Furo: os novos Chevrolet
A GM encerrou os acertos da parte rolante dos Cobalt – hatch e sedã – que diz, serão adicionados à atual linha, acima de Corsa e Celta. Últimas provas, no Cone Sul, sul do país e Campos do Jordão, SP, aferiram a capacidade dos motores flex funcionar em baixa temperatura.
Nos carros, a consciência da necessidade de melhorar as sensações do rodar. Hoje a família Celta, o Agile, o picape, empregam a simplória plataforma do Corsa 1994, áspera em uso, transmissora de vibrações e asperezas. Os novos, em plataforma com sub chassis frontal, e desenvolvimentos para melhorar sensações de conforto.
Cruze
Mostrado no Salão de Buenos Aires, vendas em outubro, o Cruze integrava o séquito da família Cobalt, logomarcas tampadas, inócua pretensão de não ser identificado. Topo de linha na GM Brasil, substituirá Vectra e Astra, com plataforma atualizada para tentar oferecer conforto de uso à altura dos concorrentes Honda Civic, Toyota Corolla, Ford Focus, VW Jetta, Peugeot 408 e Renault Fluence.
O motor tem base velha e conhecida do mercado: bloco de ferro, 1.800 cm³ antes utilizado na GM e na Fiat. Mas a parte superior é nova: cabeçote com dois comandos, 16 válvulas, e sistema para levantamento variável; 140 cv; câmbio automático ou mecânico com seis velocidades. Preços, como os concorrentes, a partir de R$ 59.900 e com o limite no céu. Elevados, mas a gosto dos consumidores nacionais.













