Teste: Fiat Toro 2.4 Blackjack

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Robô Troll
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19 Fev 2018, 14:17

Teste: Fiat Toro 2.4 Blackjack
Do Auto Esporte


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Fiat Toro 2.4 Blackjack (Foto: Divulgação)


 


A Fiat Toro Blackjack foi apresentada no Salão do Automóvel de 2016, mas, acredite, precisou de quase um ano para chegar às lojas. E o que mudou para demorar tanto assim? Por fora, tudo foi pintado de preto (incluindo os emblemas da marca!), enquanto alguns acessórios da Mopar foram incluídos à lista de equipamentos de série. Por R$ 115.290, a “novidade” traz o mesmo motor 2.4 16V flex com 186 cv e câmbio automático de oito marchas.


Ao volante


Quem já conhece a picape sabe que a dirigibilidade é praticamente igual à do Jeep Compass. Afinal, suspensão e direção têm ajuste típico de SUV, sem aquela moleza das picapes maiores, e esse é um baita elogio. Quanto ao espaço interno, é pouco provável que pessoas com menos de 1,80 m reclamem. Pena que tudo isso fique à mercê de um conjunto beberrão – são 5,2 km/h na cidade e 7,9 km/l na estrada, ambas nos testes com etanol  – e que sofre ao mínimo toque no acelerador.

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Fiat Toro 2.4 Blackjack (Foto: Divulgação)


 


Custo-benefício


Em São Paulo (SP), a Toro já é comum nas ruas e, mesmo assim, a fantasia de batmóvel atrai olhares por onde passa. Graças às rodas aro 17 – contra o aro 16 que vem de série nas demais flex –, o porte ficou mais parrudo. Por dentro, a principal mudança é o nome “Blackjack” no painel. Pena que o acabamento simples, cheio de plásticos rígidos, não esteja à altura do preço. Aliás, no modelo avaliado, a trava da porta do motorista estava quebrada.


Na falta de uma central multimídia interessante, “adaptaram” um equipamento que, à primeira vista, até surpreende. Com tela sensível ao toque de 6,2 polegadas, GPS integrado, leitor de DVD e TV digital, a novidade parece um bom negócio. É que os problemas só aparecem depois de ligar, com gráficos (muito) ruins e comandos tão intuitivos quanto um labirinto. Mas o verdadeiro desafio é tentar reproduzir músicas do celular por Bluetooth.

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Fiat Toro 2.4 Blackjack (Foto: Divulgação)


 

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Fiat Toro 2.4 Blackjack (Foto: Divulgação)


 


Vale a pena?


Não. Se você não ficou assustado com as médias de consumo e nem abre mão do câmbio automático, talvez a Toro Blackjack seja uma opção. Só que nem mesmo o desempenho superior ao das versões 1.8 16V flex – ou a lista de itens de série – justifica a diferença de preços. Por esse valor, vale ficar de olho nas configurações com motor 2.0 16V turbodiesel, que são mais econômicas e agradam mais ao volante (apesar de menos equipadas).

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Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/te ... kjack.html