Venda de carros para pessoas com deficiência (PcD) aumenta 35% em 2017

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Robô Troll
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28 Fev 2018, 11:54

Venda de carros para pessoas com deficiência (PcD) aumenta 35% em 2017
Do Auto Esporte


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Carros adaptados-para-deficientes (Foto: Autoesporte)


Na contramão do mercado de automóveis novos, que há quatro anos luta para voltar a crescer dois dígitos ao ano, as vendas diretas de carros para pessoas com deficiência (PCD) mais do que dobrou nesse período.  Em 2014, a comercialização de carros adaptados ou comprados com isenção de impostos somava 84 mil unidades, volume que saltou para 187,5 mil unidades no ano passado, segundo a Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistida (Abridef).


Pessoas com deficiências ou patologias que dificultam ou impeçam sua mobilidade têm direito a adquirir veículos com isenção de IPI, ICMS, IPVA e IOF, o que resulta em um benefício de 20% a 30% no preço inicial do automóvel.



Entre 2016 e 2017 a alta foi de 35%, um aumento alcançado graças à ampliação do acesso às informações. "Esse aumento vem acontecendo porque, nos últimos anos, as pessoas vem tendo um maior conhecimento sobre seus direitos e indo atrás deles", afirma Rodrigo Rosso, presidente da Abridef. Ainda, segundo ele, outro fator que contribui para esse aumento foram as feiras destinadas a esse público. "Esse ano realizaremos a terceira edição da Mobility & Show, um evento para onde as pessoas podem buscar gratuitamente informações sobre os benefícios, fazer exames médicos, trocar sua CNH para a carteira especial e fazer test-drive nos modelos adaptados", conta.



A mudança na Lei de Isenção em 2013 também permitiu a ampliação desse mercado, já que o benefício fiscal também foi estendido aos familiares dos beneficiários não condutores. Essa mudança, segundo Rosso, teve um grande impacto no aumento das vendas de carros para PcD, mesmo durante a época de recessão econômica no país. 


A mudança na Lei de Isenção em 2013 também permitiu a ampliação desse mercado, já que o benefício fiscal também foi estendido aos familiares dos beneficiários não condutores. Essa mudança, segundo Rosso, teve um grande impacto no aumento das vendas de carros para PcD, mesmo durante a época de recessão econômica no país.  Para se ter uma ideia, em 2014, os emplacamentos destinados ao público PCD representavam apenas 2,5% do total de automóveis vendidos no Brasil (3,3 milhões de carros), participação que cresceu para 8,6% em 2017 (2,1 milhões de carros).



De olho nesse público mal atendido e com uma possível demanda reprimida, as montadora ampliaram a gama de modelos oferecidos, inclusive, para além do teto dos

R$ 70 mil, valor em que é possível conseguir não apenas o desconto do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) como também a de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços). Foi o caso até de fabricantes de carros de luxo, como a Volvo.



Já marcas como a Ford, Honda, Peugeot, Citroën e Nissan passaram a oferecer produtos específicos para esse público, tendência que deverá crescer em 2018.

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Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/No ... -2017.html

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rlaranjo
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01 Mar 2018, 09:37

Também, qualquer dor no dedão do pé agora é deficiência.

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