A versão Cult equipada com câmbio automatizado Dualogic de cinco marchas do Fiat 500, que estava sendo vendida por R$ 43.630 antes do aumento e R$ 48.800 depois, agora pode ser encontrada a um valor de R$ 46.990, sem nenhum opcional. O intermediário Sport Air, que podia ser exposto no showroom a um preço de R$ 54.100, agora custa R$ 51.650. Com câmbio automático, esse preço salta para R$ 55.880 (R$ 58.550). O topo de linha Lounge Air automático agora é encontrado por R$ 58 mil (R$ 60.800).
O Freemont, modelo topo de linha da marca italiana atualmente no mercado brasileiro, chegou por aqui custando R$ 82.470 na versão Emotion. Depois do reajuste, o utilitário-esportivo familiar passou a custar R$ 87,8 mil na versão mais básica. Agora, após a diminuição, o carro pode ser encontrado por a partir de R$ 85.190. Já a variante Precision, mais cara da gama do Fiat Freemont, equipada com o mesmo motor 2.4 com câmbio automático de quatro marchas do modelo mais barato, custava de início R$ 87.290, R$ 93.400 depois do aumento e agora é comercializado por R$ 89.990.
Ao que tudo indica, a Fiat reduziu os preços do 500 e Freemont por ter visto que o custo benefício de ambos, um dos mote dos automóveis, foi por água abaixo. Ou seja, uma verdadeira bagunça. A redução é de se considerar, porém, ainda há gordura para queimar e voltar ao que era antes. É a tal lei da oferta e da procura, ou seja, quando um carro, por exemplo, vende bem as montadoras elevam seu preço, se não, as marcas abaixam seu preço ou colocam mais equipamentos a um preço significativo, abaixo da concorrência.
Fonte:
New York Times
Chupa, Fiat!!! Encalhou, agora teve que baixar o preço.







Tchau!!
", que ele volta pra mesa e assina.

