Do Auto Esporte

O patinete elétrico Bird pode ser alugado por hora (Foto: divulgação)
A fabricante de patinetes elétricas compartilhadas Bird foi lançada em setembro de 2017. Em um ano, a startup californiana já opera em 30 cidades dos Estados Unidos. A marca não só os fabrica, como é uma das maiores empresas norte-americanas de compartilhamento de patinetes elétricos. Na última sexta-feira (5), a startup apresentou um novo modelo, batizado de Bird Zero, além de anunciar a operação na América Latina, o que inclui planos para o Brasil.
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A marca fundada por um ex-executivo da Uber, Travis VanderZanden, acaba de chegar à Cidade do México, onde já lançou 100 sccoters novinhos em folha. A capital mexicana tornou-se a quinta cidade que a empresa opera fora dos EUA. E um dos próximos mercados que eles vão investir será o Brasil.
A empresa californiana também está presente em Paris, Bruxelas, Tel Aviv e Viena. Somando todos os mercados, até o mês passado a Bird já havia contabilizado 10 milhões de passeios.
Apesar do rápido sucesso comprovado pelos números, a Bird sabe que enfrentará questões relacionadas à conformidade com a regulamentação local. Por outro lado, a startup diz estar preparada para encarar esses problemas. No entanto, até o momento a empresa ainda não recebeu permissão do governo da Cidade do México para operar.
Como funciona
Qualquer pessoa com mais de 18 anos, que tenha carteira de motorista válida e cartão de crédito pode alugar um dos patinetes elétricos por US$ 1 dólar (algo como R$ 3,77), e, conversão direta, e mais 15 centavos por minuto (aproximadamente R$ 0,94).
Para utilizar esse meio de transporte barato e alternativo os usuários devem fazer download do aplicativo, e depois o upload de uma foto de uma carteira de motorista válida, bem como os dados do cartão de crédito. A partir daí o software mostra na tela as unidades mais próximas para locação.
Depois disso, é só digitalizar o código QR localizado no guidão e iniciar o passeio. Quando a viagem acabar, os patinetes podem ser deixados em qualquer lugar (será que funcionará no Brasil?). Autoesporte tentou contato com a empresa para saber dos planos de oferecer o serviço por aqui, mas por enquanto o acesso ao site da Bird é bloqueado no Brasil.

O patinete elétrico da Bird (Foto: divulgação)
Dificuldades e estratégias de mercado
No início deste ano, após uma rodada de financiamento de US$ 300 milhões, o equivalente a R$ 1,1 bilhão, a startup foi avaliada em US$ 2 bilhões, ou R$ 7,5 bilhões.
Em comunicado oficial, a empresa informou que opera de acordo com as leis em todas as cidades em que está presente. "No caso do México, esperamos trabalhar com os governantes e líderes da comunidade para ajudar a cidade a reduzir o congestionamento do tráfego. "A Bird acredita que a sua entrada na América Latina é positiva, já que a região é considerada um mercado promissor para startups de transporte.
Fonte: https://revistaautoesporte.globo.com/No ... rasil.html
