Chefe de operações da Uber deixa cargo, mas permanece no conselho

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Robô Troll
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11 Ago 2017, 17:53

Chefe de operações da Uber deixa cargo, mas permanece no conselho
Do Auto Esporte


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O chefe de operações da Uber Technologies, Ryan Graves, um aliado de longa data do ex-presidente-executivo Travis Kalanick, está deixando o cargo em tempo integral, de acordo com a cópia de uma carta de Graves a que a Reuters teve acesso.


O executivo, contudo, continuará no conselho da Uber, de acordo com a carta.


A empresa está procurando um novo nome para assumir a presidência-executiva após Kalanick ser pressionado a deixar o posto, depois de uma série de constrangimentos para a Uber. Se especulou que Kalanick pudesse retomar o comando da empresa, mas os eventos desta semana colocam essa possibilidade em dúvida.


Graves disse que preferiu se mexer a esperar que o novo líder seja escolhido.


"É realmente importante para mim que essa transição não retire a importância do processo de chegada de nosso novo presidente-executivo", escreveu Graves.

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Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... selho.html

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Investidor da Uber processa ex-CEO em tentativa de tirá-lo do conselho
Do Auto Esporte


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Acusado de ter estimulado práticas administrativas duvidosas, Travis Kalanik se afasta da Uber (Foto: MONEY SHARMA / AFP)


A empresa de capital de risco Benchmark Capital está processando o ex-presidente-executivo da Uber, Travis Kalanick, para forçá-lo a deixar o conselho da empresa e rescindir seu direito de indicar três membros do conselho, de acordo com uma copia do processo.


O processo aberto nesta quinta-feira acusa Kalanick de ocultar do conselho uma série de delitos e trabalhar para manter o poder na empresa, mesmo depois de ser forçado a renunciar da presidência em junho, após uma série de escândalos.


O processo da Benchmark marca um caso raro de um investidor do Vale do Silício processar uma figura central em uma das suas próprias startups. A empresa de capital de risco foi uma das primeiras investidoras da Uber e disse no processo possuir 13% da companhia de transporte compartilhado e controlar 20% do poder de voto.


O litígio no tribunal de Delaware também abre outro capítulo na saga de desgraça na Uber, que lançou dúvidas sobre o futuro da startup mais valorizada do mundo, com valor de US$ 68 bilhões.


Problemas na Uber



Os problemas da Uber incluem um processo de segredo comercial da Waymo, unidade da Alphabet, que causou a demissão de um engenheiro e afetou o programa de carros autônomos da Uber; alegações de assédio sexual que levaram a uma grande investigação interna e à demissão de vários executivos; além da alegada má conduta de Kalanick e outros executivos em lidar com um caso de estupro cometido por um motorista da empresa na Índia.


No processo, a Benchmark argumentou que o ex-presidente estava ciente desses problemas quando o conselho da empresa concordou em 2016 em expandir o número de diretores com poder de voto de oito para onze, com Kalanick sendo o único com direito a nomear os três novos assentos. O ex-executivo se nomeou para uma das cadeiras, depois que foi retirado da presidência. Os dois outros assentos do conselho permanecem vagos.


Kalanick estava tentando "apinhar o conselho da Uber com aliados leais em um esforço para evitar o escrutínio de sua conduta anterior e abrir caminho para seu eventual retorno como presidente-executivo", segundo o processo.


Um porta-voz de Kalanick emitiu uma declaração chamando o processo "completamente sem mérito e cheio de mentiras e falsas alegações".


A Uber disse que não iria comentar o assunto, enquanto a Benchmark Capital não respondeu imediatamente ao pedido de comentários.

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Fonte: http://revistaautoesporte.globo.com/Not ... selho.html

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