A evolução do GT-R elevou os 553 cv e 64 kgfm do motor 3.8 V6 biturbo para 603 cv e 66,3 mkgf de torque. Os engenheiros da Nismo transplantaram os turbos maiores do GT-R GT3 de corrida, trocaram os sistemas de admissão e escapamento e mudaram o tempo de ignição. A Nissan admite que se segurou no trabalho e limitou o potência, para que os compradores não tivessem que trocar a transmissão com frequência.
Não é um carro para o dia-a-dia. A suspensão e os amortecedores estão mais duros, ao ponto da Nissan renomear os ajustes de Comfort, Normal e R para Track, Race e Race Plus. As rodas dianteiras estão meia polegada (1,27 cm) mais largas e usam pneus 255/40 RF-20 Dunlop SP Sport Maxx GT 600 DSST, de maior aderência.
Para melhorar a aerodinâmica, o GT-R ganhou apêndices aerodinâmicos com novos parachoques dianteiros e traseiros, saias laterais e uma asa traseira ainda maior.
E quanto a briga de monstros? A Nissan diz que seu objetivo era apenas bater a marca de 7:10 marcada pelo GT-R comum em Nürburgring Nordschleife. Claro que o inimigo era outro: o Porsche 918 Spyder, atual recordista entre os carros de produção, com a marca de 6:57.
Se fosse um filme de kaiju, o Godzilla teria perdido a luta final. Mesmo usando uma versão ainda mais leve do GT-R, ainda sem nome oficial mas que será vendida, e comandado pelo ex-campeão do FIA GT1 Michael Krumm, o GT-R Nismo marcou 7:08.69.
Este modelo troca algumas peças por versões de fibra de carbono para reduzir 65 kg do seu peso total. Os amortecedores foram substituídos por unidades ajustadas manualmente, para aguentar o piso irregular de Nür. A Nissan promete que o GT-R Nismo será vendido por menos de US$ 200 mil (em torno de R$ 445 mil).
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