-100 em 13,5s pra um 1.0 aspro tá ótimo.

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Kicksilver
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19 Set 2016, 21:32

RockMaan escreveu:Ka ainda comanda :notbad:

0-100 em 13,5s pra um 1.0 aspro tá ótimo.
E vão matar esse motor. :notbad:

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A_Gaspar
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19 Set 2016, 21:51

O motor me surpreendeu, não vou mentir.

Mas o foda é que pra conseguir esse desempenho a taxa de compressão foi pra alturas. Quero ver como se comporta com a nossa gasurina.

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Pablo
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20 Set 2016, 00:00

Não sei se a longo prazo isso pode afetar tbm. Tipo, desgaste acentuado de velas ou sei lá.

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Buzz
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21 Set 2016, 10:30

LPRF escreveu:Quero ver consumo.

Retomada em MT com marcha fixa :alienguy:
Imagem

:keep:

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LPRF
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21 Set 2016, 20:13

Up! ainda o melhor motor :pokergusta:
Ex: 1996 Corsa B 1.0 MPFI 60cv MT5 Cinza
Ex: 2007 Fox 1.6 8V 101cv MT5 Prata Reflex
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Atual: 2010 Focus mk2 GLX 1.6 16V 110cv MT5 Preto Gales
Futuro: Golf mk7 Highline 1.4 TSI 140cv DSG7 Azul Pacífico

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Kicksilver
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22 Set 2016, 19:06

Weddly pagando pau pra Fiat. :ogw:

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Buzz
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26 Set 2016, 17:15

Kicksilver escreveu:Weddly pagando pau pra Fiat. :ogw:
É admirável reconhecer um acerto no meio de tantas merdas que a Fiat faz. :clo: :flametroll:

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