Chevrolet Opala, o primeiro carro de passeio da GM no Brasil, completa 50 anos

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Robô Troll
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29 Mai 2018, 10:52

Chevrolet Opala, o primeiro carro de passeio da GM no Brasil, completa 50 anos
Do Auto Esporte


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Opala SS 1971 (Foto: Cláudio Larangeira)


No Salão do Automóvel de 1968, o Chevrolet Opala, primeiro GM de passeio fabricado em solo nacional, foi apresentado com muita pompa e prestígio. O ex-piloto de Fórmula 1 Stirling Moss veio da Inglaterra especialmente para a ocasião, um sábado, 23 de novembro, quando dividiu o estande da marca com diversas misses brasileiras. O modelo chamou atenção pela imponente grade dianteira, com frisos cromados na horizontal, rodas cromadas com sobrearo, assim como pelas linhas no formato Coke Bottle (“garrafa de Coca-Cola”), semelhantes às de modelos norte-americanos como o Chevy Nova.


“A Chevroletencontrou uma lacuna no mercado, pois era um carro confortável, confiável e acessível. Oferecia luxo, sem ser uma daquelas banheiras como o Ford Landau”, avalia Roque Gonçale, presidente do Clube Chevrolet.

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A primeira geração do modelo, sedã quatro portas, trazia duas versões: a Standard, com acabamento mais simples e motor 4 cilindros 2.5 de 80 cavalos, e a Luxo, com um seis cilindros 3.8 de 125 cavalos sob o capô. O que, à época, era bastante coisa, especialmente no caso de um veículo com tração traseira – o que fez com que as arrancadas tornassem-se sua marca registrada. O Opala foi alçado ao posto de carro de um dos carros mais potentes do Brasil, perdendo apenas para o maior Galaxie (4.6 de 164 cv). O Dodge Dart 5.2 (318) V8 surgiria só no ano seguinte (1969). 


O modelo foi anunciado exatos dois anos antes de seu lançamento, em 23 de novembro de 1966, em uma coletiva de imprensa no Clube Atlético Paulistano. Como o modelo ainda estava em desenvolvimento, foi divulgado apenas como Projeto 676, o que aumentou ainda mais a expectativa pelo Chevrolet. Meses antes de sua estreia no Salão do Automóvel, comerciais com Jair Rodrigues, Tonia Carrero e Rivellino vinham sendo veiculados com o slogan: “Espere um pouco mais, o seu carro vem aí”. “Ah, é sensacional!”, definia o então meia-esquerda do Corinthians, aos 22 anos.

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Chevrolet Opala SS (Foto: Rafael Munhoz)


Após testes com os Opel Kadett e Olympia, optou-se por um projeto de carro maior. O modelo combinava a carroceria do alemão Opel Rekord C com o motor básico do norte-americano Chevrolet Impala – o que pode ter originado seu nome, pois, além de designar a pedra preciosa nativa brasileira, a palavra Opala também é uma junção de Opel e Impala.


A decisão de fabricar o primeiro Chevrolet nacional havia sido tomada no início daquela década, junto ao Geia (Grupo Executivo da Indústria Automobilística), criado pelo presidente Juscelino Kubitschek. Por ironia do destino, o ex-presidente morreu a bordo de um Opala, em 1976, quando o veículo foi atingido na traseira por um ônibus, atravessou o canteiro central e colidiu de frente com um caminhão carregado de gesso que vinha na direção contrária da rodovia Dutra, na altura de Resende (RJ). Quem dirigia era seu motorista particular, Geraldo Ribeiro.

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No final de 1970, quando já alcançava 50 mil unidades vendidas, o Opala estreou na versão cupê SS, sigla para super sport (super esportivo). O icônico motor de 4,1 litros, que estreou nesta versão, somado a acessórios esportivos, como faixas pretas no capô, mostrava ao que o modelo tinha vindo pronto para brigar com o recém-lançado Dodge Charger R/T. “Quando foi lançado o Opala 250-S [1976], os V8 como o Maverick GT tinham que rebolar para conseguir acompanhar”, diz o piloto Paulo Gomes, relembrando o antológico motor laranja que rendia até 171 cavalos na versão de série e muito mais quando preparado.

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Opala Gran Luxo 72 (Foto: Divulgação)


Em 1979, atrás do volante de um Opala, Paulão se tornou o primeiro campeão na história da Stock Car. O modelo, usado na categoria até 1993, um ano depois de sair de linha, protagonizou momentos épicos sob o comando dele, além de Ingo Hoffmann e Afonso Giaffone Júnior, principais pilotos da época. “Era o carro do momento, na principal categoria do país. Chegava a 280 cavalos e não tinham uma preparação muito sofisticada. Você tinha que ficar esperto para não sair de traseira, especialmente antes de 82, quando o pneu slick substituiu o radial e o carro ganhou muito em desempenho”, comenta Paulão, que, entre cupês, sedãs e station wagons (a também clássica Caravan, lançada em 1976), estima já ter sido proprietário de 15 Opalas.


Os anos de ouro da Stock Car atraíram o artista plástico e professor Cleverton Gomes, 36 anos, de Vinhedo (SP), que customizou um Opala Comodoro 1980 de quatro cilindros ao estilo do veículo com que Giaffone havia ganhado o campeonato em 1981. “Em 2016, a Velocult realizou uma mostra sobre Interlagos e o meu carro ficou exposto. Até recebeu um autógrafo do Wilson Fittipaldi no capô ”, comemora Cleverton, que costuma viajar para encontros de opaleiros ao redor do estado. Além do modelo estilizado de competição, ele tem uma Caravan Comodoro SL e um Opala Comodoro 1976 seis cilindros com o icônico teto Las Vegas, como foi chamado o meio-teto em vinil. Tal característica foi reproduzida pela montadora em outras versões do modelo após a apresentação do carro-conceito Opala Las Vegas no Salão do Automóvel de 1972.


A paixão de Cleverton pelo primeiro GM brasileiro surgiu ainda na infância, pois seu pai e seu padrinho eram donos de Opalas. “Fui criando um carinho pelo carro. Tem uma foto minha, de quando eu era criança, no Opala amarelo 77 do meu padrinho. É um modelo que me remete à infância”, comenta. “Isso sem falar no design. As linhas do carro sempre me agradaram.” Aos 22 anos, comprou um Comodoro 6 cilindros prateado, mas, ainda na faculdade, não conseguiu arcar com os custos de combustível e acabou tendo de vender o possante. “Para mim ficou uma história mal-resolvida. Só consegui me tranquilizar cinco anos depois, quando comprei o Opala roxo”, conta. Sua frota opaleira já rendeu boas histórias, como quando um garoto em um posto de gasolina achou que seu carro era um Hot Wheels, ou quando a mulher de um amigo quis ser pedida em casamento com o pretexto de ser levada com o modelo até a igreja. “Ela viu o carro na minha garagem e pediu para o meu amigo a pedir em casamento”, lembra Cleverton, que de fato serviu de motorista para a noiva na noite da cerimônia.

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Opala SS 1973 (Foto: Acervo Autoesporte)


Um luxo com a qual opaleira Josiane Cirilo, empresária de Camanducaia (MG), não pôde contar. “Não posso deixar ninguém mais dirigir que encavala a marcha. Só eu e o meu marido temos as manhas”, diz ela, que em 2016 teve de dirigir seu Opala Luxo 1978, decorado com um buquê de flores na traseira, até a cerimônia, onde seu então noivo, Alex, a esperava no altar.


No entanto, antes do casamento, que transcorreu tranquilamente, o veículo deu trabalho. O casal havia optado por casar na cidade próxima Pouso Alegre (MG), para manter a discrição. Mas quando o noivo foi deixar a pacata Camanducaia com o carro, um mau contato fez com que a buzina disparasse, de modo que a saída de Alex não passou despercebida. “A gente morreu de vergonha!”, lembra Josiane, que, ainda assim, se orgulha do cupê dourado. “Adoro a sensação de pegar ele na estrada, durante o dia. Além do prazer em dirigir, o carro dá a sensação de que você está nos anos 70”, conta ela, apenas a terceira dona veículo, que veio com chaveiro e porta-documento de couro, gravados com o logotipo do Opala. No porta-luvas, Josiane encontrou uma cadernetinha, onde estão registrados todos os abastecimentos e serviços de manutenção realizados desde 2004.


De acordo com Luiz Sanches, dono da oficina de restauração Lucar Retrô, os perrengues de manter um carro antigo são parte dos atrativos para as novas gerações de proprietários. “Opaleiro é doente. Nada os incomoda, eles até gostam dos problemas. É uma relação muito intensa, eles curtem ver, cuidar, dirigir e falar do carro”, comenta. Entre os principais problemas mecânicos do Opala, ele destaca a correia-dentada do compressor de ar, que tende a soltar em giros altos, com o ar-condicionado ligado.

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Chevrolet Opala SS (Foto: Rafael Munhoz)


Luiz conta que Opala é um dos modelos de carro que mais recebe para restaurar, tendo sempre um ou dois na oficina. Ele está trabalhando no seu próprio Opala Comodoro Especial 1974. “Comecei do zero, até assoalho tive de refazer”, relata. Como restaurador, seu principal desafio são os Opalas Diplomata SE, fabricados a partir 1988, que deram uma guinada de luxo nos padrões do modelo, com tetos forrados em veludo e interior das portas em curvim.


A paixão pelo Opala não só é um fenômeno atual como, prestes a completar 50 anos, o modelo ganhou sua própria categoria. Em 2015, Paulão Gomes lançou a Old Stock, modalidade de passeio onde só correm Opalas fabricados entre 1975 e 1979. Com oito etapas anuais, todas no autódromo de Interlagos, a competição reúne, em média, 22 carros na disputa. Mas o que realmente dá volume ao evento são os opaleiros que comparecem para acompanhar as corridas. “Eles têm o lugar deles ao lado da Curva do Café. Aí, sorteamos vários para fazer a volta de abertura com a gente. Outro dia recebemos 77 carros na pista”, narra o piloto de 70 anos, dono do carro de número 22, um Opala 1978. “De vez em quando ainda entro e dou uns cacete”, relata.


Com larga experiência viajando pelo Brasil, o veterano diz que os opaleiros estão disseminados por todo canto. “É uma legião. São mais de três mil clubes do Opala espalhados por todo o Brasil. Onde quer que você esteja, pode ser nos confins do Amapá ou Roraima, vai encontrar um Opala.”


Também pudera, em quase 24 anos de operação, a GM produziu cerca de 1 milhão de Opalas. Além do uso como veículo de passeio e carro de corrida, o modelo foi incorporado às frotas de diversas organizações do país. Incluindo Caravan, o modelo serviu de ambulância, rabecão, viatura das polícias Civil, Militar e das guardas municipais, carro de resgate do Corpo de Bombeiros e até carro oficial da Presidência da República.


Com 1 milhão de unidades produzidas, o Opala faz parte da história do Brasil no final do século 20. O modelo saiu de linha dois anos após o ex-presidente Fernando Collor abrir os portos para importação e chamar os carros brasileiros de “carroças”. “A essa época, o Opala já era um projeto antigo, construído sobre uma plataforma alemã da Opel. Não era mais viável mantê-lo em fabricação, então fazia mais sentido fabricar o Ômega, já sobre monobloco, que reunia tudo que tinha de mais avançado em tecnologia da montadora”, explica Roque Gonçale, do Clube Chevrolet. Quando o último Opala foi pintado, em 15 de abril de 1992, vários fãs do modelo saíram em carreata ao redor da sede da GM, em São Caetano do Sul (SP) , como forma de protesto. Se algum movimento do tipo fosse ocorrer hoje, reunindo as diferentes gerações que se sentem órfãs do Opala, não teria carro (nem rua) para tanta gente.

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Chevrolet Opala SS (Foto: Rafael Munhoz)






 


Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/No ... -anos.html

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Robô Troll
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29 Mai 2018, 10:52

Chevrolet Opala: a linha do tempo dos 50 anos
Do Auto Esporte


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Chevrolet Opala Diplomata (Foto: General Motors)


Há 50 anos, o Chevrolet Opala era lançado como primeiro carro de passeio da General Motors no Brasil. Ainda hoje em dia, é cultuado por fãs de diferentes geraçoes. Confira a linha do tempo com alguns dos momentos mais marcantes do Opala e relembre a longeva e surpreendente história do sedã.

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Linha do tempo







1968

Standard e Luxo


Com faróis redondos e pequenas lanternas quadradas, a primeira geração do quatro portas é lançada com motor quatro cilindros (2.5 litros) ou seis cilindros (3.8 litros), câmbio três marchas na coluna do volante e opcionais como freios a disco e teto em vinil.



1971

Gran Luxo


A versão topo de linha foi a primeira a trazer câmbio no assoalho de quatro marchas na configuração esportiva SS. O modelo esportivo teve versões quatro portas e cupê, de quatro e seis cilindros, sendo que esta foi a primeira a receber o icônico motor 250 de 4,1 litros. Além disso, contou com diversos atrativos, como o primeiro câmbio de quatro marchas no assoalho, volante três raios e faixas esportivas



1975

Comodoro


Estreando a clássica traseira com quatro lanternas redondas, com detalhes em jacarandá, uma listra na linha de cintura, meio-teto em vinil (o famoso teto Las Vegas, na versão cupê) etc., a versão substituiu a Gran Luxo como topo de linha



Caravan

Disponível apenas com duas portas, a station wagon foi lançada com as mesmas opções de acabamento e motorização que o Opala



1980

Diplomata


Na reforma em que o Opala estreia com faróis quadrados e lanternas retangulares, além do emblemático volante quadriculado, o novo topo de linha causa frisson ao trazer direção hidráulica, ar-condicionado e interior em curvim de série



1985

Caravan Diplomata


A station wagon estreou em sua versão mais luxuosa, com faróis auxiliares e lanternas traseiras em três cores



1988

SL, SL/E e SE


Com o fim da versão cupê, o sedã e a Caravan recebem sua nova versão de entrada, a SL; a intermediária passa a se chamar Comodoro SL/E e a principal, Diplomata SE. Os faróis adquirem formato trapezoidal e, entre as duas lanternas do Opala, é inserido um painel de plástico que dá a impressão de continuidade entre as duas peças



1991

Último facelift


Um ano antes de sair de linha, o modelo passa por uma reestilização sutil, porém, impactante, com lanternas nas cores preto e vermelho, faróis octavados, rodas de liga-leve e volante liso; a versão 6 cilindros passa a contar com câmbio de cinco marchas



1992

Collectors


Ainda antes de dar adeus, o Opala ganhou uma edição de despedida, com 100 unidades fabricadas, nas cores azul, preto e vermelho. Acompanhava uma pasta de couro contendo carta de apresentação, uma revista e uma fita VHS contando a história do modelo, além de caneta e chaveiros estilizados.

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Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/No ... -anos.html

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Ramiel
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30 Mai 2018, 05:46

Laranjo e dono de posto gusta

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30 Mai 2018, 07:59

Eu não conheci meu avô por parte de mãe, porque ele morreu em 1980, cinco anos antes de eu nascer, mas minha mãe me contou que aprendeu a dirigir no Opala dele. Sobre meu avô minha mãe disse que ele era o segundo homem mais rico de Carapebus, cidadezinha do interior do RJ, e que ele andava armado. Tipico dono de Opala da época, eu suponho.
Todo mundo que odeia o meu carro, é idiota. Todo mundo que me odeia, é feio.

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Chorem seus bichas.

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rlaranjo escreveu:
30 Mai 2018, 09:48
Chorem seus bichas.
Quer um lenço?? :flametroll: :badumtss:

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30 Mai 2018, 18:14

Tem algumas coisas erradas, mas no geral bom texto.

E vocês, parem de beijar rapazes e comprem um Opala pra ver se cresce um pouco de cabelo no peito.

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Ramiel
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30 Mai 2018, 20:25

rlaranjo escreveu:
30 Mai 2018, 18:14
Tem algumas coisas erradas, mas no geral bom texto.

E vocês, parem de beijar rapazes e comprem um Opala pra ver se cresce um pouco de cabelo no peito.
Olha só as preferências do laranjito :lol:

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Pablo
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31 Mai 2018, 00:10

Ramiel escreveu:
30 Mai 2018, 20:25
rlaranjo escreveu:
30 Mai 2018, 18:14
Tem algumas coisas erradas, mas no geral bom texto.

E vocês, parem de beijar rapazes e comprem um Opala pra ver se cresce um pouco de cabelo no peito.
Olha só as preferências do laranjito :lol:
Por isso ta com 40 anos solteiro. :flametroll:

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Falô o comedor da vila.

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31 Mai 2018, 11:53

rlaranjo escreveu:
30 Mai 2018, 18:14
Tem algumas coisas erradas, mas no geral bom texto.

E vocês, parem de beijar rapazes e comprem um Opala pra ver se cresce um pouco de cabelo no peito.
Lembrou isso aqui:

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:flametroll:

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31 Mai 2018, 14:14

rlaranjo escreveu:
30 Mai 2018, 18:14
Tem algumas coisas erradas, mas no geral bom texto.

E vocês, parem de beijar rapazes e comprem um Opala pra ver se cresce um pouco de cabelo no peito.
Esse teu papo, está parecendo conversa de viado velho frustrado. :flametroll:

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Doutor Givago
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Pablo escreveu:
31 Mai 2018, 00:10
Ramiel escreveu:
30 Mai 2018, 20:25
rlaranjo escreveu:
30 Mai 2018, 18:14
Tem algumas coisas erradas, mas no geral bom texto.

E vocês, parem de beijar rapazes e comprem um Opala pra ver se cresce um pouco de cabelo no peito.
Olha só as preferências do laranjito :lol:
Por isso ta com 40 anos solteiro. :flametroll:
48 anos, corrigindo :trollgif:
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